Saiba se seu PC será capaz de rodar Mass Effect 3
Mass Effect 3 está chegando, para a alegria dos fãs ansiosos. Sabemos também que sua demo será lançada em 14 de Fevereiro de 2012, para Xbox 360, PC e PS3. Além disso, a BioWare divulgou os requisitos mínimos e recomendados para o jogo, para quem optar por sua versão para PC.
Tanto os requisitos mínimos quanto os recomendados são extremamente amigáveis, e vale lembrar que, segundo a BioWare, a parcela singleplayer da demo de ME3 permitirá que os jogadores “experimentem” o ataque dos Reapers à Terra, além de um nível onde Shepard viajará para um mundo alienígena em busca de ajuda. A demo levará de 1 a 2 horas para ser concluída, e certamente já existe muita gente ávida por jogá-la.
Abaixo seguem os requisitos mínimos e recomendados para rodar Mass Effect 3 no PC:
Requisitos mínimos
- Sistema operacional: Windows XP SP3 / Vista SP1 / 7;
- Processador: Intel Core 2 Duo 1.8 GHz (ou processador equivalente da AMD);
- Memória RAM: 1 GB para Windows XP / 2 GB para Windows Vista / 7;
- Disc Drive: velocidade mínima 1x;
- Espaço em disco: 2,5 GB;
- Vídeo: placa de vídeo com no mínimo 256 MB de memória (com suporte a Pixel Shader 3.0)*;
- Som: compatível com DirectX 9.0c;
- DirectX: DirectX 9.0c – Agosto de 2009 (incluso);
*Chipsets suportados: NVIDIA 7900 ou melhor; ATI X1800 ou melhor. Placas NVIDIA GeForce 9300, 8500, 8400 e 8300 estão abaixo dos requisitos mínimos, da mesma forma que as seguintes placas da AMD/ATI Radeon: HD3200, HD3300 e HD4350. Atualizações em seus drivers de vídeo e som podem ser necessárias.
Requisitos recomendados
- Sistema operacional: Windows XP SP3 / Vista SP1 / 7;
- Processador: Intel Core 2 Duo 2.4 GHz (ou processador equivalente da AMD);
- Memória RAM: 2 GB para Windows XP / 4 GB RAM para Windows Vista / 7;
- Disc Drive – velocidade mínima 1x;
- Espaço em disco: 2,5 GB;
- Vídeo: AMD/ATI Radeon HD 4850 512 MB ou melhor / NVidia GeForce 9800 GT 512 MB ou melhor;
- Som: compatível com DirectX 9.0c;
Mass Effect 3 já é compra certa para muita gente. E você, vai comprar o jogo? Já comprou? Gosta e/ou acompanha a franquia?
(Via: IGN e fórum BioWare)
Leia maisBioWare confirma demo de Mass Effect 3 em 14 de Fevereiro de 2012

A BioWare acaba de confirmar que haverá uma demo de Mass Effect 3, e que ela será lançada em 14 de Fevereiro de 2012, para PC, Xbox 360 e PS3. É fantástico saber que um dos jogos mais aguardados de 2012 contará com uma demo. É claro que os fãs da franquia, aqueles que jogaram Mass Effect e Mass Effect 2, por exemplo, nem precisarão de uma demo: grande parte deles comprarão o jogo de “olhos fechados”.
De qualquer forma, demos jamais são indispensáveis, e se a BioWare confirmou o lançamento da demo de ME3, é porque talvez, quem sabe, a Electronic Arts realmente ainda não contaminou o estúdio com suas ações e estilo que fazem com que muitos jogadores cheguem a odiar a publisher. Aliás, espero que isto jamais aconteça, pois gosto bastante da BioWare.
Mass Effect é uma franquia profunda, imersiva e maravilhosa. O universo do jogo é complexo e conta com inúmeras raças alienígenas que convivem, de forma amigável ou não, com os seres humanos. Mass Effect 3 será o capítulo final da franquia. O jogo que todos esperávamos em 2011 mas que felizmente foi adiado para 2012. Este adiamento certamente permitiu que muitos fãs conseguissem finalizar o que devia ser finalizado na franquia, já se preparando para o final da história.
Cheguei a duvidar que uma demo de ME3 fosse lançada, mesmo com o anúncio da demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning e os respectivos itens in-game que poderão ser desbloqueados por quem jogar ambas as demos. Aliás, a demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning já se encontra disponível no Steam, na Xbox Live USA e na BR (apenas para assinantes Gold). Acredito que o mesmo deva ocorrer na Playstation Network.
Voltando a Mass Effect 3, a BioWare também mencionou que a demo do jogo contará com suporte a reconhecimento de voz através do Kinect (algo totalmente desnecessário em um game como este). Mas, em contrapartida, já sabemos a respeito da invasão dos Reapers, por exemplo, e tenho plena confiança de que este título não me decepcionará. Acredito plenamente que a BioWare entregará um capítulo final extremamente profundo e emocionante. Teremos, em ME3, um Shepard disposto a tudo para eliminar seus inimigos.
Mass Effect 3 apresentará ao jogador uma guerra galática em grande escala, e o Comandante Shepard, mais uma vez, poderá decidir o que fazer, quando fazer e como fazer. Esta possibilidade de influenciar o desenrolar da história através das escolhas do personagem é fantástica, e foi um dos elementos que mais me fascinaram quando joguei Mass Effect pela primeira vez. Qual caminho você prefere, aliás? Paragon ou Renegade?
Mass Effect 3 também terá um modo de jogo cooperativo, o qual poderá ser experimentado a partir de 17 de Fevereiro. Também será possível experimentar este novo modo de jogo antes do dia 17. Quem ativou o “Battlefield 3 online pass” já conta com acesso antecipado a este novo modo de jogo assim que a demo for lançada. Outras maneiras de acesso antecipado também serão divulgadas, através do site do jogo. Vale lembrar que este acesso antecipado ao co-op de ME3, entretanto, pode variar conforme a região e a plataforma.
Mal posso esperar por esta demo. Mal posso esperar por Mass Effect 3. Sei, aliás, que o final de Mass Effect 3 representará para mim o início de uma nova “passagem” pela série inteira, pois quero jogar novamente com mais calma e cuidado ainda do que a joguei pela primeira vez, observando detalhes que, talvez, tenham passado “em branco”.
Este título já foi nomeado por mais de 100 canais de distribuição em todo o mundo como um dos mais aguardados de 2012. Durante o Spike TV VGA, Mass Effect 3 foi nomeado pela votação dos fãs como o “Game mais Aguardado de 2012″. É, muita gente espera por este título, e a sua demo, a qual será lançada cerca de 20 dias antes do lançamento oficial do jogo, servirá também para aumentar ainda mais a nossa ansiedade.
“Estamos muito animados por sermos capazes de dar aos jogadores uma demo extensa que irá colocá-los na linha de frente desta enorme guerra galática. A escala inteira do game é maior que qualquer coisa que já fizemos. Com sua ação intensa, profunda customização e brutal poder emocional, Mass Effect 3 entregará uma experiência de RPG de ação tanto para os fãs da série quanto para os novatos“, disse Casey Hudson produtor executivo da série Mass Effect.
Eu não sei quanto a vocês, mas mal posso esperar pelo dia 14 de Fevereiro de 2012. Reapers, Shepard, resultados de escolhas erradas e certas que fiz em Mass Effect 2, o grande apelo emocional da série, a enorme profundidade de seu universo, a fantástica ligação emocional entre seus personagens, o poder de ir e vir e decidir meu próprio caminho: é, Mass Effect 3 me chama com força. E segundo a BioWare, sua demo não será pequena, o que causa mais vontade ainda de jogá-la.
Leia maisAnunciada demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning e bônus para Mass Effect 3
Quem está aguardando por Mass Effect 3 e Kingdoms of Amalur: Reckoning tem motivos em dobro para comemorar. A 38 Studios anunciou uma demo para seu RPG, a qual será lançada em 17 de Janeiro de 2011, para PC, Xbox 360 e Playstation 3. A empresa também anunciou uma parceria com a BioWare, e esta tal parceria significa, talvez, que haverá uma demo de Mass Effect 3, o que seria fantástico.
Quem jogar as demos dos dois jogos receberá alguns itens in-game bem interessantes. Em Kingdoms of Amalur: Reckoning os jogadores receberão, por exemplo, adagas Omni-blade inspiradas em Mass Effect, e por sua vez, jogadores da demo de Mass Effect 3 receberão armaduras e um rifle de assalto inspirados no RPG da 38 Studios.
Vale lembrar que estes itens foram criados pelo artista Todd McFarlane, o qual também é responsável pela arte de Kingdoms of Amalur: Reckoning. McFarlane é um artista canadense extremamente talentoso, diga-se de passagem. Seus trabalhos incluem Spawn, comics na DC e na Marvel e capas da “A Espada Selvagem de Conan”, dentre outros. Esta nova IP conta também com o trabalho de Ken Rolston, designer chefe dos RPGs The Elder Scrolls III: Morrowind e The Elder Scrolls IV: Oblivion, o qual atua como chefe de design em Reckoning.
Kingdoms of Amalur: Reckoning é um título ambientado em um universo inteiramente novo, criado pelo autor R. A. Salvatore, o qual já teve 22 de seus títulos na lista dos mais vendidos do New York Times. A 38 Studios promete um jogo com um mundo expansível e altamente explorável, o qual, segundo ela, nos fará lembrar claramente de diversos trabalhos de Todd McFarlane. Segundo a empresa, o novo jogo contará com a marca registrada de McFarlane em sua parte gráfica.
Além disso, Reckoning terá grande ênfase em intensos combates e muita ação, segundo a desenvolvedora, e permitirá grande liberdade no tocante à customização de personagens. Em relação aos itens que serão concedidos aos jogadores das demos de Mass Effect 3 e Kingdoms of Amalur: Reckoning, seguem abaixo mais detalhes.
OBS: vale um lembrete, aqui, entretanto. O press release menciona demos dos dois games, mas no momento de citar estes itens, ele diz apenas o seguinte, em relação a Mass Effect 3:
“Ao jogar a demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning, os jogadores receberão dois itens desbloqueáveis para Mass Effect 3, quando o extremamente antecipado game for lançado em 06 de Março de 2012, ambos criados pelo renomado criador de Spawn, Todd McFarlane“.
Já em relação a Kingdoms of Amalur: Reckoning, é dito o seguinte, logo mais abaixo:
“Ao jogar a demo de Mass Effect 3, os fãs irão desbloquear os seguintes itens para Reckoning, quando o game for lançado, em 07 de Fevereiro, todos inspirados em Mass Effect“.
Meio confuso, não? Mass Effect 3, aliás, será lançado depois de Reckoning. Será que teremos uma demo de ME3 lançada também em 06 de março? O press release também contém uma frase bem triste: “Demos may not be available in all countries.” Nem precisa de tradução, não é? Achei bem estranhas, também, as menções aos itens, da maneira como foram feitas, portanto, resolvi mencionar este fato. Será que haverá mesmo uma demo de Mass Effect 3? De qualquer forma, abaixo segue a descrição de cada item:
Itens para Mass Effect 3
Leia maisUsuários são banidos de Star Wars: the Old Republic devido a falhas no MMORPG
Não consegui criar outro título para este artigo, sinceramente. Situação ridícula esta, aliás. Usuários foram banidos do MMORPG Star Wars: the Old Republic devido a, digamos, falhas no jogo. Tais usuários foram banidos do game após visitarem continuamente o planeta Ilum. Bom, esta foi, digamos, a premissa.
Segundo Stephen Reid, gerente de comunidade de SWTOR, um determinado número de contas foi banida permanentemente do jogo, enquanto, segundo ele, uma quantidade menor de contas foi advertida ou temporariamente suspensa. Os motivos para tais punições foram “gold farming” e altos ganhos. Isto, ainda segundo Reid, vai de encontro aos termos de serviço de Star Wars: the Old Republic. Esta tal “quantidade menor de contas” estava “saqueando contêineres sistemática e repetidamente, em números muito altos, resultando em um desequilíbrio na economia do game“.
Bem, a brecha para tais práticas existe no jogo, portanto, o problema é da BioWare, e os jogadores jamais deveriam ter sido punidos, nem de forma temporária. Acho estranho também o fato de podermos perceber claramente um certo relacionamento por parte de Stephen Reid entre os “bans” e a recomendação de viagens a Ilum somente após o nível 40. Um MMORPG não é um mundo aberto, de certa forma? Além disso, não foram lançadas expansões para SWTOR, até agora. Não existe nenhum tipo de dispositivo que restrinja as atividades dos jogadores no tocante a onde podem ir ou não. Mas, pelo que podemos perceber, existem “zonas proibidas” no título.

Sendo assim, que removam todo o ouro/crédito de Ilum, então. Ou que tornem os saques mais difíceis. Que corrijam primeiro o que está errado antes de punir quem muitas vezes acreditou no hype, comprou o MMORPG em pré-venda, ajudou a empresa, fez propaganda do jogo para amigos, etc. Terá Star Wars: the Old Republic realmente uma vida longa, mesmo com os dados impressionantes divulgados a seu respeito até agora?
Impressionante também é a explicação do óbvio dada pelo gerente de comunidade de SWTOR:
“Nenhuma destas contas foi banida por suas ações, e nenhuma conta foi banida por viajar para Ilum enquanto ainda está em um nível relativamente baixo“.
Reid ainda diz acreditar que os Termos de Serviço de SWTOR foram quebrados, mas admite que existem problemas em Ilum:
“Alguns ajustes serão feitos em Ilum em um futuro próximo, para desencorajar futuros ‘exploits’. Entretanto, o planeta ainda está aberto a qualquer pessoa que desejar viajar para lá“.
Caramba, se ajustes são necessários no tal planeta que permite que os usuários explorem falhas no jogo, acredito então que estes ajustes deveriam primeiro ter sido realizados antes de se falar em quebra de Termos de Serviço e banir (temporária ou permanentemente) usuários que pagaram pelo jogo, pagaram mensalidade, etc. E se existe um nível mínimo para se visitar o tal nefasto planeta, que sejam criados mecanismos para que usuários abaixo do nível recomendado sejam impedidos de o fazerem. Opa, mas aí não teríamos um MMORPG engessado? Isto tudo é um tanto quanto ridículo, para não dizer outra coisa.
É claro que os responsáveis por um MMORPG como estes (aliás, como qualquer outro) devem zelar pela economia do mesmo, bem como pela “saúde” do universo que criaram. Mas se uma falha permite que usuários ganhem muito ouro, créditos ou o que quer que seja “sistematicamente e repetidamente” (afinal, ninguém vai ajustar algo que funciona direito), o erro é de quem criou e mantém a falha, a brecha, o bug, o problema, e jamais um usuário deveria ter sido banido por explorar algo assim.
Afinal, somos todos seres humanos, falhos como softwares podem também ser, e neste caso parece que o pessoal da BioWare/EA se esqueceu disso, e resolveu deixar a bomba estourar no lado mais fraco, ou seja, o do jogador. A princípio, esta história toda parecia um rumor, mas infelizmente algumas vezes determinados rumores que deveriam ser esquecidos se transformam em realidade.
Se em Saints Row: The Third e em GTA, por exemplo, podemos praticar ações muito mais condenáveis, e não sofremos penalidade alguma (pelo menos não com esta “intensidade”), porque a mesma liberdade não pode ser aplicada a um MMO? Apenas por se tratar de um jogo online? Se em um jogo eletrônico os jogadores podem jogar como desejarem, e se neste mesmo jogo existem problemas que supostamente causariam desequilíbrio e problemas ao universo do jogo e a outros jogadores, é justo punir alguém que explora um bug, por exemplo, tendo em vista benefício próprio? Errar não é humano? Então que o causador do erro pague primeiro por seu erro, pelo menos.
Até que a questão do ”gold farming” é compreensível. Já o caso dos jogadores que foram advertidos ou temporariamente suspensos demonstra um julgamento totalmente tacanho por parte da BioWare e/ou demais responsáveis. Além disso, tendo em vista a necessidade de ajustes no jogo, reconhecida pelo próprio Stephen Reid, ninguém deveria ter sido punido. Uma advertência, em minha opinião, seria a “punição” ideal neste caso. E uma advertência “bem educada”, além disso, com o devido reconhecimento, por parte da empresa responsável, dos problemas existentes. Bom, vai saber se a comunidade de SWTOR não é gerenciada por Sith’s.
(Via: Rock, Paper, Shotgun)
Leia maisMMO’s, profundidade, franquias famosas e outras coisas
Há tempos esta questão está presa em minha cabeça, e meio que brigo com a mesma de tempos em tempos. Franquias de filmes ou games famosas transformadas em MMO’s, MMORPG’s, MMORTS’s, etc, perdem sua profundidade (claro, desde que a “origem” também seja algo profundo)? Aliás, pode algum MMO possuir o mesmo nível de profundidade que outros gêneros de jogos eletrônicos? Um série profunda e dotada de um universo extremamente coeso e imenso como Mass Effect, por exemplo, seria capaz de manter sua profundidade e seu enorme apelo aos fãs que amam ME1, ME2 e jogarão Mass Effect 3, caso transformada em um MMO?
Será que eventos PvP, PvE, partidas online repletas de jogadores do mundo todo, etc, não destoam daquilo que esperamos para o futuro de determinadas franquias e séries? Um jogo online repleto de jogadores falando ao mesmo tempo, xingando uns aos outros, brincando, jogando por jogar, etc, poderia sequer chegar perto da experiência proporcionada pelo jogo em seu modo solo? Obviamente esta é uma situação hipotética, e todos sabemos que, como em qualquer lugar, existem jogadores educados e os mal educados.
Mas será que, no caso de Mass Effect, o melhor não seria o encerramento da franquia, ao invés de seu hipotético prolongamento através de um MMO que conterá, certamente, milhares de jogadores que nada saberão a respeito do “pano de fundo” do universo no qual foram inseridos virtualmente? Será, aliás, que além da profundidade, a transformação de um ótimo jogo em um MMO não o faria perder sua identidade? O que diferenciaria um Mass Effect MMO de um jogo qualquer? Mesmo a presença de personagens chave da franquia não o tornaria um Mass Effect 4, por exemplo, nem tampouco faria com que ele fosse algo mais profundo que um World of Warcraft.
Devo diver que não tenho nada contra MMO’s. Muito pelo contrário, gosto de alguns deles, aprecio o “movimento free-to-play”, desde que tenhamos condições de jogar títulos onde não sejamos obrigados a “pagar para vencer”, e títulos como WoW e Rift são por mim muito apreciados. Entretanto, temos de convir que a “narrativa” neste tipo de jogo é diferente da de outros gêneros.
Em um MMO o jogador é apresentado a eventos muitas vezes banais, em maior ou menor nível, dependendo do jogo e da situação. Algo muito diferente de um RPG offline, por exemplo, como Skyrim, onde temos de lidar com escolhas, satisfações e perdas que quase sempre são resultado de nossas atitudes. As atualizações realizadas em diversos MMO’s introduzem novos elementos e ampliam o enredo dos jogos, mas deixam o jogador de fora do processo construtivo. Isto, é claro, também acontece com diversos outros games e gêneros, mas um MMO é um gênero onde somos lançados em cenários “pré-prontos”. Onde nossas ações, muitas vezes, não possuem grande impacto em relação ao universo do jogo, salvo raros casos.
O jogador é inserido como um expectador, à princípio, e pode então, a partir daí, “construir uma história paralela”, mas jamais poderá interferir no grande todo que compõe o enredo do MMO. Quando falamos em eventos “Player versus Player”, então, tudo fica, digamos, pior ainda, dentro do escopo deste texto. Em grande parte das vezes não há história, não há “background”, não há nada que ligue os tais eventos PvP, pelo menos de forma forte, ao anterior jogo não MMO.
A EA e a BioWare hoje começam a abrir as portas de Star Wars: The Old Republic, mais um jogo baseado na fantástica série de filmes Star Wars. O MMORPG será lançado oficialmente em 20 de Dezembro de 2011, mas quem adquiriu o título durante a pré-venda já poderá começar a jogar a partir de hoje. Ondas de jogadores começarão a invadir os servidores do jogo, segundo a EA. Tudo será (pelo menos é o que diz a EA) controlado, e para tanto, o comprador deverá participar do “Early Game Access program” e solicitar sua key através deste link.
“The Old Republic combina as melhores características de um MMO espacial e adiciona inovações significativas, resultando em uma experiência online emocionalmente envolvente, onde você tem um propósito claro e significativo. Nossos ‘beta testers’ nos disseram que nós verdadeiramente capturamos a magia do universo de Star Wars e modificamos aquilo que eles esperavam de um MMO. A equipe de The Old Republic está incrivelmente animada, honrada e ansiosa para fornecer acesso antecipado para os clientes que compraram o jogo durante a pré-venda. Este é apenas o início de uma grande aventura, juntos“, disse o Dr. Ray Muzyka, gerente geral e co-fundador da BioWare.
Confio muito na BioWare, e é muito provável que Star Wars: The Old Republic seja mesmo um grande jogo, e que ele tenha mesmo capturado “a magia do universo de Star Wars”. Entretanto, em que nível isto ocorre, ou ocorrerá? Esta magia poderá ser apenas vista ou experimentada? Que nível de interação teremos com tal magia? Teremos um jogo realmente envolvente ou um MMORPG com elementos interessantes que, entretanto, “não engrenará”?
Aliás, que elementos um MMO deve possuir para se transformar em um sucesso? Acredito que ainda tenho muitas questões, em relação a este assunto. Mas acredito que franquias de jogos famosas, por exemplo, ao se transformarem também em MMO’s, perdem profundidade e se tornam algo totalmente diferente do “modelo”.
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