Modern Warfare 3 vende mais de 6 milhões de unidades no primeiro dia

Call of Duty: Modern Warfare 3 vendeu cerca de 6,5 milhões de unidades no dia de seu lançamento, segundo algumas estimativas. E isto somente nos Estados Unidos e no Reino Unido. É bem provável que este número seja bem maior, o que não é de se duvidar, pois estamos falando de uma das mais renomadas franquias de jogos eletrônicos do mundo. O pessoal da Activision deve estar dando pulos de alegria, é claro.
Este números tornam MW3 o maior lançamento de um produto voltado a entretenimento de todos os tempos, e vale lembrar que o game já bateu o recorde de Call of Duty: Black Ops, o qual inseriu nos cofres da Activision e das demais empresas envolvidas 360 milhões de dólares no “day one” (Modern Warfare 3 rendeu 400 milhões).
A franquia vem batendo um recorde após o outro e o hype sobre cada novo lançamento e/ou anúncio relativo à mesma é sempre enorme, o que com certeza ajuda bastante. Enquanto isto, Battlefield 3 parece ter perdido a “batalha”, e vendeu durante sua primeira semana muito menos que Black Ops, em 2010. Isto tudo pode, quem sabe, ser explicado pelo fato de que BF3 é muito mais vantajoso, principalmente graficamente, no PC.
A enorme beleza de seus gráficos somente pode ser experimentada em toda sua plenitude em computadores, e computadores que atinjam a configuração recomendada, é claro. Já ouvi inclusive relatos a respeito do fato da versão para consoles de Battlefield 3 ser um tanto quanto feia (infelizmente não pude comprovar este fato).
Juntemos a isto a campanha não muito profunda e curta do título da DICE/EA, e temos aqui mais um dos fatores que podem explicar esta vitória da Activision. Modern Warfare 3 parece contar com uma campanha mais envolvente, e isto conta bastante para muitos jogadores. Ao mesmo tempo, isto é bem estranho, pois grande parte, senão a maioria dos jogadores, comprou estes dois jogos com foco no multiplayer, e neste aspecto, Battlefield 3 é muito superior. Mas, esta é a minha opinião, é claro, e a opinião de alguém que joga muito pouco partidas multiplayer, apesar de ter gostado muito do lado online do jogo da DICE.
De qualquer forma, o nome conta muito aqui. A marca. Call of Duty é uma franquia renomada que, apesar das falhas, dos problemas e de muitos momentos “mais do mesmo” ainda consegue empolgar e divertir muita gente, mesmo se nos restringirmos apenas a seu modo solo. Aliás, por falar em problemas, Modern Warfare 3 me proporcionou “momentos únicos”.
Fiquei 2 dias sem poder jogar o game, após finalmente descobrir que, apesar de minha máquina (a mesma onde rodei BF3 com tudo no máximo, 60 FPS, etc) poder rodá-lo sem problemas, eu deveria reduzir as configurações gráficas do título de “Extra” para “High”. Não sei dizer qual a extensão deste problema, quais sistemas e/ou possíveis serviços ou softwares são incompatíveis com MW3, nem tampouco se é um bug ou não, principalmente pelo fato de que o suporte da Activion fornece respostas somente na próxima encarnação, e tanto a Infinity Ward quanto a Sledgehammer Games parecem possuir certa aversão a abrirem canais de comunicação com os jogadores.
Só o que sei é que finalmente estou jogando a campanha de Call of Duty: Modern Warfare 3. Sem inovações, sem os gráficos estonteantes de BF3, etc. Mas estou gostando.
(Via: Gamesindustry)
Leia maisA indústria de games e elementos que podem acabar com nossa diversão
Confesso que há tempos sinto vontade de escrever este artigo, e o ótimo artigo escrito ontem pelo C. Aquino, do Retina Desgastada, meio que me motivou. Fui também motivado pelos recentes acontecimentos envolvendo a EA, o Steam, a Valve, etc. Há algum tempo, já, somos desrespeitados pela “grande indústria de games”. Pelas grandes desenvolvedoras e publishers, que colocam o dinheiro acima de tudo e não possuem a mínima preocupação em pelo menos esconder suas ações escandalosas. Como parte desta triste saga, assistimos à remoção de Crysis 2 do Steam e à EA dizendo logo em seguida que a Valve é a culpada. Estranhamente, até o momento, a Valve não se pronunciou, e algo que o leitor Ivan Carlos disse em um comentário aqui mesmo no XboxPlus, a respeito da maneira de aquisição de DLC’s em Crysis 2, a respeito do fato destas transações serem feitas totalmente dentro do jogo, pode nos dar uma luz a respeito da remoção.
Aliás, o Ivan escreveu um artigo interessantíssimo em seu blog, o Gamepad, o qual tem a ver com este meu artigo, também. O fato é que sinto medo. Recentemente, percebemos que até mesmo uma franquia consagrada e profunda como Mass Effect corre riscos. Nem mesmo jogos imersivos e dotados de um intenso e profundo enredo talvez sejam poupados da ganância das distribuidoras. Durante a E3 2011 vimos o Shepard “sofrer” com comandos de voz via Kinect em Mass Effect 3, o que nada acrescenta ao jogo em si. E, pior: a publisher de Mass Effect é justamente a EA. Será também a série Mass Effect exaurida pela “Síndrome de EA” que o Gamepad mencionou? É triste sequer pensar nisto.
Aliás, o que foi a E3 2011? Wii U e seu “controle-iPad”? Microsoft tentando “empurrar” o Kinect a todo mundo, como se ele fosse a última maravilha do mundo e como se o simples fato de comandar o chefão da Normandy com sua voz fosse algo maravilhoso? Em minha opinião, a Microsoft e a Nintendo não mostraram nada demais na feira. Já quanto à Sony, não acompanhei muito a seu respeito durante a E3, então prefiro não comentar. Muita coisa bacana aconteceu, entretanto, fora da área de atuação destas 3 gigantes. Muita coisa que, talvez, tenha passado despercebida por grande parte do público.
O quase triste mundo dos games
Crysis 2, Crytek, Steam, Valve, EA, Origin, etc: todos “protagonistas” de um triste conto que acaba envolvendo pessoas que, na maioria das vezes, nada mais querem do que comprar seus jogos e serem tratadas como clientes valiosos, e não como simples números em uma base de dados, números estes que posteriormente serão processados e utilizados em estatísticas, sendo mais tarde transformados em lucros absurdos.
Até é possível sentir saudades dos tempos em que jogávamos videogame “desconectados”. Singleplayer total. Nada de Xbox Live, PSN, jogos online, etc. O gamer comprava ou alugava seu jogo, ía para casa e “se matava” até finalizar o título em questão. Nada mais. Produtoras, distribuidoras, etc, se esforçavam para oferecer títulos de qualidade, com conteúdo riquíssimo, e a indústria era movida pela criatividade e pela vontade de fazer um bom trabalho para vender mais, é claro, e não pelas monstruosidades que determinadas gigantes hoje em dia promovem.
O tal do Call of Duty Elite é um absurdo. Quer dizer, o jogador paga pelo jogo, paga a assinatura da Xbox Live ou da PSN, dependendo do caso, e ainda tem de pagar mais alguns trocados caso deseje fazer parte da “turminha legal” no multiplayer? O pior de tudo é que 2 milhões de jogadores já se inscreveram para o beta do serviço. A Activision diz que tudo permanecerá igual para quem não “aderir ao clube”, mas sabemos que com o decorrer do tempo os assinantes do Elite terão mais vantagens, além das iniciais, e até mesmo poderão criar um certo sentimento de desprezo por quem não é “da elite”. O próprio nome do novo serviço é infeliz, pois de certa forma cria uma distinção entre jogadores assinantes e não assinantes que poderá, muitas vezes, acabar em brigas e insultos. O próprio nome em si ajuda a reforçar o caráter nefasto do novo serviço criado pela detentora dos direitos autorais da franquia Call of Duty, pois quem não for da elite pertencerá a qual grupo? À ralé?
“Se você quer continuar a jogar Call of Duty como sempre fez, você ainda será capaz de fazer justamente isso, incluindo a possibilidade de comprar pacotes de mapas ‘ala carte’. Com o Call of Duty Elite, estamos adicionando uma nova opção para aqueles que querem obter ainda mais do game. Mesmo os ‘haters’ podem jogar de graça“, diz a Activision. E foi assim mesmo que eles divulgaram o press release relativo ao Call of Duty Elite. “Even haters can play for free“. Em negrito. Haters. Hate. Ódio. Rancor. Aversão. Um serviço que incita à discórdia já em seu anúncio.
Desrespeito total. Logo de cara afirmam nas entrelinhas que aqueles que não optarem pelo serviço receberão uma esmola. Serão capazes de “jogar de graça algo pelo qual pagaram”. Que insanidade. Quer dizer: o jogador compra o jogo e “pode jogar de graça”. Onde a Activision está com a cabeça? Pensando no meu ou no seu bolso é que não estão pensando, é claro. Já não é de hoje que a empresa de Bobby Kotick é conhecida por sua ganância. Mas agora eles foram longe demais.
O Elite poderá ser um sistema pago dentro de outro sistema pago. Um sistema independente que, quem sabe, será até mesmo capaz de provocar problemas com algumas redes e plataformas. Não no tocante à parte tecnológica, mas no tocante às questões financeiras e contratuais, pois todos sabemos que diversão é uma coisa, e negócios são algo totalmente à parte. Não foi isso que supostamente aconteceu entre EA, Crytek, Valve e Steam? O Elite permitirá que os assinantes, por exemplo, acessem informações à partir de dispositivos iOS e Android, acessem “milhares” de estatísticas, criem leaderboards personalizadas, obtenham informações a respeito de qual armamento é melhor em cada situação, etc, além de uma série de recursos sociais.
Leia mais(Rumor) Modern Warfare 3 será anunciado em Abril

Bom, meus amigos, inseri a palavra “rumor” no título deste artigo apenas por inserir mesmo, pois todos nós sabemos que no final do ano teremos um novo Call of Duty no mercado. Segundo a revista “PlayStation 3 Magazine”, “fontes próximas” à mesma disseram que o anúncio será feito em meados de Abril. Portanto, já sabem, não é?
Ainda segundo a PSM3, Modern Warfare 3 trará algo do passado do personagem Ghost, e para quem jogou MW2 e se deparou com aquele final que deixa, é claro, “gancho” para uma continuação, podemos perceber que talvez este Call of Duty de 2011 mostre algo sobre Soap e Price.
Bom, não vou negar que gostei bastante de diversos títulos da franquia, incluindo Modern Warfare 2 e Black Ops. Entretanto, depois de jogar títulos como Homefront e Bulletstorm (aguardem pelo review), penso que a série tem que dar uma virada, digamos, de 180 graus, incluindo gráficos, enredo, etc. O gênero FPS anda muito saturado, e é claro que a Activision como publisher fornece um enorme peso a qualquer título lançado dentro da franquia Call of Duty.
Mas penso que Modern Warfare 3 deverá inovar, de algum modo. Ou melhor, esta é minha esperança: ninguém sabe se isto acontecerá. Mas creio que para a “boa saúde” da série como um todo, algo novo nos deverá ser apresentado, como nos dois FPS’s que mencionei acima. A Treyarch já está contratando pessoal para este próximo game: isto deixa ainda mais desnecessário aquele “rumor” ali no título deste artigo. Mas, vamos deixá-lo lá.
De qualquer forma, muita gente já está se cansando das “velhas fórmulas”. Da mesmice que ronda os FPS’s, principalmente aqueles cuja temática seja alguma guerra no mundo, real ou não, passada ou atual. Acredito que a franquia Call of Duty merece muito mais respeito, e chegamos a um ponto onde, talvez, muitos gamers comecem a se tornar mais exigentes. É fato que a cada ano são lançados bons games, mas bons games que, de certa maneira, não trazem nada novo.
Black Ops foi impactante. Belíssimo título. Mas, em termos de inovação, ele não nos trouxe nada. E, além disso, sempre bato na mesma tecla: gráficos não são tudo em um game.
(Via: VG247)
Leia mais3 estúdios trabalhando em Call of Duty: Modern Warfare 3
A tradicional franquia Call of Duty marcará presença em 2011, provavelmente em Novembro. A novidade é que o novo game, Call of Duty: Modern Warfare 3, está sendo desenvolvido por 3 estúdios diferentes. Segundo algumas fontes reportaram ao Los Angeles Times, os estúdios envolvidos na produção são: a já tradicional na série Infinity Ward, a Sledgehammer e a Raven Software.

A Raven Software, aliás, é responsável pelo sensacional Singularity e pelas séries Hexen e Heretic, dentre outros trabalhos. É claro que tanto a Raven quanto a Sledgehammer estão trabalhando como “ajudantes” da Infinity Ward, empresa que até hoje briga com a Activision na justiça, e “convive” com a saída de Vince Zampella e Jason West, além de diversos membros de seu staff. É claro que trata-se, até mesmo conforme dito pela revista Edge, de uma Infinity Ward bem diferente da de outrora, e talvez daí venha a necessidade de ajuda.
A Raven, aliás, está ajudando no componente multiplayer de Modern Warfare 3. A série Call of Duty sempre provoca enorme alvoroço todos os anos, e vale ressaltar que o pessoal da Sledgehammer é composto por profissionais que trabalharam no desenvolvimento do primeiro Dead Space. É de se esperar que desta mistura saia algo no mínimo mais envolvente, cativante e frenético do que Modern Warfare 2.
Vamos aguardar e acompanhar o hype.
(Via: Edge Online)
Leia maisApelação ou diversão? Zumbis em Call of Duty: Black Ops já estão recrutados
Zumbis. Call of Duty: Black Ops conterá este “ingrediente” em um modo co-op. Parece uma tentativa de “reviver” os zumbis presentes no modo cooperativo de Call of Duty: World at War. Black Ops, que será lançado em Novembro de 2010, para PC, Xbox 360, Nintendo Wii, DS e Playstation 3, terá a “bela” presença de mortos-vivos. Isto acaba de ser confirmado pela Activision.
Deverá ser muito divertido, é claro, jogar junto com mais 3 amigos, no modo co-op, enfrentando inimigos zumbis. Isto deve ter sido melhor ainda, e válido, quando do lançamento de World at War, quando a franquia Call of Duty ainda estava, digamos, em seus bons tempos. Entretanto, não creio que a inserção deste elemento em Call of Duty: Black Ops seja algo positivo. Muito pelo contrário.
Black Ops, em minha opinião, não possui nenhum elemento que justifique sua compra por parte de quem possui Modern Warfare 2, por exemplo. Através das imagens e vídeos divulgados, percebemos que se trata de “mais do mesmo”. Nenhuma inovação, nenhum extra, nenhum fator que faça o gamer olhar e dizer: “- Nossa, esse game é demais”. É claro que digo isto me baseando em imagens, vídeos e informações que li a respeito do título, mas tudo isto ajuda a formar uma certa opinião a respeito do que está por vir.
Me parece que a série perdeu o rumo. Black Ops não é nenhum jogo fantástico, e acho que nem a “surpresa legal para os fãs” mencionada por Mark Lamia, da Treyarch, será algo surpreendente. Um jogo de guerra “sério” contendo zumbis, nos dias atuais? Isto quando temos games como Battlefield: Bad Company 2 já lançados, por exemplo? Um game que eleva o fator “guerra” a um patamar verdadeiramente real e fantástico sem no entanto apelar?
Daqui a pouco vão lançar um “modo Barbie” para um próximo game da franquia, quem sabe. Acho que tudo isto não passa de mais uma forma de, ao mesmo tempo, chamar a atenção e aumentar as vendas. “Se” eu fosse comprar Black Ops, não veria muito interesse neste modo com zumbis além do fator co-op, e aí pode estar o que realmente faça o mesmo valer a pena para os gamers. Modos multiplayer, sociabilidade nos games e intercâmbio de informações e de experiência estão em alta nos dias atuais, no mundo dos jogos eletrônicos. O problema é que algumas empresas se aproveitam disto para inserir elementos totalmente dispensáveis em seus games, elementos que não têm nada a ver com a temática dos mesmos.
Ok, os zumbis podem estar lá, mas isto tem algo a ver com a temática do jogo? Estou sendo muito pessimista e/ou crítico?
(Via: VG247)
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