(Review) BioShock Infinite — Voando alto!

BioShock Infinite

Em 1503, um florentino de 51 anos começava a pintar a obra que se tornaria o exemplo máximo de Arte. Nenhuma outra peça na história da humanidade foi capaz de causar tamanho impacto, sobrevivendo ao teste do tempo e ecoando seus profundos significados por toda a eternidade. Como uma imagem aparentemente tão simples conseguiu se tornar um ícone cultural, mesmo após quase meio milênio depois de sua concepção, ainda é motivo de infindáveis discussões. Seria a sutileza de suas curvas? A ousadia de seu conteúdo? Ou seu sorriso que esconde mil e uma histórias?

A verdade é que o surgimento de obras grandiosas podem ser considerados meros acidentes de percurso, tamanha é a raridade de suas aparições. Leonardo da Vinci e sua Mona Lisa inauguraram um padrão artístico que jamais foi superado. Fazemos Arte pois é essa a nossa maneira de nos expressar ao mundo. Através dela, marcamos para sempre nossa existência, nosso modo de ser, de pensar, de agir e de imaginar.

BioShock Infinite

Nas últimas décadas, é notável como os videogames se tornaram gradualmente um poderoso instrumento artístico, permitindo que milhares de Da Vincis pintassem suas próprias Mona Lisas utilizando um monitor e um teclado no lugar de um palheta de cores e um velho pincel. A 10ª arte é inteligente, imersiva, que não apenas amplia o envolvimento do artista com o apreciador, como também carrega um enorme potencial impactante sobre toda uma geração, incorporando os aspectos que fazem da música, das cores e das palavras também formas de Arte, resultando em uma magnífica experiência virtual. Algumas vezes prazerosa, outras vezes, nem tanto.

Dessa forma, a indústria de jogos conseguiu fazer o que nenhuma outra Arte jamais fez: unir os elementos de todas as demais formas de Arte em um único produto. Sem dúvida, a Mona Lisa de da Vinci é uma das primeiras memórias que vem à sua cabeça quando pensamos em Arte, e vai continuar sendo por um longo tempo. Porém, arrisco dizer que nos próximos anos, essa memória será disputada por uma obra muito, muito mais atual. Uma que não está pendurada nas galerias de um museu, mas compilada no meio de milhões de bytes e linhas de código.

BioShock Infinite

1912. Estamos em Columbia. A impressionante cidade flutuante fundada pelo ufanista inflamado Zachary Comstock, foi exibida durante a Exposição Mundial de 1893 como forma de propagandear o excepcionalismo norte-americano pós-revolução industrial para o resto do mundo. Depois que Columbia foi vista intervindo ilegalmente em conflitos em terra, suspeitou-se que a cidade tivesse tendências militaristas, buscando impor sua vontade sobre os habitantes “de baixo”. Punido por Washington, Comstock resolveu separar a utopia do resto dos Estados Unidos e passou a vagar pelo mundo de forma independente, escondido entre as nuvens.

O jogador entra na história assumindo o papel de Booker DeWitt, um ex-investigador que, para sanar suas dívidas de jogos e bebidas, resolve aceitar a proposta de viajar até Columbia e resgatar Elizabeth, uma garota que é muito mais do que aparenta ser. Depois de uma sequência de abertura de quase meia hora, onde somos apresentados à maravilha deslumbrante de Columbia, DeWitt logo percebe que a tarefa não vai ser fácil. Considerado o “Falso Pastor”, o ex-investigador começa a ser caçado pelas forças de segurança da cidade voadora. Ainda pior: é envolvido no meio de uma guerra civil entre os “Fundadores”, a elite dominante, e os “Vox Populi”, que representam a minoria étnica rejeitada da cidade.

No meio da confusão, DeWitt logo encontra Elizabeth, trancafiada no topo de uma estátua e guardada pelo monstruoso Song Bird, uma espécie de pássaro biônico gigante que tenta impedir a fuga da garota a todo o custo. Seu papel lembra bastante os Big Daddies dos dois primeiros BioShocks, o que indica que o Song Bird seja, na verdade, o remanescente do maior símbolo da franquia. Um excelente substituto, diga-se de passagem, mesmo que não tenha sido explorado devidamente ao longo da história do jogo.

BioShock Infinite

Ser protegida por um pássaro medonho é apenas o início das bizarrices que Elizabeth esconde. De longe, a menina parece apenas uma linda e inocente garota em seus vinte e poucos anos. Mas os olhos enganam facilmente. Sem ter muito o que fazer em seu cárcere, Elizabeth estudou física. Muita física. E aprendeu a gerar as tais fendas temporais — buracos na malha do espaço-tempo por onde elementos do passado ou do futuro podem ser fundidos com a dimensão atual. Não demora muito para as tais fendas se tornarem uma valiosa ajuda ao nosso herói Booker durante os combates, pois Elizabeth é capaz de importar armamentos, aliados e construções inteiras através delas.

Que tal importar um canhão de mísseis para o meio do campo de batalha? Seria exagero? De forma alguma. Diferente dos pouco inteligentes splicers de BioShock 1 e 2, a maioria dos oponentes em BioShock Infinite são militares portando artilharia pesada e buscando abrigo constantemente. Isso quando os Patriots, bizarros robôs vestidos de George Washington ou Abraham Lincoln, movidos a vapor e carregando uma metralhadora giratória, não resolvem aparecer pra complicar a situação. E o que falar então dos Handyman, humanos conectados a uma enorme roupa mecânica que lhes confere velocidade e força descomunais?

É, o Big Daddy deixou saudades…

BioShock Infinite

Os Plasmids dos jogos antecessores estão de volta, chamados aqui de Vigors. Alguns poucos mantiveram semelhança com seus primos perdidos dos primeiros BioShocks, enquanto outros foram completamente reimaginados. Funciona assim: enquanto a mão direita porta uma arma de fogo, a mão esquerda pode ser equipada simultaneamente com um poder “mágico” extra. Um dos meus preferidos é o Bucking Bronco, capaz de levitar um grupo de inimigos e deixá-los completamente vulneráveis ao seus ataques. O uso dos Vigors consome Salt (nos primeiros jogos, era chamado de EVE), que pode ser recarregado com o consumo de frascos azulados espalhados pelo mapa.

O arsenal bélico do jogo é bastante variado, consistindo em rifles de longo alcance, escopetas, metralhadoras, pistolas e lançadores de granadas. Da mesma forma que os Vigors, as armas podem ter seus atributos melhorados com a compra de upgrades em lojas automáticas ao longo dos cenários. Essas mesmas lojinhas também vendem kits médicos, Salts e munição. Curiosamente, utilizei muito mais as armas de fogo do que os Vigors em BioShock Infinite (nos primeiros, geralmente era o oposto). Isso mostra que o arsenal está muito mais eficiente e deve agradar os mais conservacionistas do gênero. Não que os Vigors sejam inúteis, longe disso, mas eles parecem ser mais efetivos para enfraquecer e distrair os inimigos do que despachá-los logo de cara.

BioShock Infinite

A real novidade nisso tudo são as Sky-Lines, espécie de trilhos de montanha-russa suspensa que servem de transporte entre as “ilhas” voadoras da cidade flutuante. Com apenas um comando, o jogador pode rapidamente se conectar a esses trilhos e viajar em alta velocidade para outros pontos do cenário. É notável como os combates em BioShock Infinite adquirem uma impressionante dinamicidade com o uso desse recurso: em um momento estamos lutando na base de um edifício e no instante seguinte, utilizando as rápidas Sky-Lines, alcançamos uma plataforma suspensa de onde temos uma visão privilegiada sobre o inimigo. Isso até você descobrir que o Handyman pode eletrocutar os trilhos e acabar com a brincadeira! 🙁

Com a mecânica de jogo detalhada, podemos agora voltar nossas atenções ao motivo da nossa aventura: Elizabeth. Muito mais do que um personagem pra lá de misterioso, Elizabeth é uma valiosa aliada. E uma que realmente auxilia o jogador. Quando as coisas vão bem, a garota interage intensamente com o cenário ao seu redor, admirando paisagens, conversando com outros NPCs, sentando em bancadas e analisando objetos. E, veja só: ela até mesmo te ajuda a explorar os cenários, caçando itens e recolhendo alguns trocados perdidos — e olha que Elizabeth lhe oferece tanto dinheiro que não demora muito para Booker se tornar o novo bilionário de Columbia. Ah, e a garota quebra-galho também é capaz de destravar portas e acessos secretos!

Já quando o chumbo está voando, Elizabeth busca automaticamente abrigo, de onde pode ser ordenada a abrir fendas (discutimos esse ponto nos parágrafos anteriores) para trazer reforços aliados ao campo de batalha. Munição acabando? Barrinha de vida sumindo? Precisa usar aquele Vigor e está sem Salt? Seus problemas acabaram! Elizabeth também é capaz de procurar, em pleno combate, munição, kits médicos e frascos de Salt e arremessá-los na direção do jogador para uma rápida recarga. Isso tudo sem pedir! É realmente única a interação e a cooperação vistas aqui, algo que normalmente só seria visto em jogos cooperativos — e olhe lá!

BioShock Infinite

E falando nisso, devo lembrá-lo que BioShock Infinite é exclusivamente single player. Nada de modo multijogador ou co-ops por aqui. Mesmo apresentando uma guerra civil entre duas facções — terreno propício pra organizar um bom e velho mata-mata entre jogadores — a Irrational Games focou todas as suas atenções na experiência do player 1. E isso foi ótimo. A duração da campanha é de cerca de 15 horas, aumentando algumas horas se você for fuçar todos os cantos do mapa (meu caso). Afinal, Voxphones (gravados) e Sightseers (microfilmes) estão dispersos pelos cenários e dão detalhes importantes da trama do jogo. Mas 15 horas em um jogo que demorou quase cinco anos pra ficar pronto foi o suficiente?

Quando você se vê parado por 5, 10 minutos, admirando as paisagens extraordinárias de Columbia, eu acho que essa pergunta se torna bastante estúpida. A sequência inicial do jogo, que coloca DeWitt na cidade e faz um passeio por becos, lojas e feiras até o primeiro tiroteio do jogo, é como caminhar pelas galerias do Museu do Louvre. A cena que nos deparamos a cada esquina dessa impressionante utopia poderia ser facilmente fotografada e emoldurada em um belíssimo quadro. Ao contrário de Rapture, aqui nós assistimos a cidade triunfando e, depois, lentamente desmoronando diante da revolução que expõe os reais motivos pelos quais você está ali. Tudo isso acontecendo a 15 mil metros de altitude.

BioShock Infinite

A menos que você tenha vivido em uma caverna nos últimos três anos, deve ter notado que BioShock Infinite foi intensamente propagandeado, hypado. O que normalmente é ruim para a grande parte dos jogos, tornou-se mais uma carta na manga da Irrational Games. Mesmo com dezenas de trailers e entrevistas, e vários gameplays de 15 minutos, os reais segredos da história do jogo estão muito bem guardados. O que vimos antes do título chegar às lojas corresponde a não mais do que 20% do jogo.

A trama começa intensa e não tem medo de abusar dos clichês cinematrográficos mais batidos possíveis, como a disputa de duas facções pelo poder, o vilão onipotente e onipresente e a manjada fábula do mocinho que salva a donzela em perigo no alto da torre. As coisas funcionam mais ou menos assim até a metade, quando o jogo esfria e a história fica mais arrastada, preparando seus neurônios para fritarem durante o grand finale. A conclusão da obra é melhor descrita pelo próprio criador do jogo, Ken Levine: “é a coisa mais ambiciosa que já fizemos em nossas carreiras”. De facto, é um final mentalmente obliterador, perturbante, diferente de tudo que você já viu. E mais do que isso, vai fazer você dar restart no jogo imediatamente.

E dou-lhes uma dica valiosa: se você pretende jogar BioShock Infinite, mantenha-se o mais longe possível de spoilers. Não mais do que três palavras são suficientes para arruinar toda a sua jogatina.

BioShock Infinite

Falando como grande fã das séries Lost e Fringe, pude notar que diversos recursos narrativos utilizados nesses seriados também estão presentes no roteiro do jogo. Personagens inocentes que aos poucos incorporam um papel-chave na história, eventos que parecem aleatórios mas têm um motivo próprio para ocorrer, pequenos detalhes que logo se transformam numa enorme bola de neve, revelando verdades estonteantes, e um final que faz questão de voltar lá no início e explicar tudo, pedaço por pedaço.

Talvez essa avalanche de revelações, milimetricamente encaixadas, tenha tornado o final de BioShock Infinite algo tão ambicioso, chocante, denso. Há um preço a se pagar por uma história complexa que tenta deixar o melhor para o final: além do fato de que poucas palavras são capazes de arruinar o jogo (como dissemos anteriormente), basta um detalhe perdido ao longo da campanha, uma frase mal interpretada, para que a conclusão perca todo o seu sentido. É um verdadeiro teste de imersão que vai recompensá-lo como nenhum outro jogo, filme ou livro jamais recompensou.

BioShock Infinite

Finalizando, hora de falar sobre os aspectos técnicos. Durante a análise, salvo algumas engasgadas, BioShock Infinite rodou incrivelmente bem em um PC Dual Core de 3 GHz, 4 GB RAM e uma Radeon HD 5770. A versão para PC está excelente e bem otimizada. Entretanto, não posso dizer o mesmo das versões de console, onde o game chegou aos 46 minutos do segundo tempo — finalzinho da geração atual de videogames — e não perdoou o hardware de quase sete anos do Xbox 360 e do PlayStation 3: há texturas em baixa qualidade e taxa de frames inconstante. Ainda assim, os gráficos são tão impressionantes que você ficará surpreso ao saber que ele utiliza o Unreal Engine 3, motor gráfico que também já está pendurando as chuteiras.

E, para ajudar quem não se garante no inglês, aviso que o jogo possui legendas oficiais em português brasileiro!

Conclusão

Ainda fico surpreso quando pessoas teimam em não reconhecer games como uma forma de arte. Hoje, porém, fico feliz em saber que existe um jogo capaz de mudar essa visão, de mostrar que a indústria de videogames é sim capaz de construir sua própria Mona Lisa. Considerar BioShock Infinite como um simples shooter é quase um insulto diante de suas capacidades. Quando você se vê tirando alguns minutos do seu tempo para parar e simplesmente admirar a obra é porque existe algo de muito especial por aqui. A primeira impressão deste mundo flutuante muito provavelmente será positiva. Mas é apenas durante o encerramento da obra que Infinite revela a verdadeira magnitude por trás de suas cortinas.

BioShock Infinite

É o típico produto que aparece apenas uma vez a cada geração. Dita as regras aos concorrentes e redefine o gênero e a fórmula de como se faz jogos. Se encerramos a geração atual com BioShock Infinite, inaugurando um novo patamar de qualidade, então prevejo grandes títulos durante a próxima geração. Ainda assim, eu duvido muito que algum deles supere o que vimos aqui. Não tão cedo, pelo menos. É mais do que um shooter ou um jogo, é uma das melhores experiências já criadas.

Nota

10/10

Título: BioShock Infinite
Gênero: ação em primeira pessoa
Desenvolvedora: Irrational Games / 2K Marin / Human Head Studios
Publisher: 2K Games
Data de lançamento: 26 de março de 2013
Plataformas: PC / Mac OS X / Xbox 360 / Playstation 3
Versão analisada: PC

Obs.: Todas as screenshots dessa review foram tiradas in-game por mim e pelo Marcos durante nossa jogatina.

Artur Carsten

Catarinense, amante da música eletrônica, estudante de medicina e jogador nas inexistentes horas vagas. Ocasionalmente, escreve artigos e coloca em dia a pilha interminável de jogos comprados em promoção no Steam. Já passou pelo Campo Minado, Continue, Guia do PC, Gemind e Oxygen e-Sports.

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10 Comments

  1. Eu me sinto triste por minha vida agora estar muito corrida e eu não poder jogar BI agora. É uma pena, vi no YT algumas cenas do começo do jogo e a cada texto q leio o acho mais incrível ainda [sim, vou parar agora].
    Só acho meio difícil a indústria se inspirar em BI agora. Infelizmente, nos próximos anos ainda vamos ver mais do mesmo. 🙁

    PS: seria legal se a Irrational fizesse o filme né? Sob sua supervisão é claro. Aí quando o povo visse o filme se surpreenderia: “essa obra prima foi um jogo?”. 😛 rsrsrsrssrsr.

    Reply
  2. @Lucas Vinicius: Pois é, jogos dessa qualidade são realmente únicos, difícil esperar que daqui pra frente todos os jogos repitam o que ele fez. Como eu escrevi na review, vai demorar um bom tempo até conseguirem superar o BioShock Infinite.

    E o filme do BioShock Infinite foi cancelado pelo próprio criador da franquia, o Ken Levine. Uma ótima decisão, porque o projeto do filme estava bem atrasado e indicava problemas na produção. Como raramente uma adaptação em filme presta, o Levine fez o mais correto mesmo, impedindo que o filme pudesse ter qualquer chance de manchar a marca. 😛

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    • Olha, Artur, review simplesmente fantástico. E me fez sentir mais vontade ainda de finalizar o jogo. O grande problema é que, de tão bom, fico com pena de correr, ou até mesmo de avançar muito, e acabar logo. Pode isso? rsrs

      Mas é um jogo fora de série, com certeza. Fico imaginando o que vem pela frente. Não faz muito tempo encontrei com o pessoal da Vox Populi. 🙂

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  3. Peraí, eles tinham mesmo pensado em fazer um filme de BI e antes do lançamento ainda mais? Eu realmente não sabia, falei apenas casualmente [“seria legal”].
    Que pena q não deu, sei q o histórico de filmes baseados em games é ruim [apesar de eu ter gostado de PoP] mas acho q BI seria exceção pois ele já é cinematográfico e tals, acho q nas mãos de um bom diretor poderia sair um bom resultado.
    Sem contar q por melhor q sejam os gráficos no PC, Columbia ia ficar muito mais bonita como cenário “real”. 🙂

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  4. Por coincidência, terminei o Bioshock Infinite a meras duas horas atrás. E olha… Ainda estou meio transtornado e me recuperando dos mindblowns do final. Quase deu pra ouvir os “CLACKS” de trocentas pontas soltas se conectando e formando um mosaico maravilhoso quando vi o final.
    Sua comparação com a Monalisa é perfeita. Claro, existem muito jogos indies conceituais por aí que também são arte, mas Bioshock Infinite é algo que realmente merece o status de obra-prima.

    @Marcos A.T. Silva
    Cara, não tenha medo. Entre no mundinho e torne-se Booker DeWitt. Apenas viva esta experiência que, em minha opinião, todo gamer deveria ter.
    E prepare-se para ter a cabeça explodida diversas vezes. 😀

    Reply
    • @Bruno Gurgel,

      Olá Bruno! Poxa, já estou ficando com a cabeça meio “bagunçada”. O lance das fendas começou a provocar coisas surpreendentes, e, bem, estou doido pra terminar logo mesmo, agora. As explosões já começaram…hehehe 🙂

      Vai jogar uma segunda vez em breve?

      Reply
  5. @Marcos A.T. Silva
    Assim que possível. Ainda não tive tempo de jogar nada desde meu último comentário e ainda tenho aquele Citadel DLC do ME 3 que ainda nem toquei e o Tomb Raider, que só vi a introdução até agora.

    Reply
    • @Bruno Gurgel,

      Nossa, nem me fala. Também tenho que jogar o Citadel ainda…hehehe

      Reply
  6. Muito boa a resenha, Artur. Com sensatez, com bons embasamentos e com amor pelos jogos, vc conseguiu imergir o leitor em seu texto. Um jogo que fecha essa geração de consoles(digo o PS3 e o 360) como um dos melhores e que precisa logo deixar o jogo como uma oitava arte. Já passou da hora.

    Adorei jogar esse Bioshock por conta de que voltei a jogar os outros dois anteriores com outra visão, e quis fazer tudo, coletar todos os diários.

    Escrevi uma resenha tb, caso possa divulgá-la, deixo o link aqui:
    http://lovenomore.wordpress.com/2013/04/12/games-bioshock-infinite-2013/

    Abraços e continue com esse belo trabalho de divulgar jogos.

    Reply
  7. Ótimo review, Artur!
    E, cara, que vacilo o meu! Não sabia que o jogo tinha legendas em português, hahaha. Quando olhei no Steam, não percebi que tinha como expandir a lista de idiomas e lá está: Português do Brasil! 🙂

    Na verdade, joguei sem legenda nenhuma, tanto por não ficar com a atenção presa nelas e também para treinar a audição em inglês, vejo que vou ter que jogar a campanha mais um vez! 🙂

    Reply

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