(Jogando e comentando) Assassin’s Creed: Brotherhood – antes que as revelações cheguem

Publicado por em Jun 13, 2011 em Playing now | 4 comentários

Quero terminar o jogo Assassin’s Creed: Brotherhood antes que Assassin’s Creed: Revelations seja lançado, e confesso que o único fator que não me deixou terminá-lo ainda foi o tempo. Durante a semana passada, entretanto, consegui novamente “entrar na pele” do Ezio, em Brotherhood, e viver alguns momentos bem marcantes. Novamente.

Tais momentos têm a ver com sua família e certas ações de Cesare Borgia.  Aliás, quando fiquei sabendo que o que Borgia fêz em Monteriggioni foi por simples, digamos, vingança, e que tais ações, é claro, ajudaram a aumentar a ira de Ezio (quem jogou sabe mais ou menos do que estou falando), percebi o quão burro é o cara que muitas vezes parece ser mais perigoso que o próprio Rodrigo Borgia. Aliás, também me lembrei do quão burro foi o Ezio no final de AC 2. Bom, deixa pra lá.

O fato é que a franquia Assassin’s Creed consegue prender o jogador de diversas maneiras. Os belos gráficos são apenas uma parte do enorme “aparato” que a série possui para nos manter sempre interessados. A trama é cheia de detalhes. Tanto detalhes relativos à história do próprio game em si quanto detalhes históricos, realmente, os quais muitas vezes se confundem, se mesclam e transformam a experiência em algo verdadeiramente ímpar.

O enredo de todos os jogos da série, até agora, não me decepcionou. Assassin’s Creed: Brotherhood, aliás, está se mostrando uma grande “sequência” para Assassin’s Creed II, jogo que “me obrigou” a finalizá-lo duas vezes. O profundo enredo de Brotherhood conta com a mesma qualidade do de AC2. É claro que, em determinados momentos, parece que estamos jogando o mesmo jogo, devido ao pouco envelhecimento do personagem principal, às diversas semelhanças que podemos encontrar em algumas localidades de Roma com alguns dos locais que Ezio visitou no título anterior, etc.

Entretanto, existem muitas novidades interessantes, e uma delas é o fato de Ezio poder recrutar pessoas comuns e treiná-las, para que se tornem assassinos. O treinamento é muito interessante, e meio que pode até sugerir levemente a forma de evolução de um personagem em um RPG. O fato de podermos enviar os assassinos em missões também é outro elemento muito interessante em Assassin’s Creed: Brotherhood, principalmente porque estes vão ganhando pontos de experiência a cada missão bem sucedida, e você pode, assim, torná-los mais fortes e enviá-los em missões mais perigosas.

Poder contar com a ajuda de sua equipe de assassinos quando bem desejar (desde que eles não estejam em missões) também é muito gratificante, e de repente pode permitir que você utilize estratégias diferentes para abordar diferentes situações. Os assassinos podem simplesmente matar o alvo quanto servirem de distração, para que você “execute o trabalho”. Contar também com a “chuva de setas” é fantástico, e poupa muito trabalho, dependendo da situação.

A Ubisoft conseguiu introduzir uma série de aparentemente pequenas melhorias na franquia que, quando observadas em conjunto, nos dão a clara impressão de que Brotherhood é maior, em termos de “funcionalides”, em relação a Assassin’s Creed II. Espero que o mesmo ocorra em relação a Brotherhood e Assassin’s Creed: Revelations. Pode parecer pouca coisa, mas só consegui assassinar determinado “elemento” semana passada em Brotherhood com a ajuda dos outros assassinos. O alvo, que se encontrava dentro de uma espécie de viela com duas saídas protegidas por guardas armados, era alvo inatingível para um homem só, pois eu devia executá-lo sem ser detectado. Aí, então, fiz uso de minha “equipe” e de algumas bombas de fumaça, e tudo foi resolvido.

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O que você está jogando (Abril/2011)?

Publicado por em Apr 30, 2011 em Comunidade XboxPlus, Opinião do leitor | 38 comentários

Olá amigos. O que vocês estão jogando? Muitos games? Desta vez eu estou jogando diversos. Estou adorando o The Saboteur, por exemplo. Belos gráficos, história envolvente e muita ação stealth. Game muito bacana, e que está saindo quase de graça na EA Store. Menos de 15 reais. Também estou jogando Shadow Harvest: Phantom Ops (game bem difícil e diferente), Section 8 e Need for Speed: Shift 2 Unleashed, tudo isso no PC.

No Xbox 360, estou jogando o sensacional Assassin’s Creed:  Brotherhood. Como sugestão, queria falar sobre Cloning Clyde. Está disponível tanto para Xbox 360, na Xbox Live, quanto no Steam. E é muito barato. Um indie game bonito, com puzzles e muita aventura. E hoje pretendo começar Darkspore, se tudo der certo. Para relaxar, jogo Bejeweled 3. E vocês? Têm sugestões? :)

Ah, já ía me esquecendo. Falha minha, é claro. Mas só agora é que peguei o primeiro Portal para finalizar, mesmo.

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Ubisoft pirateando suas próprias músicas?

Publicado por em Mar 16, 2011 em Indústria de games, Notícias, PC | 11 comentários

Essa notícia é engraçada. Eu pelo menos ri por bons minutos quando li pela primeira vez a respeito, principalmente levando em consideração a empresa envolvida e o horrível (para quem paga, apenas) esquema de DRM que ela criou. É, estou falando da Ubisoft. “Aparentemente e sem querer”, a desenvolvedora francesa estaria pirateando a trilha sonora da versão para PC de Assassin’s Creed: Brotherhood fornecida com a Digital Deluxe Edition do título. Seu próprio game!

Os arquivos da trilha sonora de Assassin’s Creed: Brotherhood foram primeiramente “codificados” no formato .flac por uma pessoa que “responde” (será que responde mesmo?) pelo apelido de arsa13. Alguém de dentro da Ubisoft, então, via “torrent”, baixou estes arquivos e os converteu para o formato .mp3. Estes arquivos .mp3, então, teriam sido inclusos na Digital Deluxe Edition de Brotherhood.

O que salta aos olhos aqui, primeiramente, é a falta de necessidade da realização deste “procedimento”. Depois vem a parte engraçada: uma empresa que obrigou jogadores a permanecerem conectados à internet permanentemente enquanto jogavam até mesmo, por exemplo, o modo campanha de Assassin’s Creed II é pega em um ato tão, no mínimo, estranho como este? A Ubisoft teve sua imagem tão manchada pelo esquema de DRM que criou, e ainda comete este deslize?

É claro que, como de praxe, a empresa disse que já está analisando o caso. Mas tudo é tão hilário, que eu não pude deixar de publicar este artigo. Será que a Ubisoft está aceitando sugestões no tocante a qual cliente torrent usar? 8)

(Via: Destructoid)

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(Jogando e comentando) Assassin’s Creed: Brotherhood – frustrações temporárias que um jogo pode causar

Publicado por em Mar 10, 2011 em Playing now | 4 comentários

É aquela velha história: nos acostumamos com algo, e pequenas mudanças, por mínimas que sejam, quase causam verdadeiras desgraças, algumas vezes. Há dias venho labutando em Assassin’s Creed: Brotherhood com um sentimento de “quase desespero” no peito. O motivo? Ainda na terceira sequência, nada mais havia para fazer no jogo (aparentemente). Abria o mapa, e o que via lá? Localização de tesouros, ferreiros, médicos, o esconderijo do Ezio, e outras coisas mais. Mas nada que pudesse me fazer progredir na história, no jogo. Nenhum início de memória, nenhum contrato de assassinato disponível, etc. Nada. Aparentemente, o game havia “me ferrado”. Pensei em mil coisas, uma pior que a outra. Cheguei até a pensar em problemas no arquivo de save, e quase o deletei do HD de meu Xbox 360.

Já devo ter comentado por aqui que finalizei Assassin’s Creed II duas vezes devido a uma “semi-besteira” (ou melhor, falta de atenção) que cometi e que, finda a segunda finalização, descobri que não teria sido necessário tanto trabalho, não é? Pois bem, isto estava quase ocorrendo em Brotherhood: sorte que eu ainda estava na terceira memória. O que ocorre é que, sei lá porque, o mapa em Assassin’s Creed: Brotherhood lida com os diversos elementos acessíveis e inacessíveis de maneira diferente de AC II, por exemplo. Aliás, a Ubisoft que me perdoe, mas acho isto uma grande falha. O mapa muitas vezes mostra áreas ou itens acessíveis como parte de áreas ainda não liberadas.

Eu via, em meio ao meu desespero, que existiam diversos viewpoints, diversas torres dos Borgia, etc. Tudo estava ali, constando no mapa, mas em áreas (supostamente) inacessíveis, nas quais, caso eu entrasse, perderia automaticamente a sincronização. Havia inclusive um ponto de exclamação em determinado ponto dessas supostas áreas inacessíveis, ou seja, um início de memória. O problema é que, em Brotherhood, nem sempre o que o mapa mostra condiz com a  realidade. Acabei descobrindo que seria possível encontrar atalhos em meio às áreas mais escuras (áreas fora de alcance, digamos) a fim de se chegar aos objetivos. Algo um tanto quanto estranho, não? Não sei se isto é intencional por parte da Ubisoft, visando inserir um desafio a mais no jogo, ou não. O caso é que isto me causou enorme dor de cabeça, e quase me fez reiniciar o jogo.

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Assassin’s Creed Brotherhood – The Da Vinci Disappearance disponível na Xbox Live

Publicado por em Mar 9, 2011 em DLCs / Expansões para games, Lançamentos, xbox live | Comente agora

O DLC The Da Vinci Disappearance, para Assassin’s Creed Brotherhood, já está disponível para compra na Xbox Live. O pacote de expansão custa 800 Microsoft Points (10 dólares) e adiciona conteúdo singleplayer e multiplayer ao título da Ubisoft. The Da Vinci Disappearance coloca Ezio em busca de Leonardo Da Vinci, o qual foi raptado por um grupo pertencente a um culto muito estranho, na verdade. Ezio terá de fazer de tudo para resgatar seu amigo antes que seja tarde demais, pois as intenções dos raptores em relação a Da Vinci não são nada, digamos, “saudáveis”.

Ao longo do gameplay, Ezio poderá descobrir duas novas áreas e duas novas habilidades (ainda sem descrição – parece que só comprando mesmo para descobrir). Em relação ao lado multiplayer de Brotherhood, The Da Vinci Disappearance adicionará um novo mapa (Alhambra), quatro novos personagens (Dama Rossa, the Knight, The Marquis e The Pariah) e dois modos de jogo adicionais. Para quem gosta de conquistas, o DLC adiciona 10 novas.

Me parece um DLC muito interessante, e falo isto pensando somente em seu lado singleplayer. Aliás, por incrível que pareça, o multiplayer de Assassin’s Creed Brotherhood tem me causado gratas surpresas, e pretendo comentar a respeito disto em breve. Brotherhood também me causou um susto, nos últimos dias, e também ainda pretendo comentar a respeito.

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