(Review) Bulletstorm

Terminei Bulletstorm ontem à noite e posso dizer que fiquei extremamente frustrado. Frustrado porque acabou! :) Trata-se de um dos melhores jogos que tive a oportunidade de jogar nos últimos tempos. Um FPS que conseguiu trazer inovação, beleza e diversão a um gênero de games repleto de jogos que, muitas vezes, possuem inúmeros pontos em comum e que, grande parte das vezes, não nos empolgam nem um pouco. Mas Bulletstorm é magnífico. Explêndido! A experiência que ele nos proporciona durante o gameplay é fantástica.

Desenvolvido pela People Can Fly em colaboração com a Epic Games, empresa responsável pela fantástica série Gears of War e também pela Unreal Engine (foi utilizada a UE3 no desenvolvimento de Bulletstorm), o jogo é fantástico. A distribuição está à cargo da Electronic Arts, vale dizer. Chego a dizer que este título pode muito bem servir como exemplo para muitas desenvolvedoras e publishers por aí, tomadas as devidas precauções, é claro, no tocante à temática, etc.

Bulletstorm é um First Person Shooter de altíssima qualidade que conta com elementos que podem cativar até mesmo aquele gamer que não gosta de FPS’s. Muita ação, tiroteios, humor e personagens extremamente hilários e cativantes, mesmo quando querem parecer sérios, dentre outras coisas, ajudam a compor uma verdadeira “sinfonia da morte com diversão”. “Kill with skill“.

A história de Bulletstorm, aliás, é muito interessante. O jogo se passa no século 26, e o protagonista se chama Grayson Hunt. Ele liderava um grupo de mercenários chamado Dead Echo, o qual trabalhava sob as ordens de um tal General Sarrano. Grayson e seu grupo, incluindo um japonês chamado Ishi Sato, acabam descobrindo que estavam matando inocentes, sob as ordens de Sarrano, enquanto este os manipulava, dizendo que os alvos eram criminosos.

Isto é descoberto em uma espécie de “flashback jogável”. A partir daí, Grayson e o seu grupo são exilados. Mas logo após o tal “flashback jogável” que mencionei acima, Grayson tenta buscar vingança contra Sarrano, e em um ataque suicida, mesmo sob os protestos de Ishi, lança sua pequena nave contra um dos propulsores da gigantesca Ulysses, de Sarrano. Isto provoca a queda de ambas as naves em um planeta chamado Stygia.

Vale ressaltar que Grayson possui uma enorme queda pela bebida, e quando tomou a ação que resultou na queda de sua nave, ele estava bêbado. Aliás, é fantástico o modo como os controles e os gráficos “respondem” ao fato do Grayson estar bêbado: sua visão fica embaçada, seus reflexos diminuem drásticamente, e você consegue sentir a dificuldade para caminhar; o personagem cambaleia de um lado para o outro. Este efeito passa logo, entretanto, e vale ressaltar que qualquer Skillshot realizado enquanto o Grayson estiver sob os efeitos do álcool será, digamos, incrementado. Inclusive, você encontra garrafas durante o jogo inteiro, para saciar a sede do Grayson.

Skillshots. Este é, digamos, um dos ítens essenciais em Bulletstorm. Neste título, você pode jogar normalmente, como em qualquer outro FPS. Mas também pode jogar com estilo, e é aqui que entram os Skillshots. Mate seus inimigos com estilo. Você usa um artefato chamado “leash”, em seu punho esquerdo, o qual lança um raio energético que, dentre outras utilidades, agarra os inimigos e os lança em direção a você. Neste momento, então, você pode utilizar a sua imaginação e matá-los de diversas maneiras criativas e divertidas. Chute-os e atire em suas cabeças. Puxe-os e lance-os contra metais pontiagudos. Atire em seus traseiros. Lance-os de lugares altos. Utilize elementos presentes no ambiente, como por exemplo explosivos, para matar um grande número de inimigos ao mesmo tempo. Isto também faz parte dos Skillshots.

Bulletstorm conta até com uma base de dados que contém todos os Skillshots disponíveis. Alguns vão sendo destravados no decorrer do gameplay, e vale lembrar que cada arma conta com Skillshots específicos, portanto, é sempre bom variar na utilização das armas. Você carrega três ao mesmo tempo, e qualquer troca deve ser realizada nos Dropkits. Skillshots, também, resultam em Skillpoints, os quais podem ser utilizados para a compra de munição e upgrades em seu armamento, através dos tais Dropkits que você encontra muito frequentemente e que são ativados com sua “leash”.

Não espere por muita educação por parte do Grayson, aliás. Vejo até uma certa semelhança entre o Grayson, o próprio jogo em si e Duke Nukem. Grayson é mal educado. Fala palavrões a torto e a direito. Solta frases engraçadíssimas e muitas vezes esquisitas. Até as mulheres neste jogo são mal educadas e possuem sempre um palavrão pronto. Em determinado momento, uma “certa mulher” diz ao Grayson o seguinte: “I’ll kill your dick”. Nem precisa de tradução, não é?

E isto é só o começo de uma série bem grande de frases “memoráveis” que poderão ser ouvidas no decorrer do gameplay. Digamos que o título da People Can Fly, também, conta com grandes doses de drama. É, as duas desenvolvedoras não tiveram medo algum de inovar e criar um game que possui muito humor, drama, enredo, belíssimos gráficos e um gameplay que pode ser bem diferenciado e atrativo. O Ishi, por exemplo, devido ao acidente com a nave, teve de ser transformado em uma espécie de ciborque, e luta constantemente com seu novo “cérebro eletrônico”, ou seja lá o que for que fizeram em sua cabeça. Alterações de humor são frequentes no japa, e em alguns momentos ele até ameaça matar o Grayson.

Em Stygia, você encontra uma mulher chamada Trishka Novak. Garota bem nervosinha, por sinal, e também amante de palavrões. Ela desconfia bastante do Grayson, e o chama de macaco, bêbado e outras coisas em muitos momentos do jogo. Ela era membro de um grupo de elite chamado Final Echo, o qual também era liderado pelo Sarrano.

Vale ressaltar a beleza do game. Bulletstorm possui gráficos maravilhosos. Explêndidos! Você pode sentir a tentação de passar alguns minutos observando o visual de tudo, e se esquecer (quando possível) do jogo em si. Tudo passa uma enorme impressão de grandiosidade, também. Prédios enormes podem ser observados, e aparentemente alguma civilização ali vivia. O lugar agora é habitado por mutantes horrendos (mas ainda assim engraçados). Existem diversos tipos de mutantes, inclusive alguns chamados “Burnouts” que meio que andam com “botões de auto-destruição” expostos.

Ocorre que eles possuem pontos alaranjados em seus corpos, e só morrem se você atirar em um destes pontos: aí eles explodem. A utilização do ambiente que cerca o protagonista para matar alguns inimigos será necessária em diversos momentos do gameplay, e muitas vezes, a situação é um tanto quanto difícil. Vale lembrar também, mais uma vez, que o Grayson pode chutar. Se você chutar um inimigo repetidamente contra uma parede, aliás, estará executando o Skillshot “graffiti”. É, uma “bela” obra de arte sangrenta foi impressa na parede. Alguns grandalhões também lançam bolas explosivas em sua direção, e você pode chutá-las de volta, fazendo com que elas explodam e exponham as vulnerabilidades do mesmo. São muitas as maneiras de jogar e matar, em Bulletstorm.

Mas a extrema violência do jogo não choca. De forma alguma. O humor é mais forte, e a inovação é tremenda. E além disso, é visível o fato de que não estamos em um “game sério”. Existem diversas maneiras de jogar e matar, como eu disse acima. Você pode escolher o momento e o alvo no qual deseja executar determinado Skillshot. Em relação à beleza do game, aliás, vale destacar a utilização do rifle sniper. Você mira no inimigo, dispara o tiro, e a câmera acompanha a bala. A partir daí, você pode controlar a trajetória da mesma, e os inimigos farão de tudo para fugir da morte. Portanto, você terá de ser rápido, senão, a municão terá sido gasta à toa.

Até uma espécie de dinossauro gigantesco está presente neste fantástico título. Inimigos não faltam no game, e muitos deles são rápidos demais para serem pegos pela “leash”. Ou, alguns, são pesados demais. Cada arma, aliás, conta com recurso chamado “charge”, o qual pode sofrer upgrades. Quando você ativa o “charge” e dispara, uma rajada poderosa é então lançada. A leash também conta com um recurso muito interessante e valioso, chamado “Thumper”. Através deste recurso, os inimigos captados são lançados para baixo e para cima, e este acontecimento é seguido pelo lançamento de uma poderosa bola de energia que causa grandes danos, até mesmo aos inimigos mais fortes.

Voltando novamente aos gráficos, é impossível não se maravilhar. A paleta de cores utilizada é extremamente única, em minha opinião, dando aos gráficos uma aparência vívida, extremamente colorida e bonita. O céu é maravilhosamente bem retratado, e os enormes prédios em ruínas passam uma impressão de grandiosidade enorme. Aliás, diversos elementos em Bulletstorm primam pela grandeza. Você chega a se sentir uma formiga em meio a gigantes, em determinados momentos do gameplay.

Mas uma das grandes sacadas, não há como negar, foram os Skillshots. Transformar um FPS em um jogo no qual você é recompensado por matar criativamente, é uma idéia fantástica. Transformar o ato de matar virtualmente em algo que deve ser pensado e executado de maneiras diferentes foi sensacional. O game deixa de ser um mero FPS e se transforma em algo muito mais divertido e desafiador. Você vai sempre dar uma olhada na lista de Skillshots e tentar executar algum ainda não executado. Cada um deles fornece uma quantidade específica de pontos, vale ressaltar, o que torna tudo ainda mais interessante.

Ou seja, além de tornar a brincadeira mais divertida, os Skillshots ainda lhe dão dinheiro, na forma de Skillpoints. Acredito que esta idéia deverá até mesmo ser no mínimo reaproveitada em algum outro game. Não de forma exatamente igual, é claro, mas será. Isto será muito bom, pois todos sabemos que o gênero FPS carece de inovação. Muitos games de tiro em primeira pessoa são lançados, mas Bulletstorm é um título único até agora. Um dos melhores lançamentos de 2011, sem sombra de dúvidas.

Ainda falando em Skillshots, cada um deles é mais hilário que o outro, tanto em relação à sua execução quanto em relação ao seu nome. Muitos possuem nomes que têm a ver com sexo, aliás. Tente imaginar o que é necessário para realizar o Skillshot “assplosion”. :) Os personagens não ficam atrás quando se trata de mencionar partes de seu corpo que estão “escondidas”. A própria Trishka, após uma queda, menciona que está com uma “dor enorme no traseiro”.

A diversão também pode vir, de repente, da observação. Existem algumas bolas que contêm uma espécie de toxina espalhadas pelo planeta. Se você atirar em alguma delas com alguns inimigos, mutantes ou não, por perto, eles farão o trabalho por você, ou seja, eles se matarão. É muito divertido.

Batalhas contra monstros enormes também fazem parte do gameplay. São momentos onde você deverá utilizar muita astúcia, além de correr muito. Um destes monstros, aliás, é tão insistente, que por diversas vezes você pensa que ele já morreu, mas não: o bichão volta à ativa, capengando, aguardando por novos tiros que você, muito gentilmente, disparará.

Matar inimigos que se encontram do outro lado de portões e/ou outros objetos que possuem pontas afiadas é muito interessante. Basta disparar a “leash” na direção dos mesmos. O enredo deste belíssimo trabalho da Epic Games e da People Can Fly também mostra alguns conflitos entre o lado humano e o lado cibernético do amigo de Grayson, Ishi. Constantemente a inteligência artificial, digamos, que foi dentro dele implantada, tenta tomar o controle, transformando-o em uma criatura fria e nada amigável.

Alguns mistérios também são “lançados” no decorrer do gameplay, envolvendo o Dead Echo, o Sarrano e a Trishka, dentre outros. É claro que todos serão resolvidos, mas é mais do que óbvio que não vou comentar a respeito deles neste review. O Sarrano, aliás, é um calhorda sem sentimentos nem tampouco nenhum tipo de honra, além de possuir um senso de humor bem irritante, o qual ajuda o jogador a sentir ainda mais raiva do personagem. Ele, além de tudo, é extremamente manipulador. E olhe que não estou falando do que ele fez com o Grayson e seu grupo, aqui.

Se você andava cheio dos FPS’s que “andam à solta” por aí, você deve jogar Bulletstorm. O game é belíssimo, divertido e desafiador. E seu final deixa claro que haverá uma continuação. E esta, com certeza, também será imperdível.

Outros modos de jogo

O Multiplayer de Bulletstorm é muito interessante. Diferentemente do encontrado na maioria dos FPS’s por aí, aqui o lance é se unir a outros jogadores e matar os inimigos controlados pela inteligência artificial. Aliás, Skillshots em conjunto são muito bem vindos aqui. Um jogador usa a “leash” para puxar o inimigo, por exemplo, enquanto outro(s) atira(m) e mata(m) o dito cujo. Muito interessante.

Existe também um outro modo de jogo em Bulletstorm, além da campanha e do multiplayer acima mencionado. Trata-se de um modo offline chamado “Echoes”, no qual você entra nas mesmas fases que já jogou com a finalidade de jogá-las novamente, é claro, e realizar Skillshots/matar inimigos, visando enviar sua pontuação à leaderboard. Não achei o “Echoes” muito interessante, entretanto.

Conclusão

Bulletstorm é um grande furacão que soprou a poeira do gênero FPS. Um game que chegou em boa hora, mostrando que jogos de tiro em primeira pessoa também podem inovar e oferecer elementos únicos e divertidos ao gamer. Jogue sem medo. E dê muitas risadas.

Ficha Técnica

Título: Bulletstorm
Gênero: FPS / Ação
Desenvolvedora: People Can Fly / Epic Games
Distribuidora: Electronic Arts
Data de lançamento: 22 de Fevereiro de 2011
Plataformas: Xbox 360, Playstation 3 e PC
Versão analisada: PC

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13 Comments

  1. Quando eu acabei Bulletstorm eu fiquei meio “mas já?”, imaginava que teria mais história, entende? Isto acabou me deixando um pouco pra baixo com o jogo. É como mostrava nos vídeos, o interessante são as skillshots.
    Uma das skillshots mais divertidas é vir deslizando e atirar com a shotgun no inimigo (deve ser a “torpedo” ou algo do tipo). :P

    E como vc falou dos gráficos, não têm como não se maravilhar. Logo no início, na parte do “flashback jogável”, em que você vai descendo o prédio vc fica “OMG, que cenário :O”. hehehehe

    Belo review.

    Reply
    • @Tiago Santana,

      Valeu Tiago. :)

      Então, eu até que achei a duração dele legal. É claro que ficou o gancho, no final, para uma continuação. Sei lá, eu adorei. Os Skillshots são um recurso e tanto. Ajuda a tornar o game muito mais bacana, em minha opinião. Essa de deslizar e usar a shotgun é muito legal. Aliás, deslizar é muito legal, no jogo.

      Os gráficos são fantásticos, mesmo. Essa parte do início que você citou: Meu Deus! É muito linda. :)

      @Erick,

      Tira o escorpião do bolso e compra o game…hehehehehe

      @CARLOX,

      Ah, carlos, acho que pode ser questão de gosto, mesmo. Eu adorei o game. :)

      Olha, por que não baixa a demo do game pro Xbox?

      http://marketplace.xbox.com/en-US/Product/Bulletstorm-Demo/66acd000-77fe-1000-9115-d802454188f0?cid=search

      Quem sabe você não muda de opinião.

      Olha, sobre os reviews que escrevo, digamos que estou expandindo aos poucos a “área de abrangência”…rsrsrs Vamos ver o que vai rolar. :)

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  2. Sacanagem! Só pra me deixar babando!

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  3. Errrr… li todo o review, mesmo assim não me interessei ainda pelo game,acredita Marcos? sei lá, já vi vários videos, agora li o review e mesmo assim ainda não me dispertou interesse.

    obs: Marcos você faz review em games de luta também? ou em games de aventura? tipo WWE All Stars ou Dynasty Warrios 7, foram games que foram lançados essa semana que passou e eu não sei se são bons.

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  4. Bulletstorm é muito encantador. Tá aí um jogo que pretendo comprar pra PS3.

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    • @bruckxd,

      Se é. Vale cada centavo. Eu peguei pra PC. Mas é um game que te prende. E é muito bonito, além de tudo.

      Reply
  5. @Marcos:

    Deslizar é salvação. Foram incontáveis as vezes, que tava com pouco HP e saí deslizando pros cantos. xD

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    • @Tiago Santana,

      Nossa, aconteceu isso comigo muitas vezes também. E, além de tudo, o efeito é impressionante. Não vou negar que muitas vezes deslizei sem precisar, mesmo…hehehehehehehe

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  6. Excelente análise.

    Só me deixou com ainda mais vontade de comprar.

    Bem que a Steam poderia fazer uma promoção, acho que ainda está caro, mas tudo bem, o game é muito recente ainda.

    Vou comprá-lo com certeza, mas somente quando estiver em promoção, terei que resistir bravamente.

    Reply
    • @Hawk,

      Valeu, Hawk. :)

      O game é fantástico. Divertidíssimo, e belíssimo, ainda por cima. É, o game é recente. Quem sabe mais pra frente não entre em alguma promoção no Steam. Já jogou a demo dele?

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  7. Marcos meu garoto, vim aqui me redemir!
    acabei de fechar o game, acabei de ver creps,skulls,burnouts,godzilla e os bichos tôxicos virarem poeira cósmica xD

    Vou logo dizendo que odiei te visto o Ishi morrer, porém, o p… do Sarrano transformou ele velho O.O OMG

    Que venha o Bulletstorm 2, espero que dessa vez venha em um planeta ainda mais louco e com mais raças ainda em guerra xD.

    obs: -não consegui tomar todas as cachaças do Gray.

    -não consegui destruir todos os robozinhos.

    -não consegui fazer todos os tipos de mortes.

    =(

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    • @CARLOX,

      Eu te falei, Carlos…rsrsrs :)

      O jogo é fantástico. Lindíssimo. Pessoal, cuidado que tem spoiler…hehehehehehehehe

      As bebidas do Gray eu consegui, agora, os robozinhos não, infelizmente. Também não consegui realizar todos os Skillshots. Mas que negócio bacana esse dos Skillshots, hein? Que jogo! Eu te falei!

      Também adorei Bulletstorm. Um dos melhores FPS’s do ano, sem dúvida.

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  8. esqueci de dizer, amei o game S2 ^^’

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