Jogue agora o MMO free-to-play Battlestar Galactica Online
O MMO free-to-play Battlestar Galactica Online, desenvolvido pela BigPoint, acaba de entrar em período Open Beta, o que significa que qualquer pessoa agora pode se registrar e jogar. É possível escolher o lado humano ou o lado dos cibernéticos Cylons, e o registro pode ser feito, gratuitamente, é claro, através deste link.
Acho muito interessante o lançamento de tantos MMO’s dentro do modelo free-to-play, ultimamente, onde o jogo básico é gratuito e o gamer deve pagar “somente” por algumas regalias “in-game”. Isto mostra que as empresas estão descobrindo outras maneiras de rentabilizar seus trabalhos. Aliás, isto já foi comprovado.

Battlestar Galactica Online foi desenvolvido com a engine Unity, e é jogável através do browser, mediante a instalação do plugin “Unity Player”. Isto representa, é claro, uma vantagem e tanto no quesito “mobilidade”, por exemplo: você será capaz de jogar e salvar seu jogo a partir de qualquer computador conectado à internet.
O MMO oferece gráficos muito bonitos, diversas opções no tocante a microtransações, inúmeras missões e a possibilidade de comandar diversas naves. Minha experiência com o game, entretanto (por enquanto, é claro, pois estamos falando de um jogo em versão beta), foi um pouco complicada. Ele travou nas duas primeiras inicializações, sendo que uma delas fez com que meu Firefox fosse fechado, perdendo, infelizmente, toda a “listagem” de abas abertas.
Mas vamos aguardar. Achei o game muito interessante.
(Via: Rock, Paper, Shotgun)
Leia maisKodu Game Lab: será que vai dar certo?

Confesso que fiquei muito animado com o lançamento do Kodu, há algumas semanas atrás. A idéia foi fantástica, e escrevi alguns artigos a respeito neste meio tempo. Desenvolvido com o XNA, da própria Microsoft, o game chegou com promessas revolucionárias, e espero mesmo que essa revolução aconteça, mas para isso, modificações e mudanças no modo de negócios devem ser realizadas. Comprei o jogo poucos dias após o lançamento, seu preço é muito bom, baratíssimo para algo de tamanha complexidade (400 Microsoft Points, ou US$ 5,00) e a ferramenta empolga, realmente, a princípio.
É possível criar seu próprio mundo, definir posição de objetos, definir quais e quantos objetos farão parte do seu jogo, cada um deles com um comportamento distinto, se você desejar, etc. É possível também programar seus personagens e uma infinidade de outras coisas. A quantidade de materiais disponíveis é enorme, apenas o número de personagens é ainda pequeno (os desenvolvedores prometem novos personagens, em DLC’s a serem lançados futuramente).
O que me frustrou nos últimos dias no Kodu é a limitação que ele possui na quantidade de personagens disponíveis, por exemplo. Não se pode tentar criar um jogo de plataforma estilo Mário, por exemplo, pelo menos não da forma que deveria ser. Você só tem à disposição robôs, discos voadores, naves e outros “figurantes” semelhantes. São cerca de 20 personagens, todos eles semelhantes no tocante à movimentação e à programação, apesar de existir uma opção mediante a qual você pode inserir os personagens já pré-programados para executarem determinadas tarefas.
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