(Review) Far Cry 3: Blood Dragon

Far Cry 3: Blood Dragon

Muitos (inclusive eu) pensaram que se tratava de uma brincadeira da Ubisoft. Uma brincadeira de 1º de abril pegando emprestado o nome e o sucesso (merecidos) de Far Cry 3, lançado em 2012. Mas não. Felizmente não era uma brincadeira, e o a princípio estranho Far Cry 3: Blood Dragon se tornou uma realidade no dia 01 de Maio de 2013. Para nossa alegria.

O jogo foi desenvolvido pela Ubisoft Montreal, e é também uma carta de amor aos anos 80. Claro, uma carta repleta de trechos ridículos (porém apropriados) e frases engraçadas. Mas, uma carta que merece ser lida do início ao fim. Blood Dragon não é uma expansão, não é um DLC, e nem tampouco requer Far Cry 3 para ser jogado.

Você pode adquiri-lo separadamente e dele desfrutar sem problema algum, até mesmo porque os eventos que nele ocorrem são completamente desconectados daqueles do título anterior da série. É um outro game, uma outra história. Parece até mesmo que estamos em um outro universo.

Far Cry 3: Blood Dragon

Para melhorar ainda mais as coisas (digo isto como alguém que continua jogando e adorando Far Cry 3), temos as mesmas mecânicas, os mesmos veículos, o mesmo mundo aberto (se bem que limitado) e missões paralelas semelhantes.

Far Cry 3: Blood Dragon é, em diversos sentidos, o oposto de seu antecessor (se é que podemos tratar as coisas desta maneira), pois quase sempre o nível dos exageros aqui é enorme. No lugar de Jason Brody temos o Sargento Rex Power Colt. Um ciborque da série Mark IV. Um cara durão, meio homem meio máquina (o final do jogo guarda inclusive algumas revelações muito “interessantes” sobre este fato). Um badass, sim, um cara que faz firulas até mesmo enquanto recarrega suas armas. E que firulas.

Far Cry 3: Blood Dragon

O começo do jogo já nos deixa com a pulga atrás da orelha e nos faz duvidar da seriedade de seu enredo. Após algumas cutscenes no melhor estilo 8 bits (o “estilo” se faz presente durante todo o jogo, falando nisso), as quais falam a respeito de uma grande guerra nuclear que devastou o mundo e também nos apresentam ao protagonista cibernético (além de contarem com algumas pérolas verbais do companheiro de Rex, Spider, incluindo uma a respeito da necessidade de “recalibragem em seu traseiro”), somos colocados no comando de uma metralhadora à bordo de um helicóptero e, ao som de Long Tall Sally, do Little Richard, podemos atirar em tudo o que se move no chão, em torres e nos ares.

O jogo também brinca, de certa forma, com algumas das grandes reclamações a respeito de seu “irmão sério”. Muitos reclamaram do excesso de informações no HUD de Far Cry 3, no começo, de mensagens pipocando a todos os momentos, etc. O tutorial em Blood Dragon irrita o próprio personagem principal; temos um HUD falante, dotado de uma voz cibernética feminina verdadeiramente irritante. Veja algumas das preciosas informações que nos são fornecidas:

  • Pressione ENTER para demonstrar sua habilidade de ler;
  • Mover-se permite que você vá em várias direções empolgantes;
  • Olhe ao redor para olhar ao redor;
  • Distraia os inimigos com o seu d20… Nerd (o tal d20 é um dado de RPG – sendo que em Far Cry 3 lançamos pedras);
  • Correr é como andar, só que mais rápido;

Far Cry 3: Blood Dragon

Ainda podemos ler, mais adiante, a seguinte sugestão. Confesso que tive que apertar o pause para rir (muito), neste momento:

Cansado de tutoriais? Atualize agora para Kobayashi Tutorial Premium e nos deixe jogar o game pra você!

Me diz se você não pensou em DLCs caça-niqueis quando leu a frase acima? Ah, sim, temos lá também a propaganda do “Kobayashi Cyborg Lubricant”. Segundo o jogo, “lubrificando nosso futuro”. Após tudo isso, o nosso caro, muito macho e hilário soldado Mark IV diz o seguinte: “Odeio tutoriais, Ca****o. E este é horrendo“. Claro, está aqui também uma grande tiração de sarro de muitos tutoriais por aí que tornam o início de um jogo eletrônico muitas vezes maçante. Tutoriais que chegam a atrapalhar, principalmente quando o jogador possui anos de estrada em jogos de tiro em primeira pessoa, por exemplo, e o novo título que tem em mãos insiste em ensiná-lo a usar W,A,S,D + mouse, etc.

Far Cry 3: Blood Dragon

Far Cry 3: Blood Dragon não se leva a sério, e é claro que não devemos levá-lo a sério, pelo menos não no sentido em que levamos um outro jogo, um outro shooter, como o próprio Far Cry 3, por exemplo, ou Spec Ops: The Line e Ghost Recon: Future Soldier. O jogo inteiro é uma grande e deliciosa brincadeira de tiro durante a qual atiramos em inimigos cujo sangue é azul. Ciborgues, em sua grande maioria. Um parque de diversões onde a dificuldade fica em segundo plano e coisas bizarras como crocodilos, cães e tubarões cibernéticos dividem espaço com os enormes e assustadores (a princípio) Dragões de Sangue.

Far Cry 3: Blood Dragon

No começo deste texto comentei a respeito do jogo e de sua ligação com os anos 80. Acontece que tudo no jogo é exagerado, e se você espera por uma experiência normal, pode esquecer. 🙂 Aqui, diversão, cafonice e bizarrices são coisas levadas muito a sério, e enquanto Rex Power Colt vai em busca dos responsáveis pela invasão ao “Setor Preto”, o que salta aos olhos são os brilhos exagerados, as cores berrantes do cenário e dos inimigos, os neons, a trilha sonora capaz de provocar muita nostalgia em quem curtiu os anos 80 e, claro, a ação, sendo que este elemento em especial é recheado de absurdos, de surpresas e de ótimos momentos.

A história se passa no ano de 2007, em um cenário pós-apocalíptico, e não podemos deixar de associar tudo isso com a Guerra Fria. Esta associação fica ainda mais forte quando conhecemos o grande vilão do jogo, o Coronel Ike Sloan, líder da Força Ômega (veja só, até o nome desta facção nos remete aos filmes da década de 80 – aliás, você se lembra de Comando Delta, com Chuck Norris?).

É como se uma máquina do tempo nos levasse ao passado, mas a um passado diferente, no qual Estados Unidos e União Soviética apertaram os botões. Digamos que somos levados a uma realidade alternativa, a qual nos mostra um “futuro que foi esquecido no passado” e onde nos deparamos com as consequências de um conflito que nunca aconteceu.

Far Cry 3: Blood Dragon

Rex menciona os “comunas” por diversas vezes, e também está imbuído de um patriotismo que beira o ridículo. Muito disso foi visto nos filmes lançados durante os saudosos anos 80. “Morrer pelo meu país” é uma daquelas frases que, em Far Cry 3: Blood Dragon, é dita sempre naqueles momentos clichês, para os fortalecer ainda mais. Isto sem contar com a clássica “Só fiz o meu trabalho”, ao receber elogios.

Voltando a falar um pouco de coisas hilárias, é impossível ignorar o HUD fornecendo o objetivo de uma das missões da seguinte maneira, simples e direto: “Objetivo: Penetrar a porta de trás“. É claro que o objetivo fica claro, no jogo, e a informação poderia ter sido passada de outra maneira, com outras palavras, mas aí não seria tão engraçado e, bem, explicar o óbvio desta maneira, em um jogo como este, no qual o jogador pode esquecer qualquer tipo de ligação com a realidade, é bastante inusitado.

Que dizer do próprio protagonista enxergando o absurdo de caçar tesouros, baús, relíquias e coisas do tipo, expressando seu descontentamento com a seguinte frase: “Então eu tenho que encontrar essas merdas, para abrir umas merdas e então ganhar umas merdas? Saquei“? É ou não é um pequeno “tesouro de um protagonista overpowered” escondido em um jogo de tiro que, ao contrário da grande maioria por aí, tira sarro dele mesmo, de elementos presentes em tantos outros por aí (inclusive no próprio Far Cry 3), e que não tem pudor algum em nos colocar na pele de um ciborgue que diz que ama 2007 quando observa portas abrindo sozinhas?

Far Cry 3: Blood Dragon

Telas de loading também nos brindam com frases, “dicas” e informações verdadeiramente memoráveis, além de extremamente úteis hilárias. Frases que explicam o óbvio, frases irônicas, frases que são acompanhadas por uma barrinha de “tracking” muito mais do que bem vinda, falando nisso (e você, teve um vídeo-cassete com 4 cabeças? 🙂 ). Frases como as abaixo, por exemplo:

  • [Usar] a habilidade “Morte de Baixo” significa que o inimigo é mais alto que você;
  • Levando muitos danos? Pare de levar tiros, OK? Eu juro, é como falar com um macaco;
  • Nós te recompensamos com Cyber-Points por ações realmente questionáveis. Então, nós te deixamos comprar equipamentos que permitem que você faça coisas ainda mais questionáveis;
  • Granadas explodem;
  • A Viagem Rápida permite que você viaje. Rápido;
  • Rifles Sniper: armas de curto alcance para quando você acidentalmente seleciona a arma errada;
  • Aposto que o seu personagem pode segurar a respiração por mais tempo do que você;

Far Cry 3: Blood Dragon

E por aí vai. Topar com essas telas de loading em Far Cry 3: Blood Dragon é divertidíssimo. Através delas se percebe que a Ubisoft fez de tudo para manter a diversão e o humor sempre presentes, mantendo o jogador no clima mesmo naqueles momentos em que o Rex Power Colt não está atirando em tudo e em todos.

Temos aqui um jogo de mundo aberto, também. Mas, ao contrário do FPS que tem Jason Brody como protagonista, aqui não temos muitos motivos para relegar o enredo a segundo plano. Não por muito tempo, pelo menos, e somos conduzidos meio que por mãos de ferro através dos absurdos e delícias da campanha.

O mapa é bem menor, também, e para nos ajudar a finalizar logo a campanha, temos a presença constante (via rádio) da Dra. Elizabeth Darling, a qual nos mantém informados a respeito dos horrores que cercam Sloan, de seus planos para o “futuro”, etc. E, não se preocupe: rola um clima entre a doutora e o protagonista, também (muito mais que um clima, aliás).

Fitas VHS, fitas cassete e outros itens se encontram espalhados pelo mapa, apenas aguardando pelo jogador. Enquanto vamos em direção a tais objetivos, sempre nos deparamos com ciborgues inimigos andando ou em jipes, e podemos certamente matá-los (como também sermos mortos, obviamente).

Far Cry 3: Blood Dragon

São momentos bacanas, principalmente se algum Blood Dragon se encontrar nas proximidades: você pode usar o dragão a seu favor. Basta jogar os corações cibernéticos que vai coletando dos inimigos na direção desejada e o dragão sai em disparada atrás do “petisco”. Os ciborgues de sangue azul até tentam combater a fera, mas não obtêm sucesso, é claro. Podemos também mergulhar, no oceano, em rios e em lagos, pilotar asas-delta, dirigir jipes muito parecidos com os de Far Cry 3 e também brincar um pouco de carmageddon no cenário retrô-futurista-luminoso-demais do jogo

Far Cry 3: Blood Dragon

Garrisons (equivalentes aos OutPosts em FC3) também podem ser libertados, e aqui podemos utilizar diversos tipos de abordagem, incluindo stealth. É sempre bem divertido, além de render recompensas as mais diversas, desde upgrades para o armamento até missões extra. Existem algumas missões, falando nisso, em que devemos eliminar todos os ciborgues inimigos sem sermos detectados. Um refém, um cientista, se encontra no centro de uma formação, e se algum dos inimigos nos ver, quase todos começam a atirar no cientista. Como o objetivo é resgatar o refém são e salvo, a missão então acaba, e temos de recomeçar.

Mas a cereja do bolo é, mesmo, a campanha. A história que envolve Sloan, Rex, a Dra. Darling (que nome mais engraçadinho, não?) e o Dr. Carlyle. Fazem parte dos “momentos Carlyle”, aliás, arenas sensacionais nas quais temos de enfrentar hordas enormes de zumbis, os tais “mortos velozes”. Ação rápida e inimigos impiedosos, é o que temos aqui, e tudo isto culmina com a obtenção de uma arma impressionante e, claro, brilhante, a Estrela da Morte.

Assim que a tem em mãos, Rex a ergue aos céus e grita: “Pelos poderes de Greyskul!”. E o resto você já sabe. A impressão que tenho, inclusive, é que Far Cry 3: Blood Dragon é muito daquilo que Duke Nukem Forever deveria ser, ou poderia ter sido.

Far Cry 3: Blood Dragon

A evolução do personagem também é bacana, e simples, o que contribui mais ainda para que o jogador se concentre na matança. Nada de distribuir pontos em uma enorme árvore de habilidades. Tudo é automático, neste quesito, e habilidades diferentes vão sendo destravadas conforme vamos subindo de nível, seguindo parâmetros pré-estabelecidos.

Não espere por nada politicamente correto por parte do protagonista. O cara é um “rambo turbinado” que vive mostrando o dedo do meio e que não hesita nem um pouco antes de soltar um palavrão ou dizer ironicamente, após destroçar um inimigo com a escopeta: “Silenciosa e mortal“. Jogando Far Cry 3: Blood Dragon podemos nos lembrar facilmente de filmes como, por exemplo, Rambo, “O Exterminador do Futuro” (juro que torci para que o braço humano do Rex fosse destroçado e eu tivesse então de consertá-lo) e Karatê Kid (as cutscenes exibindo o protagonista durante treinamentos árduos são imperdíveis), além de alguns filmes estrelados por Chuck Norris e de personagens por ele protagonizados.

Far Cry 3: Blood Dragon

A ficção científica deste jogo da Ubisoft é toda ela revestida daqueles exageros todos que nós (ou pelo menos alguns de nós) adorávamos em filmes que, hoje, não causam o mesmo impacto e/ou parecem até mesmo ridículos. Armas futuristas e luminosas, lasers (uma das atualizações inclusive permite que o rifle Fazertron dispare cargas laser) e um dragão de ataque blindado que funciona como montaria (é um veículo de combate poderoso, também). Isto sem falar na trilha sonora do grupo Power Glove: sintetizadores para tudo quanto é lado e muita nostalgia.

Aliás, veja só o nome de algumas das armas do jogo:

  • A.J.M. 9;
  • Fazertron;
  • Terror 4000;
  • Kobracon;
  • Galleria 1991;
  • Bow (arco-e-flecha) – com luzes neon, claro;

O mundo pós-apocalíptico no qual se passa o jogo não causa impacto algum no jogador, vale ressaltar. Não é algo triste. Sua vista pode ficar um pouco cansada, mas é só. Você pode até mesmo se esquecer deste detalhe, tão grande é o absurdo das situações que ocorrem durante as missões, sem esquecer também, claro, dos engraçados e ridículos diálogos entre os personagens. Não, não temos aqui um mundo devastado que causa tristeza, e sim um mundo devastado que parece pedir para que a velha (nas palavras de Sloan) máquina Mark IV que comandamos cause ainda mais destruição.

Talvez meu único (pequeno) problema com o jogo seja o fato de muitos momentos serem escuros, principalmente enquanto estamos dirigindo pelas “terras sem lei”. Isto, é claro, não diminui nem um pouco a diversão, e é esquecido quando entramos em alguma fortaleza, por exemplo, dado o grande número de holofotes, inimigos luminosos, lasers e outras fontes de luz com as quais nos encontramos.

É digna de nota também a atuação de Michael Biehn (Aliens, o Resgate, O Exterminador do Futuro, etc) como a voz de Rex Power Colt. E, afinal, finalizada a campanha, nos é perguntado o seguinte: “Fim do jogo – Retornar para a ilha e continuar matando?“. Isto sem falar em outro momento sensacional, estilo “Luke, eu sou seu pai!”. Digna de nota, também, aliás, muito digna, é uma conversa entre Rex e a Dra. Darling a respeito dos jogos eletrônicos. Este diálogo é uma tremenda crítica a muitas pessoas e setores que criticam os videogames e tentam culpá-los e/ou relacioná-los com a violência no mundo real de qualquer maneira.

Far Cry 3: Blood Dragon

A doutora solta a seguinte explicação logo após um breve diálogo durante o qual Rex perguntou se ela jogava:

Sim, Rex. Videogames são mecanismos de fuga comprovados, como qualquer hobby. Estudos demonstraram que eles melhoram a coordenação visual, capacidade de resolver problemas, interação social e auto-estima. E nenhuma pesquisa conseguiu provar a relação entre videogames e violência.

Far Cry 3: Blood Dragon

Achei muito bacana, também, o fato de um título tão interessante, divertido, cômico, politicamente incorreto e repleto de tantas referências legais ter sido desenvolvido por uma grande empresa como a Ubisoft. Um game como este certamente não é algo com o qual o mercado está acostumado (pelo menos não como obra de uma empresa como a Ubisoft), e se pararmos para pensar nos riscos envolvidos com o desenvolvimento de algo tão fora dos padrões, tudo fica bem mais bacana e louvável. Confesso que não esperava por algo assim, e o que vi me deixou com mais fé no futuro dos jogos eletrônicos, bem como no trabalho da gigante francesa.

Conclusão

Far Cry 3: Blood Dragon é um dos mais criativos e divertidos jogos de tiro em primeira pessoa que já tive o prazer de jogar. Trata-se de um FPS diferente e repleto de personagens politicamente incorretos. Suas piadas e referências aos anos 80 ajudam a tornar a experiência ainda mais interessante, principalmente porque tudo é tratado com enorme exagero. Temos tiroteios frenéticos, inimigos que reagem de maneira exagerada, muita luz e neon e frases e atitudes nonsense que são capazes de nos fazer rir bastante. Não perca este jogo, principalmente se você curtiu os anos 80 e ouvia Falco (só não vá me dizer que usava pochete).

Além disso, trata-se de um título a respeito do qual posso dizer seguramente: vale muito mais do que aquilo que custa (R$ 29,99, no Steam). E como um motivo a mais para retornar ao jogo após encerrar a campanha, lembre-se: a KillStar fica com você. Ela é sua, e causa um estrago danado. Até mesmo os grandes Dragões de Sangue são facilmente mortos, com ela. Liberar um Garrison em posse desta arma, então, será moleza, a não ser, claro, que você prefira ação furtiva.

Ficha técnica

Título: Far Cry 3: Blood Dragon
Gênero: ação / FPS
Desenvolvedora: Ubisoft Montreal
Publisher: Ubisoft
Data de lançamento: 01 de Maio de 2013
Plataformas: PC / Xbox 360 / Playstation 3
Versão analisada: PC

Ouça um pouco da trilha sonora

O Power Glove liberou algumas faixas da trilha sonora do game no SoundCloud. Algumas delas podem ser resgatadas através do uPlay, também, mediante a utilização dos pontos que ganhamos com cada conquista desbloqueada.

Confira abaixo. São muito boas:

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