(Review) Remember Me: memórias de uma caçadora nada convencional

Alguns jogos conseguem nos pegar tão de surpresa que o “resultado final” chega a assustar um pouco. Terminei Remember Me ontem à noite. E confesso que fiquei de queixo caído. Não que o jogo tivesse por mim passado totalmente despercebido. Mas, infelizmente, não tinha dado a ele a devida atenção, pelo menos antes de sua chegada ao mercado.

Obviamente, nada disto afetou ou afetará negativamente a marca que a experiência deixou em mim. Estou apenas tentando fazer com que você entenda como e porque este título, desenvolvido pelo estúdio francês Dontnod Entertainment, me cativou tanto.

O quanto ele me surpreendeu, o quão divertido foi jogá-lo, principalmente desta forma, sem qualquer tipo de “pré-opinião”, sem nada delineado em mente, sem nada “pré-formatado”. Encarei o jogo da Dontnod, curiosamente, seu primeiro rebento, com a mente totalmente aberta, sem nada esperar. E fui literalmente arrebatado.

Remember Me Game

Remember Me é um jogo futurista. Tudo bem, até aqui. Vale destacar que, entretanto, ele nos coloca na pele de uma caçadora de memórias. Uma mulher chamada Nilin. Uma mulher que já no início do game tem suas memórias apagadas, veja só. Uma memory hunter que, de certa maneira, acaba “provando do próprio veneno”.

Ficha técnica

Título: Remember Me

Gênero: Ação / Aventura

Desenvolvedora: Dontnod Entertainment

Publisher: Capcom

Data de lançamento: 04 de Junho de 2013

Plataformas: PC / Playstation 3 / Xbox 360

Versão analisada: PC

Ambientado em 2084 em uma cidade belíssima que convida o jogador a parar com frequência para observar paisagens e construções deslumbrantes, o título, cuja editora é a Capcom, conta com uma mistura de aventura, plataforma, combates e exploração. Fiz questão de mencionar a Capcom devido justamente ao elemento “combate”.

Muitas pessoas podem se lembrar, por exemplo, da franquia Devil May Cry (cujo lançamento mais recente, DmC Devil May Cry, é fora de série), ao assistirem a cenas de combate em Remember Me. Temos aqui algo diferente, entretanto. Um sistema de combate ao mesmo tempo complexo e ao mesmo tempo simples cujos golpes podem ser ajustados pelo jogador a qualquer momento, dependendo da situação, dos inimigos e da maneira como este deseja abordar a situação.

Remember Me Game

No decorrer do jogo, Nilin vai destravando movimentos e golpes esquecidos. Lembre-se, ela já foi uma caçadora de memórias, a melhor, aliás, além de uma lutadora bastante habilidosa. Mas sua memória foi roubada, ou melhor, apagada. E de maneira bastante interessante o jogo vai permitindo que ela recupere sua experiência “perdida” introduzindo o jogador no meio do processo. Pontos de experiência, aqui chamados de PMP, ou “Procedural Mastering Power”, vão sendo obtidos e então utilizados para desbloquear Pressens.

Remember Me - Combos

Pressens nada mais são que golpes, movimentos de combate, e eles estão divididos em quatro categorias: “Resfriamento”, “Regeneração”, “Força” e “Sequência”. O jogador pode montar combos com tais Pressens, da maneira que bem entender, e tudo pode ser alterado a qualquer momento (o jogo entra em pausa quando acessamos o Combo Lab), claro, com as devidas restrições no que diz respeito a golpes liberados ou não, além de slots e novos combos disponíveis.

Quanto mais à direita um Pressen for inserido, na montagem dos combos, ou seja, quanto mais próximo do final da sequência, mais forte ele será. Ainda contamos com uma espécie de assistente no HUD que responde em tempo real conforme vamos pressionando os botões e realizando os combos. As possibilidades estratégicas fornecidas pelo sistema de combate de Remember Me são muito legais. Principalmente quando começamos a desbloquear e a utilizar os S-Pressens, ou Pressens especiais.

Esta categoria conta com a Fúria Sensen (faz a protagonista se mover rapidamente de um inimigo a outro, golpeando com muita força), com o DOS Sensen (desliga todos os Sensens dos inimigos, atordoando-os e revelando temporariamente alguns que podem ficar invisíveis – útil também contra robôs) e com o Enferruje em Paz (faz com que robôs inimigos se transformem em aliados temporários e depois se auto-destruam).

Temos também a Camuflagem Sensen (Nilin fica invisível durante 30 segundos, pode atacar inimigos com muito mais facilidade, durante este período, e também pode causar sobrecargas de memória instantaneamente), e a Bomba Lógica (permite que um alvo seja selecionado e uma bomba-vírus seja nele implantada – a detonação pode causar danos a tudo o que estiver dentro do raio de ação, incluindo a própria personagem principal).

Cada um destes Pressens especiais conta com um tempo de resfriamento. E aqui mora o perigo ou, melhor, entra em cena um dos detalhes mais legais de Remember Me. Combos podem e devem ser montados pelo jogador com grande cuidado. É preciso pensar em quais golpes iremos desbloquear, de quais categorias, e como iremos montar as sequências.

Nilin pode ter sua saúde regenerada conforme luta, através da utilização dos Pressens de regeneração. Um mesmo golpe pode causar danos aos alvos e também curá-la, dependendo da combinação (acredite, isto é extremamente útil). Um mesmo golpe pode também fazer com que S-Pressens (Fúria, DOS, Enferruje, Camuflagem e Bomba) fiquem disponíveis mais rapidamente. Digamos que você utilizou há poucos minutos o DOS Sensen e precisa dele novamente, com urgência: basta desferir golpes pertencentes à categoria “resfriamento” (reduz o tempo de recarga dos Pressens especiais) , intercalados, digamos, com outros pertencentes à categoria “força”.

Remember Me Game

E temos também de nos lembrar dos Pressens de “sequência”, os quais duplicam o efeito do golpe imediatamente anterior. Digamos que você o utilize em combate, logo após um Pressen de força: este então causará mais dano, e o mesmo princípio se aplica a qualquer outro, como o de regeneração, por exemplo. E, claro, podemos criar combos com cadeias de Pressens de “Sequência”, assim como de quaisquer outros. Os resultados são óbvios. Deu para entender mais ou menos como funciona o sistema de combate em Remember Me, não é?

Remember Me - Combos

O sistema é na verdade simples. Combater em Remember Me é simples no que diz respeito à utilização dos golpes. A complexidade aqui está presente apenas na montagem dos combos. Temos aqui um problema ou, no mínimo, uma simplificação desnecessária.

Creio que uma maior dificuldade no momento de apertar os botões seria extremamente bem vinda, uma vez que tudo o que temos de fazer é “seguir as ordens” do jogo durante cada combate, ordens estas, claro, advindas de nosso trabalho anterior na organização dos Pressens; os botões a serem pressionados são sempre os mesmos, aliás (Y e X, no caso do controle do Xbox 360). Vale também destacar o Spammer, equipamento que possui múltiplas funções, tanto voltadas ao combate quanto voltadas à manipulação de objetos no ambiente.

Remember Me Game

Mas o jogo de estréia da Dontnod é repleto de belezas. Seu enredo é interessantíssimo, e a Neo-Paris a nós apresentada é lindíssima, além de repleta de conflitos. Conflitos que, claro, também têm a ver com uma corporação chamada Memorize e os tais Sensens (ou Sensation Engine), implantes por ela desenvolvidos que servem para que memórias pessoais sejam enviadas aos servidores da empresa, dentre outras coisas.

Na verdade, a tecnologia acaba sendo utilizada para finalidades bastante obscuras e/ou amorais, como por exemplo comércio de memórias. O mundo se encontra viciado nos prazeres proporcionados pelo Sensen, diga-se de passagem, e a Memorize é alvo de um grupo de rebeldes do qual Nilin faz parte (apesar de não se lembrar, no início).

Trata-se dos Erroristas, e sob o comando de Edge, um amigo misterioso (pelo menos durante a maior parte do jogo), a caçadora de memórias inicia sua jornada em busca da verdade, verdade esta que também está intrinsecamente ligada a ela mesma.

Nilin não somente vai redescobrindo suas habilidades de combatente: ela também vai reaprendendo coisas a respeito de si própria. Quem ela é, quem foi e o que fez no passado, etc. Ela também relembra de passagens de sua carreira como caçadora de memórias, vale notar. Tudo isto faz parte de uma ótima trama que faz com que fiquemos ansiosos pelo próximo capítulo, sempre com enorme vontade de saber mais, de ver mais, de experimentar mais.

Remember Me Game

Ao longo do jogo Nilin cresce bastante enquanto personagem, e são notórios seus monólogos a respeito de sua vida, de suas lembranças, de seu passado e de descobertas recentes. O jogo nos brinda com algumas revelações, digamos, bombásticas, e cada uma delas representa uma dose extra de combustível para que corramos em busca da próxima.

O próprio Edge, amigo que se conecta ao implante Sensen de Nilin e com ela mantém contato quase que o tempo todo, é uma incógnita, e diversas de suas palavras chegam a fazer com que uma ponta de desconfiança desperte na protagonista (e no jogador, claro). Quem é Edge? O que o fundador do Movimento Errorista deseja na verdade? Por que ele demonstra enorme ansiedade, muitas vezes? É, Remember Me é um prato cheio para quem aprecia boas histórias em jogos eletrônicos.

Remember Me Game

Os gráficos de Remember Me também são dignos de nota. Temos aqui mais um belo jogo que faz uso da Unreal Engine 3. Os efeitos de iluminação são soberbos, e todos os modelos são extremamente bem desenvolvidos. Observar a própria personagem principal se movimentando, o modo como sua roupa se ajusta a seu corpo, ou então o realismo das armaduras dos Enforcers, soldados da força S.A.B.R.E., polícia privada da Memorize, sempre rende bons momentos.

Robôs operários dividem espaço com ambientes algumas vezes estéreis. Cenários repletos de elementos que constantemente nos lembram da ficção científica e do futuro, incluindo instruções, propagandas e letreiros em português do Brasil, são também bastante agradáveis. Prédios descomunais e beirando o surrealismo podem ser observados ao longe, de forma tal que é impossível não nos lembrarmos de outros títulos com temática futurista, como Deus Ex: Human Revolution, por exemplo. Ah, sim. Remember Me também conta com legendas em português do Brasil.

A trilha sonora do título é, também, um show à parte. Ela acompanha a ação de maneira espetacular, e não somente ouvimos orquestras, mas também trechos eletrônicos que funcionam muito bem no jogo, até mesmo devido à sua proposta. Muitas vezes o eletrônico se alia ao orquestral, e então o jogador tem não só um espetáculo visual diante de si, mas também uma excelente experiência sonora.

Nilin também pode “brincar” com memórias. Com lembranças. A rebelde é conhecida como a melhor caçadora de memórias, principalmente porque é capaz de remixá-las. Através destas remixagens podemos alterar acontecimentos de forma tal a provocar diferentes resultados.

Remember Me Game

Invadimos a mente dos alvos. Avançamos e retrocedemos. “Passeamos” pela memória a fim de encontrar falhas com as quais possamos, então, interagir. Nestes processos podemos encontrar diversas falhas e ativá-las. Nem todas são necessárias e/ou bem vindas ao processo em questão, contudo, e resultados indesejados também podem ocorrer, como por exemplo a morte de uma pessoa no lugar de outra. Através destas remixagens, Nilin pode transformar inimigos em amigos e também pode fazer com que pessoas passem a enxergar o mundo e suas próprias vidas de uma outra maneira. Ela pode convencer os alvos a fazerem coisas diferentes, também. É simplesmente sensacional.

Remember Me Game

A protagonista também pode lidar com projeções de memória digitalizadas. Após roubar a memória de alguém, Nilin pode visualizar determinados acontecimentos dela oriundos, em tempo real. Revivendo este passado, é possível não só recuperar informações, mas também alterar o tecido da realidade de uma tal maneira que até mesmo equipamentos eletrônicos podem ser utilizados novamente. É desta forma, aliás, que os interessantes puzzles do Capitão Trace são descobertos, sendo que devemos  resolvê-los, claro.

É uma pena que estas remixagens de memória (contamos apenas com 4) e a interação de Nilin com as lembranças digitalizadas não marquem uma presença maior no jogo. Quem sabe em uma sequência? Afinal, apesar do jogo nos apresentar todas as explicações necessárias e todos os porquês em seu final (final este que também é capaz de nos deixar de queixo caído), temos uma certa brecha, ali, para algo assim. A história aqui apresentada foi encerrada, mas os momentos finais nos enchem de esperança através de falas que, bem, parecem indicar que a história continuará. Quero estar certo em relação a isto, e espero que tais esperanças não estejam restritas à mente da caçadora de memórias.

Tanto a saída quanto a volta da caçadora de memórias à prisão de La Bastille fazem parte de uma jornada envolvente e repleta até mesmo de momentos e personagens dramáticos. Chego a dizer que Remember Me conta com uma das melhores histórias de ficção científica dos últimos tempos em um game. A história também é recheada de ideias, personagens e acontecimentos que podem ser comparados com os tempos atuais.

Remember Me Game

Seres alienados, uma população vítima de organizações inescrupulosas, vícios tenebrosos, um futuro nebuloso, contrastes sociais, com visões assustadoras e gritantes de uma grande separação entre uma elite que nem sabe o que acontece nos rincões mais baixos da sociedade (e/ou não se preocupa), pessoas que pensam estar fazendo o bem e acabam provocando mais mal, malefícios provocados deliberadamente em prol de um “bem maior”, etc. Vale também uma atenção especial à Favela 404 (Nilin passa por lá no começo, aliás) e sua “população”. É, temos aqui uma história muito, muito bacana.

Remember Me Game

Somos conduzidos por “corredores invisíveis”? Temos aqui um game muito linear? Sim, e isto é uma pena, pois aquela Neo-Paris pede para ser vasculhada. Mas a ânsia por saber “o que vem depois daquela próxima esquina”, por jogar a próxima missão, por descobrir mais sobre o passado de Nilin, é forte demais. Estes elementos são capazes de fazer com que você se esqueça completamente do pouco espaço para exploração. Grande jogo, de qualquer forma. Quem dera víssemos mais lançamentos assim no mercado e, bem, torço para que a Dontnod Entertainment e a Capcom continuem investindo nesta IP.

Livro baseado no jogo

Por falar nisso, vale lembrar que já está disponível um livro baseado na série, chamado “Remember Me: The Pandora“. Tal livro é resultado de uma parceria da Capcom com o autor britânico Scott Harrison e a Orb Entertainment. O livro, disponível em formato digital no Google Play, no Kobo e na loja Kindle, narra acontecimentos anteriores aos exibidos no jogo. No livro temos Nilin, claro, e também uma série de atentados à bomba que acabam sendo atribuídos ao grupo dos Erroristas.

Remember Me Game

Conclusão

Remember Me é um jogo que conta com uma das melhores histórias de ficção científica dos últimos tempos. Além disso, seu sistema de combate dinâmico e estratégico faz com que ele seja uma ótima opção para jogadores que gostam de ir além do simples “massacrar botões de qualquer jeito”.

Juntemos a tudo isto gráficos esplêndidos, trilha sonora bonita e empolgante, e a possibilidade de remixar memórias, e temos um título muito agradável e que, senão totalmente inovador, pelo menos caminhou em uma estrada sustentada por sólidos alicerces antes de chegar ao mercado. Em uma palavra: jogue!

Vídeos

Abaixo seguem dois vídeos muito interessantes a respeito de Remember Me. O primeiro é um vídeo inspiracional narrado por Antoine Cartier-Wells, fundador da Memorize, e o segundo é o trailer do jogo (ambos com legendas em português).

E, caso você se interesse (recomendo bastante), existe também um diário interativo (ao acessar este link você ouvirá imediatamente uma linda música) que fala um pouco a respeito da jornada de Antoine até o ano de 2084.

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4 Comments

  1. Outro dia um colega perguntou sobre esse jogo, eu estava mesmo curioso e a julgar pelo seu histórico de reviews (sim, comprei Far Cry 3) vou colocar esse na lista.
    Mas fiquei com vontade de um vídeo review, o que acha da idéia?

    Reply
    • Olá Marcio!

      Poxa, sério que meus textos sobre o Far Cry 3 te convenceram a comprar? Fico bastante feliz! 🙂 E aí, finalizou a campanha dele, deu uma jogada no multiplayer?

      Sobre o Remember Me, acho que disse tudo no review. Gostei muito, muito mesmo. Bem, sobre sua pergunta, a respeito de um vídeo review, acho uma ideia bacana. Algo que tenho em mente mas que, por enquanto, não consegui desenvolver direito. Vale um vídeo de gameplay? 😀

      Reply
  2. Ótimo review, Marcos! Já coloquei o jogo na minha Wishlist, assim que tiver uma promoção no Steam, devo comprar. O jogo me chamou a intenção inicialmente por parecer uma mistura de “Mirror’s Edge” e “Deus Ex: Human Revolution”. Mas gostei muito de saber de mais detalhes em sua análise. Na maioria dos reviews que li, a maior crítica é por causa da linearidade, ausência de exploração maior numa cidade tão bonita. Eu até concordo, em partes, mas temos várias opções de jogos Sandbox por aí, não podemos simplesmente pegar a ausência deste fator e colocá-lo como defeito, não é mesmo? Achei legal saber que existe o livro também, espero que o traduzam para PT-BR. Por falar isso, bem legal, pelas primeiras screenshots do post já tinha percebido que estava em português, isso é mais um atrativo, para compreender a história melhor.

    PS: Achei bem legal esse efeito no post de expandir a ficha técnica, ficou bem bacana o visual! 🙂

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    • @FrankCastle,

      Obrigado Diego.

      Esse merece constar em wishlists de quem gosta de jogos com temáticas futuristas, viu? 🙂 Muito bom mesmo. E, olha, eu lembrei de Mirror’s Edge em diversos momentos. Nos saltos que a Nilin dá, em alguns cenários, etc. E Human Revolution, mais pela ambientação e cenários, também. O jogo é muito bom, e, sobre a linearidade, digamos que algumas dessas decisões de design, etc, não são erradas. Nesse caso em particular, por exemplo. O jogo chama a atenção, claro, os gráficos, os cenários deslumbrantes. Dá vontade de explorar. Mas dá pra ficar na “clausura” numa boa, porque você entende claramente que foi isso que foi pensado pra ele. Não consigo ver essa ausência como um defeito ou, pelo menos, como algo que diminua o valor do jogo.

      O livro parece ser bem interessante, e as legendas em pt-BR também. Aliás, isso vem sendo constante nos jogos da Capcom, o que acho bem legal. Remember Me é um jogo que eu não esperava, sabe. Tipo, não dava muita importância, não estava naquela ansiedade, aguardando. E me pegou de surpresa, e como pegou. Você que também gosta de títulos com temáticas semelhantes, com certeza vai ficar fissurado quando pegar. As remixagens de memória, então, são “memoráveis”…rs 😀

      Ah, sobre o efeito de expandir a ficha técnica, é um dos recursos do tema, do Elegant Themes. Tem um monte, e até hoje não usei nem 5%, acho.

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