Distribuição digital versus venda de games na caixa

Publicado por em Jan 22, 2010 em Artigos | Comente agora

Ontem, ao escrever um artigo sobre a “Green Man Gaming”, que entrará no mercado de distribuição digital de games em breve e promete comercializar “games usados digitais”, bem como permitir que seus usuários vendam seus games comprados via download através do site, alguns pensamentos me vieram à cabeça.

Aliás posso dizer que comecei a pensar nisto logo depois do recente episódio ocorrido no Steam, onde o cidadão que desejava vender sua conta com 139 games foi supostamente impedido (e provavelmente teve sua conta banida ou bloqueada, vai saber).

O que diferencia os games vendidos em lojas físicas, daqueles vendidos via download?

Qual a diferença entre um game comprado “digitalmente”, via download, e um game comprado na loja, encontrado em uma prateleira, com sua caixinha, manuais, mídia, etc?

Não estou me referindo aqui à diferença “física”, digamos. Pois todos sabemos que games em caixinha contém diversas coisas que os distribuídos digitalmente não contém, como manuais, mídia, livros (algumas vezes), e diversos outros tipos de conteúdo. Mas isto não vem ao caso agora. Estou me referindo ao “conteúdo” em si, ao game, ao software que está sendo vendido.

Por que podemos vender e/ou trocar um game retail, enquanto que um comprado em sites de distribuição digital não? Tecnologia para rastrear estas transações e impedir abusos, com certeza não falta.

O que difere um de outro? Ao comprar um game, seja através da tão falada distribuição digital (via download), seja comprando-o em uma loja física, não gastamos nosso dinheiro, de qualquer forma, e este não foi devidamente distribuído a quem é de direito (varejistas/vendedores digitais, desenvolvedores, distribuidores e quem mais tiver direito a alguma parcela sobre a transação)?

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Máquinas de venda de games no Reino Unido

Publicado por em Dec 16, 2009 em Inusitado e/ou curioso | Comente agora

Máquina vendedora de games e filmesSabe aquelas máquinas que costumamos encontrar em shoppings, faculdades ou até mesmo no metrô de São Paulo, onde você deposita o valor exato e seu livro sai na hora? Ou, aquelas máquinas que funcionam de forma bastante similar, mas que vendem salgadinhos, pacotes de bolacha, doces, etc?

Pois é, utilizaram a mesma idéia para games e filmes. No Reino Unido, uma empresa chamada POP247 , em colaboração com a Sony Pictures e a Universal Studios, desenvolveu uma máquina automática dessas, que vende desde filmes em DVD e/ou Blu-Ray até games. Sim, isto mesmo: games!

Os quiosques em breve irão fornecer conteúdo para download até para os memory sticks da Sony. Será que a Microsoft não entra nessa também, ou desenvolve algo semelhante?

Já imaginou chegar em um shopping center, parar em frente a uma máquina dessas, escolher um game para o seu Xbox e levá-lo para casa em um memory unity? É claro que, dado o espaço de armazenamento dos memory unity oficiais do Xbox 360, somente XBLA’s poderiam ser comprados, e repare bem: somente alguns, atualmente.  Ai ai, mas sonhar de vez em quando é bom. :)

Mas a novidade é interessante, e mostra que a distribuição digital é mesmo algo inevitável.

(Via: Joystiq)

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A distribuição digital de conteúdo “é” o futuro

Publicado por em Oct 20, 2009 em Artigos | Comente agora

DVDPelo menos é no que acredita Peter Moore, responsável pela EA Sports. Segundo ele, entretanto, ainda estamos pelo menos uns 10 anos longe desta época onde não mais existirão nossos amados discos e caixinhas de jogos. Eu também aposto na distribuição digital, mas ainda reluto em abandonar o “meio físico“.

Venhamos e convenhamos: em um modelo totalmente digital, onde os jogos são entregues via download, perdemos aquele certo “glamour” de uma “edição do ano”, ou de uma “edição de colecionador”. Perdemos o contato com a caixinha, com o cheiro de plástico novo, e os diversos badulaques que recebemos quando compramos um jogo retail. É, eu dou importância a estas coisas. :)

O futuro é a distribuição digital

Em um mundo tão “digital”, é óbvio que caminhamos, no quesito “games”, para a total eliminação do modelo de venda em caixa/disco físico. Para que isto aconteça, entretanto, diversos fatores podem influenciar negativa e/ou positivamente, como por exemplo velocidade das conexões à internet, tamanho dos HD’s dos consoles, etc. Mas creio que pelo menos no intervalo de tempo sugerido pelo figurão da EA (ou até bem antes), estes não serão mais problemas com os quais teremos de lidar tão seriamente quanto hoje.

Mas que o modelo de venda de jogos em discos deixará saudades, isto deixará. Ainda bem que ainda temos um certo tempo para aproveitarmos nossos brinquedinhos. Bom, pelo menos segundo as previsões do Mr. Moore. :)

Via Joystiq

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