Fim de semana Electronic Arts na Nuuvem tem Need for Speed: The Run por R$ 37,99

A Nuuvem está mesmo “arrebentando”. Hoje foi iniciado o “Fim de semana Electronic Arts“, e diversos jogos sensacionais da publisher que insiste em não liberar Star Wars: The Old Republic para o Brasil estão sendo vendidos por preços fantásticos. Por exemplo, Need for Speed: The Run está saindo por meros R$ 37,99, um preço muito bacana. Mass Effect 2, esta obra prima da BioWare, está saindo por 20 reais, e o espetacular Bulletstorm por apenas R$ 18,99.
Mas não para por aí não. O lindíssimo Crysis 2 está irresistível, custando apenas R$ 19,99. Dead Space e Dead Space 2 estão custando menos de 20 reais, cada, e o mesmo ocorre com Dragon Age II. Medal of Honor também está saindo por R$ 19,99, e nesta página você pode conferir todos os jogos em promoção. Acabei de comprar o Need for Speed: The Run, aliás, e o jogo já foi ativado no meu Origin.
Estou gostando de ver. A Nuuvem está cada vez melhor. Promoções muito mais do que bacanas, pré-vendas com preços fantásticos, novos jogos sendo adicionados ao catálogo com grande frequência, e um suporte técnico que não deixa a desejar. Dê uma olhada no site, e veja se algum outro jogo te interessa.
Agora, temos mais um serviço de distribuição digital de games para PC que se tornou um risco aos nossos bolsos. Mas todos gostamos disso, afinal de contas, não é?
Leia maisEA: Origin gera mais de US$ 100 milhões e SWTOR tem mais de 1,7 milhões de assinantes ativos
Enquanto a THQ vai mal das pernas, a Electronic Arts anuncia aos quatro ventos seus lucros e sucessos. O Origin, seu serviço de distribuição digital de games para PC (que não parece gostar muito do Brasil), foi responsável por uma receita de mais de 100 milhões de dólares em 2011, sendo que mais de 9 milhões de clientes estão registrados junto ao mesmo. Obviamente uma certa parcela destes clientes se registraram devido à obrigatoriedade de possuir uma conta junto ao serviço para jogar games publicados pela EA.
Battlefield 3 e FIFA 12 venderam, cada um, mais de 10 milhões de unidades, e Star Wars: The Old Republic já possui mais de 1,7 milhões de assinantes ativos. O MMORPG da BioWare, aliás, o qual não está disponível no Brasil, vendeu mais de 2 milhões de unidades em pouco mais de um mês. A EA também menciona que as vendas da PopCap, estúdio adquirido em Julho do ano passado, cresceram 30 por cento em 12 meses.
Outras façanhas, grandes, é claro, também foram anunciadas pela empresa, como por exemplo lucros Non-GAAP de mais de 1 bilhão de dólares no ano calendário de 2011. Vale ressaltar que estes números absurdos foram obtidos através de transações digitais. É muito dinheiro. Muita gente está comprando jogos da EA. Muita gente assinou e joga SWTOR, também, e a EA está rindo à toa, mesmo que todos saibamos a respeito de sua voracidade e enorme vontade de ganhar o máximo possível sem oferecer muita coisa em troca. Claro, isto não é uma regra, mas acontece com bastante frequência.
“Estamos satisfeitos por reportar um forte trimestre impelido por Battlefield 3, FIFA 12 e uma forte manifestação de nossos games e serviços digitais. Star Wars: The Old Republic está desenvolvendo uma comunidade de jogadores comprometida, com mais de 1,7 milhões de assinantes ativos, e crescendo“, disse John Riccitiello, CEO da EA.
Infelizmente esta “comunidade de jogadores comprometida” mencionada, em relação a SWTOR, deixa de fora os jogadores brasileiros, pelo menos através das vias normais e esperadas. A publisher também espera, até o quarto trimestre do ano fiscal 2012, gerar uma receita líquida Non-GAAP de 925 milhões a 975 milhões de dólares.
Ainda no campo das grandes realizações da EA, a empresa menciona que o MMORPG Star Wars: The Old Republic vai de vento em popa e, segundo ela, é o MMO pago com o maior crescimento de todos os tempos. Ela também menciona que o uptime dos servidores do jogo é de mais ou menos 99.5%. Particularmente, tenho muita curiosidade em testar SWTOR, entretanto, o não lançamento do jogo no Brasil me decepcionou bastante, principalmente devido ao fato de que não existem razões para este tipo de tratamento que exclui determinados países.
“Estamos verdadeiramente honrados pelo incrivelmente forte apoio de nossos jogadores que estão apreciando Star Wars: The Old Republic. Nossa equipe inteira trabalhou duramente durante as férias para entregar uma experiência polida no lançamento, e a resposta ao game, de nossos fãs e críticos, tem sido excepcionalmente gratificante“, disse o Dr. Ray Muzyka, co-fundador e gerente geral da BioWare.
Infelizmente, também, toda esta experiência e este trabalho não podem ser apreciados no mundo inteiro, e muitos brasileiros, por exemplo, estão de fora dos números abaixo, relativos a SWTOR:
- Mais de 239 milhões de horas in-game, ou mais de 332.000 meses, e mais de 27.000 anos in-game;
- Mais de 20 bilhões de NPCs mortos;
- Mais de 148 bilhões de créditos gastos;
Outra novidade divulgada pela EA diz respeito ao Origin (novamente). O serviço conta com mais de 27 parcerias, e hoje sete novas publishers firmaram um acordo para a distribuição de seus jogos no serviço, incluindo, pasmem, a Remedy e Alan Wake para PC. Dentre as novas publishers, pode-se citar, por exemplo, Focus Home Interactive, Iceberg Interactive, Strategy First, Macro Games, Selectsoft and Legendo Entertainment.
Claro, isto tudo “não pertence a nós”, brasileiros. Fico me perguntando quando a Electronic Arts irá liberar o Origin para o mundo todo, se é que ela o fará. Se ela conseguiu atingir números tão significativos com um serviço que exclui no mínimo um país, o que não seria possível com um serviço aberto, como o Steam, por exemplo?
Como concorrer neste mercado tão agressivo com tantas restrições a si mesmo? E mais: como continuar agradando ao mesmo tempo em que não se tem o devido respeito por quem ajuda a pagar seu almoço? Talvez “o buraco seja mais embaixo”, não sei, mas o fato é que, sinceramente, não consigo entender a EA, em diversos aspectos. Quem sabe com o tempo.
Leia mais1C Company em breve também estará no Origin, da EA
A 1C Company é a maior desenvolvedora e publisher Russa, creio eu. A empresa também trabalha com localização e distribuição de jogos eletrônicos, com foco na Europa central e no Leste Europeu. Fundada em 1991, a 1C company possui diversos estúdios de desenvolvimentos internos, e dentre as séries que foram desenvolvidas por seus próprios estúdios podemos mencionar, por exemplo, IL-2 Sturmovik e Theatre of War. A empresa também trabalha com mais de 30 estúdios independentes, e já produziu mais de 100 projetos juntamente com os mesmos, tanto para PC quanto para consoles.
Aqui, podemos mencionar, por exemplo, games como Rig’n'Roll, Soldiers: Heroes of World War II, King’s Bounty: The Legend, King’s Bounty: Armored Princess, King’s Bounty: Crossworlds, Off-Road Drive e Real Warfare 2: Northern Crusades. Trata-se de um portfolio muito interessante e variado, e de uma das empresas que mais admiro nesta grande e muitas vezes estranha indústria de jogos eletrônicos. A 1C, aliás, acaba de anunciar que seus títulos estarão disponíveis no Origin, da EA, em breve.
Jogos como Men of War: Assault Squad GOTY Edition, Men of War: Condemned Heroes e King’s Bounty: Warriors of the North em breve farão parte do catálogo do Origin. Resta-nos saber se estes títulos serão adicionados apenas ao Origin internacional, como ocorreu com o MMORPG Rift, recentemente.
Pelo andar da carruagem, não consigo me desvencilhar desta ideia, da mesma maneira que não consigo encontrar razões para que a Electronic Arts não venda todos os jogos do catálogo de seu serviço de distribuição digital para o mundo inteiro. Títulos da 1C Company podem ser encontrados no Steam, no GamersGate e no Green Man Gaming, por exemplo. Estes bloqueios que o Origin nos “enfia goela abaixo”, tenho certeza, não são determinados pelas publishers, e sim pela Electronic Arts. A razão, entretanto, permanece uma incógnita.
“Estamos absolutamente encantados por trabalhar com o Origin para levar os títulos da 1C para mais jogadores, daqui em diante. O sucesso de nossas franquias fora do território russo, como Men of War e Kings Bounty, foi construído quase inteiramente através de vendas digitais, e acreditamos que o Origin será o maior colaborador para nosso contínuo sucesso em 2012“, comentou Darryl Still, diretor de publicação internacional da 1C UK Ltd.
É claro que todos as empresas que começam a trabalhar com o Origin fazem lá seus elogios ao serviço. Isto é até natural e funciona até mesmo como uma espécie de marketing para o novo canal através do qual seus jogos serão distribuídos. Entretanto, duvido muito que o Origin, pelo menos por enquanto, consiga superar as vendas de outros canais de distribuição digital em relação aos títulos da 1C. Duvido muito de muitas coisas, aliás.
É triste percebermos que, mais uma vez, a Electronic Arts deixa o Brasil (e sabe-se lá quais mais outros países) de fora. Bom, nem chega a ser tão triste, poque temos outros serviços semelhantes (e melhores) à nossa disposição (inclusive brasileiros). Mas existem os jogos da própria EA, e em relação a estes, a EA acaba meio que nos “empurrando” o Origin, uma vez que seu cliente é necessário para jogarmos seus títulos.
Boa sorte à 1C Company, de qualquer forma, e espero ver um dia seus ótimos jogos em promoção e à venda no Origin do Brasil.
Leia maisO que você comprou durante a “Steam Holiday Sale”?
A última ”Steam Holiday Sale“, iniciada em 19 de Dezembro de 2011, terminou hoje. Inúmeros bons jogos foram vendidos a preços realmente “escandalosos”. Até mesmo lançamentos recentes entraram no meio das promoções, as quais incluíram também títulos da Activision, o que foi algo muito interessante. Quase não acreditei quando vi Batman: Arkham City pela metade do preço e L.A. Noire por menos de 10 dólares.
O serviço de distribuição digital de games para PC da Valve está se tornando cada vez mais “perigoso”, pelo menos aos nossos bolsos. Durante esta última promoção de final de ano, diversos jogos a preços fantásticos, muitas vezes custando menos de 1 dólar, podiam ser encontrados. E “garimpar” a loja de games da Valve era, ao mesmo tempo, um martírio e motivo de grande prazer. Além disso, fica claro que jogar no PC, muitas vezes, acaba saindo muito mais barato, além da agilidade e da comodidade proporcionadas pela distribuição digital.
Mas e aí, caro leitor, o que você comprou no Steam, durante a última ”Steam Holiday Sale”? Muitos jogos? Conseguiu resistir? Eu acabei adquirindo os seguintes títulos:
- Costume Quest, por US$ 3,74;
- Cargo! The Quest for Gravity, por US$ 4,99;
- Velvet Assassin, por US$ 2,49;
Desta vez me segurei bastante, e consegui gastar, portanto, apenas US$ 11,22. Se estes três jogos fossem adquiridos agora, por exemplo, eu gastaria US$ 44,97. Ou seja, a economia aqui foi de US$ 33,75 (cerca de 63 reais). Fantástico o desconto, não? Fico imaginando quem se preparou para a “Steam Holiday Sale” e deu uma bela incrementada em sua coleção, então, o quanto não economizou.
Queria também agradecer aos caríssimos leitores e amigos que me enviaram games como presentes, é claro, os quais já se encontram devidamente baixados e/ou instalados. E que dizer então de sites como a Nuuvem e o GamersGate, por exemplo, que também estavam/estão oferecendo jogos a preços fantásticos? São muitos jogos e ofertas para pouco tempo disponível, eu diria.
E você, como foi seu “final de ano gamer”? O que comprou?
Leia maisGamersGate está em crescimento: planos para escritório em Nova Iorque anunciados

A “briga” entre os serviços de distribuição digital de games para PC se torna cada vez mais ferrenha. Cada um deles quer oferecer mais vantagens e novidades ao cliente, e enquanto o Steam domina o mercado (por enquanto), temos o GamersGate crescendo de forma bem rápida. A empresa sueca acaba de anunciar seus planos para a abertura de um escritório em Nova Iorque. Isto certamente será acompanhado de novidades para os clientes, além de melhorias na infra-estrutura do serviço, quem sabe, a qual, aliás, já é muito boa.
Contando com um serviço diferenciado e livre de softwares clientes, o GamersGate possui um catálogo muito interessante. Tenho diversos jogos que só encontrei lá, e lá também é aberto grande espaço para jogos independentes que não se vê nem no Steam. É até mesmo interessante percebermos que até mesmo a Activision agora possui alguns de seus games no catálogo do site, o que não ocorria há até algum tempo atrás, sabe-se lá por quais motivos.
Segundo a empresa, seu catálogo de jogos para PC é o maior dentre as empresas semelhantes, o que não duvido, pois lá se encontra, por exemplo, além de tudo, muitos jogos eletrônicos desconhecidos do grande público. Jogos pertencentes a nichos muito específicos também podem ser encontrados no GamersGate, e uma garimpagem no site pode nos revelar coisas bem interessantes.
Segundo fontes internas do serviço de distribuição digital que anteriormente era operado pela publisher Paradox Interactive, o mesmo teve um ano fiscal impressionante. E, ainda segundo estas mesmas fontes, já não é a primeira vez que isto acontece. A abertura do escritório em Nova Iorque será realizada logo no começo de 2012, vale ressasltar.
Isto talvez seja um reflexo do grande sucesso que o site/serviço vem obtendo, bem como devido à qualidade dos títulos presentes em seu catálogo e às promoções constantes. Agora mesmo o site possui mais de 800 títulos em oferta, e muitos deles são jogos de altíssima qualidade. Muitos são títulos, digamos, “AAA”. A política de ofertas e promoções do GamersGate também vem se tornando bem agressiva, e títulos são colocados em oferta diariamente.
Segundo o GamersGate, eles obtiveram um crescimento de 50% nas vendas, em 2011. Além disso, o serviço também expandiu seu catálogo, incluindo diversos games pertencentes a diversos gêneros, e lançou um programa chamado GamersGate Free Games, o qual talvez tenha seu nome alterado para Void, em 2012.
O atual GamersGate Free Games oferece jogos de forma gratuita a usuários que forem aceitos no programa, e tudo é mantido através de anúncios que são exibidos antes do início de cada jogo. Já para 2012 a empresa menciona o lançamento de uma plataforma chamada Void, a qual englobará, então, o Free Games, também será mantida através de anúncios e contará com o apoio de publishers maiores.
“Teremos o prazer de começar a construir nossos alicerces em Nova Iorque. 2011 foi outro grande ano e o novo escritório irá expandir ainda mais nosso serviço como uma plataforma líder de distribuição digital. Conforme nossa base de clientes cresce, temos que crescer também. O escritório em Nova Iorque irá nos posicionar melhor como uma empresa global, e está mais próximo de muitas publishers sediadas nos Estados Unidos“, disse Theodore Bergquist, CEO do GamersGate.
O fato é que o GamersGate é um excelente serviço de distribuição digital. Em minha opinião, ele está em segundo lugar, depois do Steam. Bons preços, promoções constantes, taxas de transferência muito boas durante os downloads e suporte técnico muito mais rápido que o do Steam: o GamersGate ainda vai causar muito barulho no mercado, tenho certeza.
Após o lançamento oficial do Void/GamersGate Free Games, é bem provável que a biblioteca de jogos gratuitos seja aumentada de forma bem significativa e, aliás, quem se importa com o fato de observar um curto anúncio antes de jogar um título de maneira totalmente legal e gratuita?
Vamos aguardar.
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