Battle Duty: Modern Field 3 – o “melhor” das franquias da Activision e da EA, na App Store

Publicado por em Dec 28, 2011 em Notícias, Portáteis/Mobile | 2 comentários

Foi lançado na App Store um “game” chamado Battle Duty: Modern Field 3, o qual é claramente uma paródia de Battlefield 3, da EA, e Modern Warfare 3, da Activision. Desenvolvido pela Imba Entertainment, o título está disponível para iPhone, iPad e iPod touch. Seus desenvolvedores ainda mencionam que suporte ao Game Center e mais níveis chegarão em breve.

Ao observar-se o trailer de Battle Duty: Modern Field 3, fica claro que o jogo utiliza imagens dos dois títulos acima mencionados e inclui elementos adicionais que podem ser atingidos pelo jogador. Não tive coragem, sinceramente, de pagar os US$ 0,99 cobrados pelo jogo, mas tenho quase certeza de que tanto a Electronic Arts quanto a Activision já devem possuir algumas cópias do mesmo.

A ideia até que é “legalzinha”, mas os gráficos e a jogabilidade demonstrados não convencem muito. O design de todos os elementos que não pertencem às cenas de MW3 e BF3 parece ser bem pobre, e tenho certeza de que um maior cuidado nesta parte seria muito bem vindo. Além disso, onde fica o elemento “paródia”, em Battle Duty: Modern Field 3? Imagens sobrepostas, um ou outro personagem quase estático engraçado… e nada mais?

Não joguei o título, mas não me sinto tentado a comprá-lo. De qualquer forma, fica aqui a “dica” de um “game”. Não sei se Battle Duty: Modern Field 3 é legal, mas se algum (corajoso) leitor do XboxPlus comprá-lo, sinta-se à vontade para deixar aqui suas impressões. Enquanto isto, assista ao trailer de BD: MF 3:

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Trailer cinemático de Transformers: Fall of Cybertron

Publicado por em Dec 13, 2011 em Vídeos e imagens | Comente agora

O melhor jogo com os Transformers já lançado até hoje foi Transformers: War for Cybertron, desenvolvido pela High Moon Studios. Poder jogar tanto a campanha Autobot quanto a campanha Decepticon foi algo fantástico. O jogo, principalmente para quem é fã de games com robôs, é um verdadeiro “must have”. Cybertron é retratado de maneira magnífica. Um mundo arruinado por uma guerra entre irmãos e, ainda assim, belíssimo, repleto de construções grandiosas e onde, na verdade, tudo é gigantesco.

A High Moon Studios já está desenvolvendo a sequência de WFC. Trata-se de Transformers: Fall of Cybertron, o qual muito provavelmente será lançado em 2012. Espero também que ele seja lançado para o trio PC, Xbox 360 e PS3, e que seja tão bom, ou melhor, que seu antecessor. Espero, também, que mais uma vez sejamos brindados com um ótimo jogo eletrônico tendo os robôs de Cybertron como protagonistas.

A Activision divulgou um trailer cinemático de Transformers: Fall of Cybertron, o qual é realmente belíssimo, apesar de diversas cenas nos mostrarem algo bem triste.

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Vencedores do VGA 2011 (The Elder Scrolls V: Skyrim é o jogo do ano)

Publicado por em Dec 12, 2011 em Anúncios, Indústria de games | 3 comentários

Eu tinha certeza de que Skyrim levaria o prêmio de “Jogo do Ano” no VGA 2011. O hype sobre o título foi enorme, e se justificou totalmente. The Elder Scrolls V: Skyrim é um jogo grandioso, em diversos sentidos. A possibilidade de melhorarmos e expandirmos a experiência através de mods também não deve ser desconsiderada, pelo menos por nós, jogadores. Trata-se de um prêmio muito mais do que merecido.

Skyrim conta com muitos elementos duradouros, digamos, além de ser muito profundo e imersivo. A cerimônia do VGA 2011 ocorreu em 10 de Dezembro de 2011, e os nomeados foram escolhidos por um grupo formado por membros de alguns meios de comunicação e jornalistas pertencentes a diversos sites especializados em games, como por exemplo “Entertainment Weekly”, “USA Today”, “Game Informer Magazine”, Kotaku, Joystiq, GameSpot, IGN e WIRED. Batman:  Arkham City também é outro título que se saiu muito bem no VGA 2011, como já era de se esperar.

Durante o VGA 2011, também tivemos o anúncio de alguns títulos muito interessantes, como por exemplo The Last of Us, novo game da Naughty Dog, e Command & Conquer: Generals 2, da EA/BioWare. Durante o evento também marcaram presença alguns outros títulos, como por exemplo Alan Wake American Nightmare, Fortnite, nova IP da Epic Games, Metal Gear Rising: Revengeance, Tom Clancy’s Rainbow 6 Patriots, Transformers: Fall of Cybertron, BioShock Infinite e o ganhador da categoria “Jogo mais Aguardado”: Mass Effect 3. Esse vai realmente fazer a terra tremer.

Abaixo você pode conferir a lista completa dos vencedores:

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(Review) Call of Duty: Modern Warfare 3

Publicado por em Nov 21, 2011 em Reviews | 14 comentários

Apesar de pertencer a uma série que conta com lançamentos anuais que muitas vezes repetem fórmulas já velhas conhecidas, Call of Duty: Modern Warfare 3 é um jogo interessante e divertido, apesar de tudo. Ele começa exatamente do ponto onde Modern Warfare 2 terminou, e mostra logo de início o Soap, ferido, sendo carregado às pressas pelo Capitão Price e por Nikolai. O soldado não está nada bem, vale ressaltar, e enquanto buscam por um médico, o mundo parece desabar em torno dos 3 soldados.

Modern Warfare 3 não é muito diferente de Modern Warfare 2, quase que em todos os aspectos. Seu valor principal pode, entretanto, estar no fato do título nos apresentar o final da “saga de terror” promovida pelo russo Vladimir Makarov. Isto por si só já deve agradar bastante aos fãs da franquia, principalmente porque a campanha do jogo é repleta de momentos impactantes. Alguns deles verdadeiramente tristes, na verdade.

Não percebi grandes melhorias gráficas no jogo, entretanto, e continuo dizendo, aliás, que prefiro Call of Duty: Black Ops, lançado em 2010, a Modern Warfare 3. Joguei ambos (MW3 e Black Ops) no PC, e chego a dizer até que os gráficos de Black Ops são muito mais bonitos. Isto não quer dizer, entretanto, que o novo título da Infinity Ward e da Sledgehammer Games faça feio. Muito pelo contrário. Em relação à história, podemos dizer que MW3 nos apresenta algo também já conhecido: “vamos todos pegar em armas e salvar o mundo”, basicamente, com alguns detalhes extras bem interessantes, também.

Trata-se de um jogo bonito, o qual não requer uma máquina “parruda” para rodar, e que conta com cenários bem diversificados. Achei muito bonito, aliás, o design das armas do jogo. Todas parecem extremamente realistas, incluindo o som dos disparos. Além disso, quando a ação ocorre na água ou na chuva é impossível não observarmos o espetáculo com atenção. Eu, que presto bastante atenção nestes dois elementos em qualquer game, fiquei vários minutos observando a chuva, em Praga. O céu nada amistoso e os frequentes relâmpagos ajudaram bastante a reforçar o clima de tensão.

Passei por alguns problemas bem chatos com Modern Warfare 3, entretanto. Primeiro foram os travamentos relativos ao executável do game, o iw5sp.exe. Cheguei até a abrir um chamado na Activision, porém, como bem disse o leitor João, a resposta da Activision (solicitando o arquivo .TXT com as informações da Ferramenta de Diagnóstico do DirectX) chegou depois da resolução do problema. E para resolvê-lo, apesar de minha máquina possuir configurações acima das recomendadas para o jogo, tive de alterar as opções gráficas do jogo, de “Extra” para “High“. Não sei o porquê disto acontecer, nem tampouco corri atrás de explicações. Segundo dizem, até, a diferença entre o “Extra” e o “High” em MW3 é mínima e, assim sendo, deixei como estava.

Depois passei por um outro problema que achei um tanto quanto ridículo e que, apesar de tudo, aparenta ser mais um bug sem solução (pelo menos até o momento em que escrevo esta frase). Na fase em Hamburgo o jogo travava sempre no mesmo local. Eu tinha ao meu lado um tanque aliado e um ônibus destruído à frente, o qual também servia de refúgio para soldados russos. Ao tentar avançar pela rua, o erro  ”reliable command buffer overflow” ocorria, e o game era fechado. Após algumas pesquisas, descobri que a solução era não avançar pela rua, e sim através de um prédio na lateral direita da rua, quebrando algumas vidraças. Estranho, não?

Problemas “técnicos” à parte, Call of Duty: Modern Warfare 3 é um bom jogo. Há uma certa variedade de personagens jogáveis, como já de praxe na série. Você encarnará o Sargento Derek Frost, o ex-Spetsnaz Yuri, o agente russo Andrei Harkov, o Sargento Marcus Burns, da SAS, e até mesmo o Capitão Price. É interessante o fato de encarnarmos diversos personagens, inclusive alguns personagens “do outro lado”, principalmente porque o game nos faz perceber que a Terceira Guerra Mundial ali representada na verdade aconteceu devido à loucura de poucos homens.

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Modern Warfare 3 vende mais de 6 milhões de unidades no primeiro dia

Publicado por em Nov 11, 2011 em Indústria de games, Notícias | 2 comentários

Call of Duty: Modern Warfare 3 vendeu cerca de 6,5 milhões de unidades no dia de seu lançamento, segundo algumas estimativas. E isto somente nos Estados Unidos e no Reino Unido. É bem provável que este número seja bem maior, o que não é de se duvidar, pois estamos falando de uma das mais renomadas franquias de jogos eletrônicos do mundo. O pessoal da Activision deve estar dando pulos de alegria, é claro.

Este números tornam MW3 o maior lançamento de um produto voltado a entretenimento de todos os tempos, e vale lembrar que o game já bateu o recorde de Call of Duty: Black Ops, o qual inseriu nos cofres da Activision e das demais empresas envolvidas 360 milhões de dólares no “day one” (Modern Warfare 3 rendeu 400 milhões).

A franquia vem batendo um recorde após o outro e o hype sobre cada novo lançamento e/ou anúncio relativo à mesma é sempre enorme, o que com certeza ajuda bastante. Enquanto isto, Battlefield 3 parece ter perdido a “batalha”, e vendeu durante sua primeira semana muito menos que Black Ops, em 2010. Isto tudo pode, quem sabe, ser explicado pelo fato de que BF3 é muito mais vantajoso, principalmente graficamente, no PC.

A enorme beleza de seus gráficos somente pode ser experimentada em toda sua plenitude em computadores, e computadores que atinjam a configuração recomendada, é claro. Já ouvi inclusive relatos a respeito do fato da versão para consoles de Battlefield 3 ser um tanto quanto feia (infelizmente não pude comprovar este fato).

Juntemos a isto a campanha não muito profunda e curta do título da DICE/EA, e temos aqui mais um dos  fatores que podem explicar esta vitória da Activision. Modern Warfare 3 parece contar com uma campanha mais envolvente, e isto conta bastante para muitos jogadores. Ao mesmo tempo, isto é bem estranho, pois grande parte, senão a maioria dos jogadores, comprou estes dois jogos com foco no multiplayer, e neste aspecto, Battlefield 3 é muito superior. Mas, esta é a minha opinião, é claro, e a opinião de alguém que joga muito pouco partidas multiplayer, apesar de ter gostado muito do lado online do jogo da DICE.

De qualquer forma, o nome conta muito aqui. A marca. Call of Duty é uma franquia renomada que, apesar das falhas, dos problemas e de muitos momentos “mais do mesmo” ainda consegue empolgar e divertir muita gente, mesmo se nos restringirmos apenas a seu modo solo. Aliás, por falar em problemas, Modern Warfare 3 me proporcionou “momentos únicos”.

Fiquei 2 dias sem poder jogar o game, após finalmente descobrir que, apesar de minha máquina (a mesma onde rodei BF3 com tudo no máximo, 60 FPS, etc) poder rodá-lo sem problemas, eu deveria reduzir as configurações gráficas do título de “Extra” para “High”. Não sei dizer qual a extensão deste problema, quais sistemas e/ou possíveis serviços ou softwares são incompatíveis com MW3, nem tampouco se é um bug ou não, principalmente pelo fato de que o suporte da Activion fornece respostas somente na próxima encarnação, e tanto a Infinity Ward quanto a Sledgehammer Games parecem possuir certa aversão a abrirem canais de comunicação com os jogadores.

Só o que sei é que finalmente estou jogando a campanha de Call of Duty: Modern Warfare 3. Sem inovações, sem os gráficos estonteantes de BF3, etc. Mas estou gostando.

(Via: Gamesindustry)

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