Revista Fullgames deste mês traz Assassin’s Creed 2 mais duas expansões

Publicado por em Dec 7, 2011 em Lançamentos, PC | 2 comentários

A revista Fullgames deste mês traz o jogo Assassin’s Creed 2, da Ubisoft, mais os pacotes de expansão Battle of Forli e Bonfire of the Vanities, por R$ 17,90. O preço é fantástico, e trata-se de uma ótima oportunidade, principalmente para quem adora colecionar jogos em caixa/mídia e ainda não jogou nenhum título da franquia. Este é o primeiro título da série que conta com Ezio Auditore da Firenze como protagonista.

Em minha opinião, aliás, trata-se do melhor Assassin’s Creed já lançado até hoje (excluindo-se aqui Assassin’s Creed: Revelations, porque ainda não o finalizei). O jogo insere o jogador em uma maravilhosa Itália, durante a Renascença, além de contar com a aparição do tio do protagonista, Mario, atual proprietário de Monteriggioni. Jogar AC: II é uma experiência inesquecível. O jogador visitará maravilhosas cidades, como por exemplo Florença, Veneza, Forli, etc.

A Ubisoft retratou cada um destes locais de maneira fantástica, e quem adora jogar títulos com grande liberdade de ação e movimentação irá adorar Assassin’s Creed II. Escalar magníficas construções, correr por cima de casas e edifícios, pular de um a outro, andar muitas vezes de forma sorrateira entre a multidão e ainda ser capaz de lutar em grande estilo são elementos que podem agradar a grande parte dos gamers.

Cada combate representa um momento de extremo deleite, e a empolgação aumenta ainda mais conforme você vai comprando novos armamentos e equipamentos. Ezio também tem de agir por diversas vezes “na surdina”, o que torna o game mais interessante ainda. Creio até que aqui foi “preparado o terreno” para, digamos, a introdução das Torres dos Borgia em Assassin’s Creed:  Brotherhood.

A quantidade de eventos, locais e personalidades históricos com os quais o jogador se depara no game é enorme, o que torna a experiência riquíssima. Assassin’s Creed II, além de um game, é também uma espécie de aula de história, desde que o jogador tenha a paciência necessária para explorá-lo devidamente, o que é altamente recomendável.

Algo muito bacana, também, é o fato de que esta edição 106 da Revista Fullgames também vem com os DLC’s Battle of Forli e Bonfire of the Vanities. Para você ter uma idéia, cada um deles custa 2 e 4 dólares na Xbox Live, respectivamente. Battle of Forli dará a Ezio uma nova chance de pilotar a máquina voadora criada por Leonardo da Vinci, e em Bonfire of the Vanities o assassino florentino terá como missão libertar Florença da influência de um maluco chamado Girolamo Savonarola. Savonarola dá início a eventos verdadeiramente absurdos, e começa a destruir livros e obras de arte.

Se você ainda não jogou nenhum Assassin’s Creed, a edição 106 da Revista Fullgames, a qual já está nas bancas, é uma ótima oportunidade para encarar este maravilhoso jogo pertencente a esta franquia muito mais do que especial. Vale ressaltar que o pacote inclui CD-Key original e recompensas exclusivas através do uPlay, da Ubisoft. Os jogos são salvos e sincronizados de forma online, e não é necessário estar com o DVD no drive para jogar. Além disso, segundo o pessoal da Fullgames, não há limites em relação ao número de instalações.

Sensacional, não?

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(Jogando e comentando) Assassin’s Creed: Brotherhood – antes que as revelações cheguem

Publicado por em Jun 13, 2011 em Playing now | 4 comentários

Quero terminar o jogo Assassin’s Creed: Brotherhood antes que Assassin’s Creed: Revelations seja lançado, e confesso que o único fator que não me deixou terminá-lo ainda foi o tempo. Durante a semana passada, entretanto, consegui novamente “entrar na pele” do Ezio, em Brotherhood, e viver alguns momentos bem marcantes. Novamente.

Tais momentos têm a ver com sua família e certas ações de Cesare Borgia.  Aliás, quando fiquei sabendo que o que Borgia fêz em Monteriggioni foi por simples, digamos, vingança, e que tais ações, é claro, ajudaram a aumentar a ira de Ezio (quem jogou sabe mais ou menos do que estou falando), percebi o quão burro é o cara que muitas vezes parece ser mais perigoso que o próprio Rodrigo Borgia. Aliás, também me lembrei do quão burro foi o Ezio no final de AC 2. Bom, deixa pra lá.

O fato é que a franquia Assassin’s Creed consegue prender o jogador de diversas maneiras. Os belos gráficos são apenas uma parte do enorme “aparato” que a série possui para nos manter sempre interessados. A trama é cheia de detalhes. Tanto detalhes relativos à história do próprio game em si quanto detalhes históricos, realmente, os quais muitas vezes se confundem, se mesclam e transformam a experiência em algo verdadeiramente ímpar.

O enredo de todos os jogos da série, até agora, não me decepcionou. Assassin’s Creed: Brotherhood, aliás, está se mostrando uma grande “sequência” para Assassin’s Creed II, jogo que “me obrigou” a finalizá-lo duas vezes. O profundo enredo de Brotherhood conta com a mesma qualidade do de AC2. É claro que, em determinados momentos, parece que estamos jogando o mesmo jogo, devido ao pouco envelhecimento do personagem principal, às diversas semelhanças que podemos encontrar em algumas localidades de Roma com alguns dos locais que Ezio visitou no título anterior, etc.

Entretanto, existem muitas novidades interessantes, e uma delas é o fato de Ezio poder recrutar pessoas comuns e treiná-las, para que se tornem assassinos. O treinamento é muito interessante, e meio que pode até sugerir levemente a forma de evolução de um personagem em um RPG. O fato de podermos enviar os assassinos em missões também é outro elemento muito interessante em Assassin’s Creed: Brotherhood, principalmente porque estes vão ganhando pontos de experiência a cada missão bem sucedida, e você pode, assim, torná-los mais fortes e enviá-los em missões mais perigosas.

Poder contar com a ajuda de sua equipe de assassinos quando bem desejar (desde que eles não estejam em missões) também é muito gratificante, e de repente pode permitir que você utilize estratégias diferentes para abordar diferentes situações. Os assassinos podem simplesmente matar o alvo quanto servirem de distração, para que você “execute o trabalho”. Contar também com a “chuva de setas” é fantástico, e poupa muito trabalho, dependendo da situação.

A Ubisoft conseguiu introduzir uma série de aparentemente pequenas melhorias na franquia que, quando observadas em conjunto, nos dão a clara impressão de que Brotherhood é maior, em termos de “funcionalides”, em relação a Assassin’s Creed II. Espero que o mesmo ocorra em relação a Brotherhood e Assassin’s Creed: Revelations. Pode parecer pouca coisa, mas só consegui assassinar determinado “elemento” semana passada em Brotherhood com a ajuda dos outros assassinos. O alvo, que se encontrava dentro de uma espécie de viela com duas saídas protegidas por guardas armados, era alvo inatingível para um homem só, pois eu devia executá-lo sem ser detectado. Aí, então, fiz uso de minha “equipe” e de algumas bombas de fumaça, e tudo foi resolvido.

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(Jogando e comentando) Assassin’s Creed: Brotherhood – frustrações temporárias que um jogo pode causar

Publicado por em Mar 10, 2011 em Playing now | 4 comentários

É aquela velha história: nos acostumamos com algo, e pequenas mudanças, por mínimas que sejam, quase causam verdadeiras desgraças, algumas vezes. Há dias venho labutando em Assassin’s Creed: Brotherhood com um sentimento de “quase desespero” no peito. O motivo? Ainda na terceira sequência, nada mais havia para fazer no jogo (aparentemente). Abria o mapa, e o que via lá? Localização de tesouros, ferreiros, médicos, o esconderijo do Ezio, e outras coisas mais. Mas nada que pudesse me fazer progredir na história, no jogo. Nenhum início de memória, nenhum contrato de assassinato disponível, etc. Nada. Aparentemente, o game havia “me ferrado”. Pensei em mil coisas, uma pior que a outra. Cheguei até a pensar em problemas no arquivo de save, e quase o deletei do HD de meu Xbox 360.

Já devo ter comentado por aqui que finalizei Assassin’s Creed II duas vezes devido a uma “semi-besteira” (ou melhor, falta de atenção) que cometi e que, finda a segunda finalização, descobri que não teria sido necessário tanto trabalho, não é? Pois bem, isto estava quase ocorrendo em Brotherhood: sorte que eu ainda estava na terceira memória. O que ocorre é que, sei lá porque, o mapa em Assassin’s Creed: Brotherhood lida com os diversos elementos acessíveis e inacessíveis de maneira diferente de AC II, por exemplo. Aliás, a Ubisoft que me perdoe, mas acho isto uma grande falha. O mapa muitas vezes mostra áreas ou itens acessíveis como parte de áreas ainda não liberadas.

Eu via, em meio ao meu desespero, que existiam diversos viewpoints, diversas torres dos Borgia, etc. Tudo estava ali, constando no mapa, mas em áreas (supostamente) inacessíveis, nas quais, caso eu entrasse, perderia automaticamente a sincronização. Havia inclusive um ponto de exclamação em determinado ponto dessas supostas áreas inacessíveis, ou seja, um início de memória. O problema é que, em Brotherhood, nem sempre o que o mapa mostra condiz com a  realidade. Acabei descobrindo que seria possível encontrar atalhos em meio às áreas mais escuras (áreas fora de alcance, digamos) a fim de se chegar aos objetivos. Algo um tanto quanto estranho, não? Não sei se isto é intencional por parte da Ubisoft, visando inserir um desafio a mais no jogo, ou não. O caso é que isto me causou enorme dor de cabeça, e quase me fez reiniciar o jogo.

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DRM de Assassin’s Creed: Brotherhood “pegará mais leve”

Publicado por em Feb 23, 2011 em Indústria de games, Notícias, PC | 2 comentários

Finalmente uma boa notícia a respeito do atrasado lançamento de Assassin’s Creed: Brotherhood para PC. Segundo a Ubisoft, esta versão não conterá aquele infeliz esquema de DRM implantado em Assassin’s Creed II (e em outros games da empresa), o qual obrigava os jogadores a permanecerem constantemente conectados à internet, mesmo enquanto jogando o modo campanha do game.

Em Brotherhood, “apenas” uma autenticação inicial será necessária. Já é um avanço, é claro, e a Ubisoft parece ter aprendido a lição, após tantos problemas experimentados principalmente por quem comprou AC2 para PC. Aliás, quem sabe a desenvolvedora francesa não esteja chegando à conclusão de que a maioria dos DRM’s restringe os direitos de quem justamente não deveria. A Ubisoft também anunciou a data de lançamento de Assassin’s Creed: Brotherhood para PC: 22 de Março de 2011 – cerca de 4 meses após o lançamento do game para o PS3 e o Xbox 360. Um atraso e tanto, não?

Muitas empresas ainda possuem grande receio em relação ao lançamento de games para PC. Isto é mais evidente no “campo” das gigantes, as quais agem muitas vezes sempre meio que na “defensiva”, introduzindo “dispositivos” nas versões PC de seus jogos que na maioria das vezes se tornam inúteis com o decorrer do tempo, devido à ação de hackers, e que acabam prejudicando o usuário que gastou, digamos, 50, 60 dólares em um game muitas vezes comprado de forma digital, onde, teoricamente, tudo deveria ser mais fácil.

Vale ressaltar que não estou aqui misturando a forma de distribuição com a questão dos DRM’s, mas temos de levar em conta o impacto negativo que estes atrasos, estes DRM’s, estas atitudes ridículas por parte de desenvolvedoras e publishers causam ao jogador. Infelizmente, os únicos prejudicados são os PC gamers, neste caso, que ou se submetem às “regras” ou ficam sem o seu jogo preferido. Seria ótimo se o mercado desse uma resposta vingativa a estas empresas, simplesmente não comprando. Mas todos sabemos que isto é meio que impossível. E, infelizmente, em muitos casos, muitos gamers partem para a pirataria. Assim sendo, portanto, percebemos que grande parte das medidas que visam evitar a pirataria acaba alimentando este “mercado negro”.

(Via: Joystiq)

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(Jogando e comentando) Assassin’s Creed: Brotherhood – marcante e imersivo

Publicado por em Feb 22, 2011 em Playing now | 16 comentários

Confesso que gostei da experiência proporcionada por esta “série” que criei aqui no XboxPlus, a “Joganndo e comentando”. Através da mesma, posso compartilhar com vocês as experiências que vou obtendo em alguns jogos meio que em tempo real, e isto é bacana pois escrevo a respeito do que vi até o momento, ou seja, não se trata de um review onde “o caminho das pedras” já foi trilhado. São sempre experiências parciais, e muitas vezes tal maneira de escrever a respeito de um game, pelo menos a mim, faz com que eu me recorde de coisas que estão ainda bem frescas na memória.

Não que eu não jogue games para reviews com o notebook ao lado ou então utilizando ALT+TAB e realizando anotações no Microsoft Word, mas “jogar e comentar”, mesmo que o intervalo entre a jogatina e a escrita seja de algumas horas, me permite criar textos mais “frescos”, e também pode proporcionar o surgimento de interessantes discussões a respeito do game. Aliás, já publiquei dois artigos nesta série, onde escrevi a respeito de minha experiência enquanto jogava o primeiro Dead Space. Vocês podem encontrá-los aqui e aqui. Mas, o “game da vez” é o fenomenal Assassin’s Creed: Brotherhood, sequência de Assassin’s Creed II, de 2009.

Lançado em Novembro de 2010 para Xbox 360 e Playstation 3, o título da Ubisoft é um verdadeiro “must have” para quem aprecia aventura, combates complexos, estratégia, história, cenários de tirar o fôlego e inúmeros outros quesitos os quais eu poderia mencionar em mais algumas dezenas de linhas. Vale ressaltar que foi um dos games que aguardei com mais ansiedade em 2010, mas somente o adquiri em 2011. A versão para PC de Assassin’s Creed: Brotherhood, infelizmente, sofreu um atraso, e somente será lançada em Março.

Assassin’s Creed: Brotherhood começa onde AC2 parou. Aliás, ele se inicia a partir da grande burrada, em minha opinião, que o Ezio cometeu no final do título anterior da franquia. Eu, em seu lugar, naquele momento, teria… opa, sem spoilers. :) Mas, é claro, esta mesma “burrada” é a premissa para Brotherhood, portanto, a Ubisoft está perdoada. E olhe que não estamos falando de forma alguma de um título caça-níqueis, antes que alguém pense nisto. Brotherhood impressiona desde o início, corrige falhas de seu antecessor e nos apresenta uma Roma belíssima.

O protagonista, Ezio Auditore da Firenze, envelheceu e está mais maduro, além de mais forte e perigoso quando em combate. Nota-se isto desde o princípio, já no primeiro momento em que você pressiona o botão X (estou jogando a versão para Xbox 360) para sacar sua espada e enfrentar alguns guardas desavisados. É um tanto quando engraçada, também, uma das cenas iniciais, quando Ezio, acompanhado de seu tio, entra em Monteriggioni. A recepção por parte do povo é ao mesmo tempo engraçada e impressionante.

Aliás, a vila é palco de acontecimentos catastróficos e tristes, que novamente “empurram” Ezio em direção ao seu “ofício”. Não que ele desse mostras de haver parado, em algum momento. Mas digamos que tudo foi meio que apressado. Novas armas estão disponíveis em Assassin’s Creed: Brotherhood, muitas delas, de fogo. A presença de canhões pode ser percebida logo no início do game, e de forma tal que o gamer possui papel importantíssimo no desenrolar das cenas em que os canhões entram em ação.

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