(Review) Metro 2033 – mutantes, fantasmas e muita ação

Metro 2033 Game - Review

Alguns jogos, mesmo não contando com nenhuma nova fórmula ou grandes inovações, conseguem deixar o jogador a eles presos de tal forma que o sossego somente é alcançado no momento em que os créditos começam a subir. Este é o caso de Metro 2033, FPS baseado no romance homônimo do escritor russo Dmitry Glukhovsky. Gostaria, aliás, de agradecer ao pessoal da Revista Fullgames, pelo envio da cópia que utilizei nesta análise (Fullgames 109).

Gostaria de começar dizendo que não temos aqui um “jogo velho” (muito pelo contrário), até mesmo porque a idade de um jogo é algo muito relativo e variável (além disso, este FPS foi lançado em 2010). O jogo da 4A Games nos apresenta a um mundo pós-apocalíptico deveras impressionante. A história acontece em Moscou, 20 anos após uma grande catástrofe nuclear, e os russos sobreviventes com os quais o jogador se encontra durante o gameplay vivem nos subterrâneos, em velhos túneis e estações do metrô.

Game Metro 2033

A superfície se transformou em um ambiente mortal, no qual máscaras de gás devem ser utilizadas obrigatoriamente e armas devem ser sempre mantidas em punho, pois as sobras do fogo nuclear não se resumem apenas a radiação e escombros. É na pele do jovem Artyom, um rapaz que coleciona cartões postais do “velho mundo” e que nasceu pouquíssimo tempo antes que tal mundo acabasse, que temos de enfrentar os horrores que Metro 2033 esconde.

O jogo conta com boas doses de ação, e seu lado survival horror é muito forte. Isto sem falar no fato de que também podemos nos encontrar com diversos fantasmas, durante o gameplay, sendo que alguns deles podem ser fatais. Até mesmo o vulto de uma criança perguntando “- Mamãe, onde você está?” pode nos assustar, em um dos túneis, bem como um trem fantasma. Temos também diversas criaturas mutantes para combater, inclusive os tais Dark Ones (ou Homo Novus), diferentes de seus “irmãos” bestiais.

Game Metro 2033

Inteligentes, cuidadosos e dotados de habilidades telepáticas, os Dark Ones são também assustadores. Sua atuação nos momentos finais do jogo é simplesmente espetacular, principalmente devido ao “puzzle mental” que eles montam para dificultar a vida do protagonista.

Temos também os Librarians, monstros enormes que se parecem com gorilas e que são quase que indestrutíveis. A melhor estratégia quando nos deparamos com um deles é encará-lo, de frente (a possibilidade de ataque, nestes casos, é reduzida – mas manter distância também é ótimo), nos movimentarmos lentamente e não atacá-lo. E que dizer, então, dos terríveis monstros alados que causam muitos problemas inclusive nos momentos finais do jogo? Eles são um verdadeiro show à parte. Um show de horrores, é claro.

Metro 2033 é um jogo no qual diversos ambientes oprimem o jogador, mesmo antes que algum inimigo seja avistado. Ambientes escuros, claustrofóbicos, decadentes e repletos de sombras que, muitas vezes, não são mais que simples sombras, pura e simplesmente, fornecem a diversas situações um clima de enorme suspense. Grande parte do jogo se passa em túneis, velhas construções e locais onde a escuridão grassa, mas não pense você que o jogo é feio ou que a escuridão esconde grande parte de seus encantos.

Muito pelo contrário: temos efeitos de iluminação e sombra soberbos. Gráficos simplesmente fantásticos, e diversas fontes de iluminação, naturais ou não, são capazes de fazer, em alguns momentos, com que nossa lanterna seja desnecessária. Ah, a lanterna, bem lembrado. O protagonista porta uma lanterna sem a qual jogar é impossível, em grande parte do jogo. É interessante ressaltar mais uma vez, entretanto, que Metro 2033 se passa em um mundo pós-apocalíptico.

Game Metro 2033

Tudo foi devastado, e muitas coisas tiveram de ser improvisadas. Temos munição de primeira linha (military grade cartdriges), fabricada antes do holocausto, poderosa e que serve inclusive com moeda de troca junto aos diversos mercadores que vendem armamento e equipamentos, e também temos a munição “normal”, menos eficiente porém mais abundante.

Somos equipados também com um carregador, o qual deve ser manuseado de tempos em tempos, para que a energia da lanterna não acabe justamente no momento em que mais precisarmos de luz (os óculos de visão noturna também precisam do carregador, vale lembrar). A operação de carregamento se dá através de diversos toques, no teclado ou no joystiq, os quais resultam em movimentos repetitivos, realizados pelo personagem principal. Um mostrador no equipamento (nitidamente algo improvisado e velho) chega a exibir o nível de carga.

Game Metro 2033

Podemos perceber claramente, durante do jogo, o facho de luz ir perdendo sua força e, é claro, nos causando grandes dificuldades, e também o aumento gradativo e rápido de luminosidade que acompanha o processo de recarga. Isto é algo muito bacana, que adiciona uma camada a mais de complexidade ao jogo. Além disso, podemos também utilizar armas pneumáticas e sermos obrigados a lidar com seu respectivo “pumping mode”, através de uma alavanca de bombeamento que aumenta sua eficácia.

E por falar em coisas diferentes, não posso deixar de mencionar aqui a utilização das máscaras de gás. Além da superfície, diversos locais nas profundezas contam com gases tóxicos que podem levar Artyom à morte rapidamente. Caso a máscara de gás não seja utilizada, o jogador verá e ouvirá o personagem principal se desesperar e lutar contra a morte de maneira angustiante. A morte chega bem rápido, neste caso.

Game Metro 2033

Mas só a máscara não basta. Filtros de ar devem ser utilizados na mesma, e tais filtros, além disso, não duram para sempre. Devemos sempre possuir um estoque razoável deles. Conforme cada filtro vai se degradando Artyom começa a respirar com maior dificuldade, e isto também pode deixar o jogador muito angustiado. Além disso, o visor da máscara começa a ficar embaçado, o que prejudica bastante o gameplay.

Como se não bastasse, a máscara pode ser danificada em combate. Rachaduras vão nela se formando e se expandindo, e caso ela chegue a se quebrar, podemos morrer mesmo com um bom estoque de filtros no inventário. Por este motivo, não é uma má ideia buscar por máscaras de gás (e realizar a troca) nos corpos de soldados mortos, bem como por munição e filtros.

Game Metro 2033

A maneira como o conjunto máscara-filtros funciona, bem como seu impacto na jogabilidade, é algo muito bacana e que pode transformar diversos níveis e situações em algo muito complicado, onde não somente os horrendos mutantes representam um risco. E para melhorar as coisas, também temos de combater alguns grupos de humanos, em Metro 2033.

Os Reds e o Fourth Reich são duas facções que vivem em constante conflito, e encontros com qualquer uma delas representam boas oportunidade para divertidos tiroteios, valendo lembrar que elas controlam diversas estações. Há até uma frase bem emblemática dita por um dos personagens, durante o jogo, o qual diz que antes do apocalipse houve uma guerra, e naquela os nazis perderam para os comunistas. Temos aqui, é claro, uma ótima referência à Segunda Guerra Mundial.

Os problemas causados pelo apocalipse no shooter da 4A Games, entretanto, vão além de ruínas, fantasmas, mutantes horrendos, inimigos humanos e os inteligentes Dark Ones. Bem, digamos que alguns destes problemas contam com variações e expansões. Podemos nos deparar, por exemplo, com bolas luminosas cujo toque é mortal, chamadas de Anomaly.

Metro 2033 conta com uma narrativa muito interessante e cheia de reviravoltas. Algumas vezes, o protagonista é salvo no último minuto de uma situação desesperadora, por personagens que imaginávamos estarem perdidos e/ou distantes. Os personagens Miller, Hunter e Bourbon, além da Black Station ocupada pelos nazistas, a qual deve ser vencida por Artyom para que este consiga se reencontrar com o Ranger Ulman (o qual ajuda o protagonista diversas vezes) e chegar até o enorme complexo de Polis, ajudam a tornar o jogo mais interessante e menos solitário.

Game Metro 2033

Mas também não se engane neste aspecto: diversos incidentes acabam fazendo com que Artyom tenha de enfrentar a escuridão e os monstros sozinho, separado de outros soldados; momentos em que sua própria sombra parece algo horripilante e se transforma em uma espécie de mau presságio. Momentos repletos de enorme suspense, na melhor das hipóteses.

Polis, aliás, é motivo de grande desapontamento para o protagonista. Ali ele recebe respostas que não gostaria de receber. Respostas que podem até mesmo significar a morte para o povo que vive em sua Home Station. É notória a atuação e a ajuda, a partir daqui, do Coronel Miller, o qual acaba inclusive mencionando o D6, uma instalação secreta soviética que guarda resquícios do poder do antigo regime, resquícios que acabam se transformando na última esperança de Artyom (e de muitas outras pessoas, é claro) na luta contra os Dark Ones e seus “asseclas”.

O jogo conta com diversas menções a acontecimentos e locais assombrados, vale também lembrar. Um de seus companheiros chega a citar uma estação chamada Kievskaya, na qual uma grande explosão ocorreu, pessoas foram enterradas vivas e os sobreviventes supostamente se transformaram em “outra coisa”. Algo não humano. O personagem principal também sofre em diversos momentos a influência dos telepatas Dark Ones. Não é difícil Artyom desmaiar e sonhar (ou ser transportado, não fica claro) para outros locais/realidades, nos quais existe céu azul, sol, nuvens e belas paisagens que destoam bastante do triste, gélido e mortal mundo real no qual ele vive.

Game Metro 2033

Voltando ao D6, ninguém sabe, porém, se os armamentos ali contidos ainda se encontram em condições de utilização, e a jornada até lá é, além de perigosa, um tanto quanto permeada por um sentimento de desesperança. O D6 é impressionante, entretanto. Miller chega a dizer, em determinado momento: “just like old movies about Soviet Union“. E não é para menos.

Toda aquela “velha” tecnologia começa a entrar em operação. Monitores se acendem, painéis luminosos entram em funcionamento, o enorme monitor da sala de controle começa a exibir imagens e dados, e de repente percebe-se que muitas coisas mais devem ser feitas para que os mísseis possam ser lançados. Existem problemas, equipamentos com defeito, outros tipos de mutantes que representam novos e difíceis desafios e uma louca corrida pela sobrevivência começa novamente, desta vez dentro do complexo.

Algo muito estranho existe no D6, entretanto. Em determinado momento, uma voz sai dos alto-falantes e diz: “- Povo do Metro, estávamos aguardando sua chegada. Nós somos aqueles que são chamados de ‘os observadores invisíveis’. Sua hora chegou, e agora vocês vão sentir nossa ira“.

O nível “Biomass” reserva uma grande surpresa, aliás, e ali percebemos que Metro 2033 precisa realmente de uma continuação. Metro: Last Light deve ser lançado, e espero que este nos traga respostas para diversos mistérios que permaneceram sem resposta após o final de Metro 2033. O horror ali no D6 não está somente impregnado em cada velho equipamento, nos monstros, na escuridão.

Game Metro 2033

O horror ali também ronda as mentes dos homens. Miller não deixa de ficar extremamente entusiasmado com as “possibilidades” ali presentes. Todo aquele poder! Ele não deixa de perceber que, talvez, eles possam dominar o mundo com tudo aquilo em suas mãos. Ter poder, mais uma vez.  ”By fire and sword”. Já Artyom, quando se dá conta da frase do Coronel Miller (e de seu significado), não esconde seu medo, pois agora, “o fogo está novamente nas mãos dos homens”. O mundo já foi por ele consumido uma vez, e esta força está prestes a ser controlada novamente por mãos humanas.

É inegável que Metro 2033 é um jogo desenvolvido de forma tal a explorar o medo da escuridão em nossas mentes. O medo de coisas que se esgueiram pelas sombras e/ou que se lançam sobre nós com enorme fúria, partindo de escuros e profundos buracos. A maior parte do jogo não acontece na superfície. Caminhamos quase sempre por túneis do metrô, por velhas construções, por estações abandonadas. Existem momentos, entretanto, em que temos o prazer de andar pela superfície.

E é aí que muitos jogadores podem se sentir frustrados. O “mundo lá fora” é belíssimo. A ucraniana 4A Games conseguiu criar com maestria um belo cenário de caos e abandono. Ambientes que são ao mesmo tempo tristes e assustadores. Carros destruídos, construções fantásticas em ruínas, um céu nada convidativo e escombros espalhados que chegam a formar verdadeiros corredores.

Game Metro 2033

Tudo isto nos causa enorme fascinação, e a vontade de lutar por mais tempo nesta superfície aterrorizante e perigosa surge com enorme força desde a primeira vez em que a vislumbramos. O gelo, o uivar do vento e até mesmo os efeitos que este ambiente causa em nossa máscara de gás (gelo pode se formar no visor, causando grandes problemas, é claro) representam um fantástico convite à exploração.

Entretanto, somos forçados a buscar refúgio ou a nos embrenharmos nas profundezas, durante grande parte do jogo, abandonando os “encantos e as atrações” da superfície. Quem sabe Metro: Last Light, agora adiado para 2013, supra esta lacuna. Se isto ocorrer, será fantástico, pois aquela superfície devastada e melancólica é extremamente atrativa.

Game Metro 2033

Apesar de contar com ótimos controles e com uma jogabilidade muito boa, Metro 2033 tem alguns problemas no que diz respeito ao sistema de orientação. Temos algo muito bonito, aqui: podemos acender um velho isqueiro à gás e visualizar os objetivos e a bússola em uma espécie de prancheta. É, é algo muito bonito, porém, nem um pouco confortável. Perigoso, até, muitas vezes.

Utilizar este sistema nos obriga a guardar nossas armas, o que, é claro, pode representar nossa morte. Eu mesmo morri diversas vezes enquanto tentava me localizar, pois os mutantes foram mais rápidos e conseguiram dar cabo de mim antes que eu pudesse empunhar novamente minha metralhadora. Se a bússola, por exemplo, estivesse presente de maneira permanente em tela, também, grande parte destes problemas seriam eliminados.

Se pelo menos houvesse a possibilidade de definirmos seu posicionamento, já estaria de bom tamanho. Mas não, não contamos com esta possibilidade. O fato de ouvirmos a voz de Artyom durante os intervalos mas não durante o jogo é um tanto quanto estranho, também. Por que não deram uma voz in-game a Artyom? Aliás, sua mudez chega a ser questionada por um personagem, durante o jogo. Bem que o rapaz poderia falar, não é?

A variedade de armas no jogo também não é muito grande, mesmo com a presença das armas pneumáticas, as quais são interessantes no início mas enjoam rápido, principalmente pela necessidade de bombeamento. A atuação dos Dark Ones é ótima, como eu já mencionei. Percebemos claramente que eles são inteligentes, pois inclusive tentam confundir Artyom em diversos momentos: “- Mesmo crianças odiadas por seus pais tentam entendê-los. Nós queremos também entender você. E ajudar você“, dizem eles em determinado momento ao protagonista.

Game Metro 2033

Entretanto, também em relação a estes seres ficamos com diversas dúvidas, após finalizarmos o jogo, e aí me pergunto mais uma vez se uma sequência não estaria planejada desde o início (claro, temos também de nos lembrar de que o jogo foi baseado em um livro – isto abre um grande leque de opções). Metro 2033 isoladamente é uma experiência e tanto, porém. Um jogo altamente recomendado. Um espetáculo áudio-visual dotado de muita ação, horror e suspense. Mas, algumas dúvidas ficam em nossa cabeça, após o finalizarmos. E é aí que (espero eu) entrará Metro: Last Light.

O final do jogo, infelizmente, representa um anticlímax. A árdua luta até aquele momento, o “puzzle mental” que temos de enfrentar enquanto lutamos para fazer com que o sistema de orientação dos mísseis funcione, a própria jornada de Artyom desde sua Home Station, toda a ação, todos os horrores, tudo isto é meio que posto de lado em um final no qual acabamos nos transformando em expectadores. Ok, fomos responsáveis por tal finalização, mas retirar as rédeas de nossas mãos nos últimos momentos não foi uma decisão muito acertada. De qualquer maneira, o jogo é muito bom. Recomendo bastante.

Game Metro 2033

Conclusão

Metro 2033 é um FPS sólido e que nos apresenta a um mundo pós-apocalíptico, por incrível que pareça, extremamente tentador. Este tal mundo pode representar, para alguns jogadores, motivo de grande frustração, justamente pelo pouco contato que temos com sua perigosa superfície. A 4A Games conseguiu desenvolver um título espetacular, repleto de suspense e dotado de gráficos lindíssimos. Jogá-lo representa uma experiência e tanto, e após iniciá-lo, você poderá não sossegar enquanto não finalizá-lo.

Nota

9.0/10

Ficha Técnica

Título: Metro 2033
Gênero: Ação / FPS
Desenvolvedora: 4A Games
Publisher: THQ
Data de lançamento: 16 de Março de 2010
Plataformas: PC / Xbox 360
Versão analisada: PC

Revista Fullgames 109, com Metro 2033 ativável no Steam

O trabalho do pessoal da Incomp, empresa responsável pela revista Fullgames, é sempre de primeira. Por R$ 17,90 você leva para casa este jogo fantástico, ativável no Steam. A revista inclui o DVD de instalação, o manual e a Steam key para a ativação do jogo, além de um pôster.

metro 2033 game - revista fullgames 109

O manual conta com algumas páginas dedicadas ao processo de instalação do jogo, e nos oferece um breve aperitivo sobre o título, através de um texto que funciona como uma ótima introdução a tudo aquilo que veremos durante a campanha. Vale lembrar que Metro 2033 pode ser jogado tanto via teclado + mouse quanto através do controle do Xbox 360.

O manual do jogo também conta com informações a respeito do HUD, da munição, das máscaras de gás e do Diário, aquele item que mencionei acima, onde temos a bússola e que pode ser iluminado com um charmoso isqueiro. Alguns detalhes sobre as armas do jogo também são fornecidos e, enfim, vale muito a pena.

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5 Comments

  1. Excelente review. Fiquei com vontade de jogar novamente. :D

    Quando eu tiver um computador em condições, quero dar mais uma chance a este jogo. Avancei nele até o ponto onde encontro o primeiro Librariam, mas tinha pouca munição, pouco oxigênio e morri umas 6 vezes, então desisti de prosseguir.

    Não entendi muito como funciona a máscara e as trocas de filtros, então tive muitas dificuldades para avançar.

    Ps.: arrume no texto, você escreveu várias vezes Artyom (correto), mas escreveu algumas vezes Ayrtom (errado). :)

    Reply
    • @Hawk,

      Valeu pelo toque, Hawk. Acabei de trocar os “Ayrtom” pelo correto, “Artyom”. :)

      Então, jogão não? Que bom que gostou do review. Esse é um jogo que eu tinha iniciado anteriormente e, nem sei bem porque, acabei parando. Agora, após ter recebido a Fullgames 109, reiniciei. Tudo, desde o começo. E adorei.

      Esses Librarians são complicados, mesmo. E a questão das máscaras e dos filtros é bem delicada. Basicamente, você tem uma máscara (enquanto ela não for destruída) e tem que ir trocando os filtros. Agora, nem adianta ter filtros na “mochila” se a máscara for destruída, também…rs

      Demorei um pouquinho pra pegar esse esquema, o qual é bem legal. Vale a pena você dar uma nova chance a este jogo. Além de muito bonito, é um ótimo FPS.

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  2. Belo poster, a FullGames como sempre está de parabéns.

    Reply
    • @Hideki T,

      Com certeza. E parece que vem outro jogão na próxima Fullgames, viu. :)

      @Alexandre,

      Obrigado Alexandre! :)

      Então, eu estou até com o livro, já, para tentar sanar algumas dúvidas antes que o Last Light saia. Mas, não sei, achei os Dark Ones um tanto quanto manipuladores…rs Mesmo aquela frase, dizendo que querem ajudar, etc, me soou estranha. E você viu como no final o “discurso” deles muda?

      Mas, olha, estou aqui no aguardo pelo Last Light. Ter jogado o Metro 2033 agora me deixou muito mais ansioso. Vamos ver o que o protagonista vai ter de enfrentar.

      Reply
  3. Ficou muito boa a análise.
    Os Dark Ones falam aquela frase, por quê eles são uma evolução dos humanos, ou seja (pelo que parece) eles estão tentando comunicar com nós, para nos ajudar (ou não), por isso que até que o jogo tem 2 finais, o ruim que destrói a cidade deles, e o bom que não solta o D6 e deixa eles vivos.
    Porém parece que o metro Last Light vai continuar com o final ruim, e parece que o Artyon fez burrada em destruir o D6 e eles devem ficar bravos com nós e não tentaram nos ajudar.

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