O novo Medal of Honor foi lançado em 12 de Outubro de 2010, para PC, Playstation 3 e Xbox 360. Na verdade trata-se do mais novo título pertencente a uma série bem antiga, já, a qual iniciou ainda na época do primeiro Playstation. O último jogo da franquia foi Medal of Honor: Airborne, lançado em 2007. Após um hiato de 3 anos, eis que a Electronic Arts nos brinda com mais um título desta série, outrora ambientada na segunda guerra mundial.

A EA trouxe Medal of Honor para os dias atuais. Trata-se de guerra moderna, é disto que estamos falando. Assim como a série Call of Duty também já sofreu uma repaginada, o mesmo ocorreu com a série da EA. O novo Medal of Honor, título a respeito do qual escrevo neste review, é ambientado no Afeganistão e nos conflitos que ali ocorrem, tendo, é claro, as forças armadas norte americanas como protagonistas e os Talibãs como inimigos. Ferrenhos, diga-se de passagem. A Al-Qaeda também é mencionada em diversos momentos do game, mas é com os Talibãs que teremos de “lidar”, neste lançamento.

Medal of Honor sofreu muito com algo que, de certa forma, não deixa de ser uma censura, em minha opinião. Desnecessária e ridícula, diga-se de passagem. Devido à “pressões externas”, a EA foi obrigada a alterar o nome dos Talibãs no modo multiplayer do game para “Opposing Forces”, como se a simples mudança de um nome mudasse alguma coisa. Tal mudança deveu-se a protestos iniciados pelas famílias de soldados que lutam ou morreram no Afeganistão, também.

A mudança de nome não muda coisa alguma, entretanto, pois o game permanece o mesmo, e no modo campanha você e seus aliados combatem os Talibãs, e podem por eles serem motos. Vocês também os matam, é claro. Que diferença faz, portanto, ser morto ou matar (no game) um Talibã ou um membro das “Forças opositoras”, no singleplayer ou no multiplayer? O fato do controle de um estar “nas mãos” da máquina e do outro não? É realmente uma pena que uma gigante como a EA não tenha conseguido manter sua idéia original e, assim, manter o contexto e a idéia iniciais até mesmo no multiplayer de Medal of Honor.

Nada disto muda, entretanto, a experiência proporcionada pelo game, nem tampouco o fato de que o “renascimento da franquia Medal of Honor”, digamos assim, de certa forma representa um grande marco. Fazendo uso da engine Frostbite, engine esta utilizada também em Battlefield: Bad Company 2, por exemplo, Medal of Honor, entretanto, não conta com as construções totalmente destrutíveis como BBC 2.

História

O jogo se passa no Afeganistão, e quase que inteiramente nas montanhas. Seu início se dá à noite, já com os Tier 1 em ação, em território inimigo. O objetivo é, basicamente, destruir acampamentos e quaisquer membros armados do Taliban que você encontrar pela frente. Apesar de estarmos em uma franquia diferente, Medal of Honor (2010) possui inúmeras semelhanças com Battlefield: Bad Company 2, título também lançado em 2010.

Trata-se de um game que oferece missões onde você deve utilizar mais tática e menos arroubo. Nada daquele estardalhaço todo que observamos em Call of Duty: Modern Warfare 2. É claro que o “fator Afeganistão” conta muito a favor do game. Fornece um apelo adicional e interessante, apesar de muitas vezes perigoso e trágico, ao lidarmos com algo real, uma guerra real, onde pessoas estão morrendo. Este fato pode fazer com que muitas pessoas se afastem do título, se esquecendo, por exemplo, de que daqui há alguns poucos anos games como este serão jogados e encarados como hoje o são games ambientados na segunda guerra mundial.

Infelizmente a história de Medal of Honor se resume a ataques ao inimigo, e algo que poderia ser mais explorado pela EA e pelos desenvolvedores não o foi: a interação entre os protagonistas. Durante a campanha você “encarna” personagens diferentes, e “passa” pelos Rangers e pelos Tier 1, além dos SEAL’s. Em todos estes 3 grupos não são criados muitos vínculos entre os personagens, e pode-se dizer até que falta, em determinados momentos, um posicionamento mais “pessoal” por parte de seus companheiros. Jogando como um Tier 1 você obterá mais doses de camaradagem, vale lembrar, mas não espere por muita coisa neste aspecto.

Não se trata de nada que atrapalhe o gameplay em si, mas este tipo de lacuna poderia muito bem ter sido melhor explorado. É claro que existem momentos emocionantes. Dramáticos. Trágicos. Muito tristes, algumas vezes. Entretanto, a visão que você tem de tudo isto é a de um expectador, em grande parte das vezes, e não a de alguém que está ali, naquele momento, no meio do conflito. Talvez tenham tentado retirar um pouco da grande carga emocional contida no enredo, devido a toda a polêmica que o game causou (e continua causando), mas em minha opinião isto não muda em nada o fato de que estamos lidando com uma guerra moderna e real. Agora mesmo soldados podem estar morrendo enquanto jogamos nossos novos MoH cômodamente sentados em frente a nossos monitores ou televisores.

A história de Medal of Honor é muito interessante, apesar dos personagens não possuírem um vínculo emocional como os de Battlefield: Bad Company 2. Seu final é emocionante, diga-se de passagem, talvez para compensar algumas “ausências” neste sentido, durante a campanha. Se você gostou de BBC 2 certamente gostará deste título. São obras de arte oriundas de estúdios artísticos que receberam cuidados, muitas vezes, das mesmas mãos.

A campanha do game é curta, entretanto. Como em Battlefield: Bad Company 2 e Modern Warfare 2, aliás. E se fizermos aqui uma comparação entre os três títulos, poderíamos muito bem colocar BBC 2 ao lado de Medal of Honor, em termos de jogabilidade, enredo, gráficos, gameplay e experiência proporcionada. Em minha opinião, MoH e BBC 2 ganham, nestes quesitos, de MW2.

Jogabilidade

A jogabilidade deste título é muito intuitiva e fácil. Principalmente para quem está acostumado a jogar FPS’s. No PC, então, é muito simples. Aliás, não deixo de mencionar aqui o fato de que prefiro jogar First Person Shooters no PC. Tudo é muito mais preciso, e o conjunto teclado + mouse proporciona precisão e resposta muito mais rápidos.

Existem, como em qualquer game, detalhes que diferenciam a jogabilidade deste game de outros FPS’s mas, em suma, você não conseguirá se perder nem tampouco sentir dificuldade ao jogar Medal of Honor. W, A, S, D + mouse e algumas teclas extras no teclado formam o conjunto que te darão controle total do seu Ranger ou do seu Tier 1, por exemplo. Vale ressaltar que esta análise de Medal of Honor foi escrita a partir de minha experiência com a versão para PC, do game.

Todas as respostas são rápidas, os personagens se movimentam de acordo e são lentos ou rápidos conforme você exige isto deles, e contam inclusive com a habilidade de rastejar. A sensação de realismo no manuseio das armas é muito grande, e você sente que cada disparo influencia no seguinte, e isto pode ser mais ou menos impactante dependendo do tipo e do calibre do armamento que você está utilizando no momento. Correr, andar, pular, agachar e lançar granadas são outros movimentos/ações comuns, como em qualquer outro bom FPS.

Jogando Medal of Honor

O jogo é interessantíssimo. Você não consegue largar o controle (ou o teclado e o mouse) por muito tempo, antes de finalizar a campanha. Apesar das semelhanças com BBC 2, entretanto, senti muita falta das construções destrutíveis presentes neste último. O máximo que você consegue destruir em Medal of Honor, com tiros, são algumas poucas rochas esparsas.

Tiros provocam marcas nos mais diversos tipos de elementos encontrados durante o gameplay, mas não espere derrubar uma casa ou uma parece inteira a tiros, como em Battlefield: Bad Company 2. Isto está totalmente fora de cogitação. Grande falha, em minha opinião, pois tivesse esta possibilidade sido inserida no game, teríamos uma “experiência de guerra” muito mais realista e intensa.

Vale ressaltar que o inverso é possível, algumas vezes. Existem momentos em que você deve procurar outro abrigo, no meio de um tiroteio, simplesmente porque os tiros inimigos estão pondo abaixo o casebre em que você se encontra. É notável a diferença entre os personagens que você controla, no jogo. Enquanto os Tier 1 são muito precisos, meticulosos, cuidadosos e trabalham muito mais unidos, os Rangers são destemidos, bravos e barulhentos. Grande parte da campanha ocorre com você na pele de um Tier 1 cujo codinome é Rabbit.

Não faltam elementos “stealth”, momentos de extrema pressão em que você deve aguardar pela passagem de alguma patrulha inimiga escondido no meio da folhagem ou entre as rochas, e outras situações smilares. Através do HUD você consegue obter detalhes sobre seus companheiros, como por exemplo localização e nome, e também a distância que falta para o próximo objetivo. Não pense que sair atirando para tudo quanto é lado é a melhor escolha, aliás. Fogo amigo não é tolerado, e se você matar um de seus companheiros a missão será reiniciada. Patrulha e vigilância de perímetros até que determinado evento aconteça também fazem parte das situações que você enfrentará, em MoH.

Se em alguns pontos Medal of Honor falha ao fornecer maior interação e emoção entre os membros da equipe, existem alguns momentos em que isto é ressaltado, entretanto. Poucos, mas existem. Você pode solicitar munição a qualquer membro de sua equipe, mas desde que você realmente precise. Solicite sem precisar e você poderá ouvir um “- Você já tem o suficiente”. Em outros momentos, você pode ter de matar um inimigo à distância, utilizando um rifle de precisão. Caso demore muito entre um tiro e outro, poderá ouvir seu companheiro do lado dizer que você precisa segurar sua respiração, para atirar, mas não parar de atirar.

Você pode utilizar, como coadjuvante, alguns veículos. ATV’s (espécie de quadriciclos), jipes e até helicópteros. Aliás, utilizar não seria a palavra exata, com excessão dos ATV’s. Por isso utilizei a palavra “coadjuvante”. No helicóptero e no jipe, você fica apenas no controle do armamento. A ação em Medal of Honor, em muitos momentos, é muito intensa. Você deve andar agachado com muita frequência, e por diversas vezes, deve até rastejar. Grupos enormes de inimigos são encontrados em meio às montanhas, e em diversos momentos o apoio aéreo salva sua pele de maneira estupenda. Não fosse assim, a morte seria certa.

A balística foi implementada de maneira perfeita no game, e você percebe isto, por exemplo, ao utilizar determinado tipo de rifle de precisão e ter de lidar com os fatores “vento”, “distância”, “inclinação do terreno”, etc. Tiros certeiros não são muito fáceis em muitas situações, e até o peso das armas influencia no “resultado final”. No controle do SOFLAM, você marca alvos para que o apoio aéreo então os destrua. É possível, inclusive, dependendo da missão, informar a direção a partir da qual os tiros devem vir.

A IA é bem desenvolvida. Dificilmente (exceto naqueles casos de “cartas marcadas”) você pega um inimigo desprevenido. Eles são muito insistentes, aliás, quando o assunto é encher você de balas. Se você não tomar cuidado poderá enxergar sua mão caída no chão por diversas vezes.

Os óculos de visão noturna prestam uma ajuda extremamente bem vinda durante a noite, pois esta, na montanha, é realmente muito escura. E existem momentos em que você deve penetrar em cavernas. Aí, então, tais óculos são mais do que necessários. O game se passa quase que totalmente, entretanto, nas montanhas. Isto cansa um pouco, e muitas vezes você chega a sentir vontade de parar de jogar, pois não há uma variedade de inimigos e cenário. Mas com um pouco de insistência você vai descobrindo, aos poucos, que ele proporciona muitos bons momentos. É muito divertido jogar Medal of Honor, diga-se de passagem.

Em relação ao fato do game se passar em grande parte nas montanhas, não é que isto seja um problema. Não é que os gráficos não sejam belos. Eles são. Belíssimos. Estou falando do eterno sobe e desce tendo rochas, poeira, gelo ou mato como “companheiros”. Chegar a uma pequena vila nas montanhas, mesmo que sob fogo cerrado, é um verdadeiro alívio, pois tais vilas representam uma variação no cenário extremamente necessária (e que deveria ter sido mais utilizada). É óbvio que o deserto e as montanhas, em si, são realmente monótonos, depois de um certo tempo. Mas em um game existem maneiras de tornar as coisas menos cansativas, e todos nós sabemos que a EA é bem capaz de fazer isto.

Gostei bastante, entretanto, do elemento “stealth” de Medal of Honor, elemento este que você “experimenta” quando na pele de um Tier 1. Muitas vezes você chega até a observar seus companheiros matando inimigos de forma sorrateira, o que não deixa de ser notável. Algo que chega a perturbar um pouco é o fato de, muitas vezes, o game deixar o jogador meio que a “ver navios”. Você está em uma missão de observação, por exemplo. Seu companheiro parado, do lado, como uma estátua. Você anda, anda e nada acontece, mesmo fazendo aquilo que foi especificado.

De repente, sem qualquer explicação, você percebe que uma ordem para se mover lhe está sendo dada. Não se preocupe, portanto: não existe um “ponto morto” no game. Você não ficará sem saída. Poderá demorar um pouco, mas a ordem será dada. Acredito que esta parte deveria ter sido implementada de forma mais objetiva, sem que fosse necessária, muitas vezes, uma certa perda de tempo nem tampouco exposição a riscos desnecessários.

As ações orquestradas que você, enquanto um Tier 1, executa, são fantástica. Chega a existir contagem regressiva, e os quatro membros da equipe, juntos, muitas vezes eliminam um pequeno grupo de inimigos de uma “tacada só”. Medal of Honor conta com problemas e também com acertos. Digamos que, em minha opinião, ele conta mais com acertos do que com problemas. Isto é natural, e acredito que a franquia agora prosseguirá. Aliás, o final do game deixa margem para isto, de forma muito interessante.

Gráficos e trilha sonora

Uma das coisas que mais me irritou neste game foi a indestrutibilidade das construções, questão com a qual “brincamos” bastante em BBC 2. Entretanto, a qualidade gráfica de Medal of Honor é muito competente, se desconsiderarmos aqui o elemento “água”. Sinceramente, achei a água em MoH muito mal feita. Ela possui um aspecto meio que plastificado, e é insensível à nossa passagem, por exemplo. Passe você correndo ou andando sobre uma poça d’água e poderá até ouvir um barulhinho de água, bem baixo. Mas respingos e coisa do tipo estão fora de cogitação.

Ressalto que isto não ocorre, entretanto, quando passamos sobre água montados em um ATV. Mas andando, é como se a água quase não estivesse ali, de tão estático permanece o elemento, quase que imune à nossa passagem. Não espere pela mesma vegetação com aspecto extremamente vivo de BBC 2, em Medal of Honor. No entanto, temos de elogiar seu aspecto bonito e bem feito, apesar de não muito interativo à nossa passagem.

A poeira do deserto chega a atrapalhar, algumas vezes, de tão realista. O vento pode levantar a poeira, em determinados momentos, e fazer com que você comece a receber tiros sem que no entanto enxergue nenhum alvo. O mesmo ocorre quando você solicita o apoio aéreo: a chuva de poeira e detritos que cai sobre sua equipe chega a sufocar, de tão bem feita. Dá medo, na verdade. É muito bonito e assustador, ao mesmo tempo.

O fogo possui uma vivacidade tremenda. As labaredas parecem vivas, e sua cor passa uma sensação de calor tremenda. Voar sobre as montanhas a bordo do helicóptero proporciona uma experiência impressionante, e você chega a pensar, muitas vezes, que está assistindo a algum filme de guerra. O painel do Apache AH-64D pode ser visto com muita clareza, e também impressiona. Disparar uma rajada de tiros ou alguns mísseis sobre as vilas dos Talibãs, no topo das montanhas, é uma experiência e tanto, seja pela música que acompanha a ação, seja pelo efeito das explosões, seja pelo efeito proporcionado pela ação pura e simples.

O amanhecer é belíssimo, em meio às montanhas, e a névoa gelada pode ser perfeitamente avistada, ao longe, enquanto você caminha cercado de paredes rochosas e/ou corre com sua arma em punho. É difícil não comparar Medal of Honor com Battlefield: Bad Company 2, até mesmo na parte gráfica.

A música do game é belíssima. Muitas vezes possuíndo uma nota árabe maravilhosa que pode ser intercalada com guitarras e baixo, ela acompanha a ação de forma perfeita. Nos momentos dramáticos ela é substituída por muito bem vindos temas orquestrais, os quais podem ser tristes, dramáticos, ou imponentes. Em minha opinião a escolha do “set list” para Medal of Honor foi perfeita. Trata-se de um verdadeiro primor, que em nada atrapalha a ação ou a concentração: muito pelo contrário. Logo no início do game você já é “introduzido no clima” com a ajuda da música, e é difícil não se empolgar.

O som das armas está muito bem feito. Entretanto, segue o mesmo padrão de BBC 2, e não chega a impressionar. O que percebi, entretanto, é que tudo sofreu um reforço, digamos, o que pode passar uma sensação de realismo maior ainda. Cada tiro repercute de forma muito forte, e a diferença entre as armas e calibres pode ser percebida de forma audível, perfeitamente. Mas isto já acontecia no título acima mencionado. Com menor intensidade, mas acontecia.

Outros modos de jogo

Além do modo multiplayer de Medal of Honor, onde existem quadro modalidades de jogo distintas (Sector Control, Combat Mission, Objective Raid e Team Assault), existe o modo offline “Tier 1”, o qual conta com leaderboards e coloca o jogador em diversas situações extremas e difíceis. São fornecidas medalhas conforme o seu desempenho, e você pode conferir sua posição no ranking de jogadores. No modo “Tier 1”, existem diversas ações que fazem com que o relógio pare por um tempo (é, o “Tier 1” é “temporizado”), como por exemplo headshots. Atire na cabeça de um inimigo e obtenha esta vantagem temporária.

Já em relação aos diferentes modos multiplayer de Medal of Honor, seguem abaixo maiores informações:

  • Sector Control: você e os membros de sua equipe devem lutar para assegurar a posse de determinadas posições;
  • Combat Mission: uma série de objetivos é apresentada a uma aliança de soldados;
  • Objective Raid: uma aliança de soldados deve defender dois objetivos contra sabotadores;
  • Team Assault: o bom e velho conhecido Team Death Match;

Vale ressaltar que já joguei o multiplayer de Medal of Honor e foi muito fácil encontrar partidas disponíveis. O matchmaking é feito de forma bem rápida, não enfrentei problemas com lag, e tudo transcorreu de forma perfeita.

Conclusão

Medal of Honor representa um belo ressurgimento da franquia. Apesar das falhas, estas são compensadas pelos “tiros nos pontos certos”, e o que temos em mãos é um game bonito, divertido, desafiador e repleto de momentos de tensão. Se você procura por um ótimo game de guerra e prefere ação com planejamento ao invés de “ação explosiva”, este game pode te proporcionar muitos bons momentos.

Ficha Técnica

Título: Medal of Honor
Gênero: Ação
Desenvolvedora: Electronic Arts
Distribuidora: Electronic Arts
Data de lançamento: 12 de Outubro de 2010
Plataformas: PC, Xbox 360 e Playstation 3
Versão analisada: PC

Mais imagens de Medal of Honor:

Poderá gostar também

Pin It on Pinterest