Conheça os requisitos mínimos para rodar Battlefield 3 em seu PC
Battlefield 3 é, em minha opinião, um dos jogos que mais causará impacto em 2011. Os vídeos divulgados até agora mostram cenas surpreendentes, incluindo de gameplay. É claro que toda esta beleza e impacto terá um preço, e tudo isto somente poderá ser visualizado em toda sua plenitude no PC.

Foram divulgados os requisitos mínimos e recomendados (nada oficial por enquanto, é claro) para rodar Battlefield 3 em PC’s, e estes não são, pelo menos por enquanto, nada assustadores. Eu cheguei a imaginar que um jogo desta magnitude iria, realmente, requerer um “computador da NASA”, mas parece não ser o caso. As configurações abaixo surgiram por acidente no site da DICE, e pode ser que elas sejam reais ou não. De qualquer forma, seguem abaixo as informações:
Requisitos mínimos
Espaço em disco: 15 GB para versão em disco ou 10 GB para versão digital;
Sistema operacional: Windows Vista ou Windows 7;
Processador: Core 2 Duo 2.0GHz;
Memória RAM: 2GB;
Placa de vídeo: Nvidia ou AMD ATI e DirectX 10 ou 11;
Requisitos recomendados
Espaço em disco: 15 GB para versão em disco ou 10 GB para versão digital;
Sistema operacional: Windows 7 64-bits;
Processador: Intel ou AMD Quad-core;
Memória RAM: 4GB;
Placa de vídeo: Nvidia ou AMD ATI, GeForce GTX 460, Radeon HD 6850, DirectX 11;
(Via: G4TV)
Leia maisArtes de capa de Mass Effect 3 (Xbox 360, PS3 e PC)

A EA divulgou a arte de capa de Mass Effect 3 para Xbox 360, Playstation 3 e PC. Como sempre, o Shepard está presente na mesma. Porém, desta vez, ele está sozinho. Talvez, isto queira dizer alguma coisa, talvez não. Com a terra ao fundo, Shepard está com cara de poucos amigos e apresenta aquela espécie de “lança energética” ativa em seu braço esquerdo, a qual, pelo que tudo indica, ajudará bastante no combate corpo a corpo. Só não gostei nada da frase “Better with Kinect Sensor“. O Kinect não adicionará nada ao gameplay de Mass Effect 3.
Infelizmente ME3 será lançado somente em 2012, e para quem já terminou ME1 e ME2, o jeito é aguardar e, quem sabe, jogar os dois novamente, tanto para aliviar a tensão quanto para apreciar novamente estas duas obras primas. De qualquer forma, abaixo seguem as capas. Muito bonitas, por sinal.
Leia maisA indústria de games e elementos que podem acabar com nossa diversão
Confesso que há tempos sinto vontade de escrever este artigo, e o ótimo artigo escrito ontem pelo C. Aquino, do Retina Desgastada, meio que me motivou. Fui também motivado pelos recentes acontecimentos envolvendo a EA, o Steam, a Valve, etc. Há algum tempo, já, somos desrespeitados pela “grande indústria de games”. Pelas grandes desenvolvedoras e publishers, que colocam o dinheiro acima de tudo e não possuem a mínima preocupação em pelo menos esconder suas ações escandalosas. Como parte desta triste saga, assistimos à remoção de Crysis 2 do Steam e à EA dizendo logo em seguida que a Valve é a culpada. Estranhamente, até o momento, a Valve não se pronunciou, e algo que o leitor Ivan Carlos disse em um comentário aqui mesmo no XboxPlus, a respeito da maneira de aquisição de DLC’s em Crysis 2, a respeito do fato destas transações serem feitas totalmente dentro do jogo, pode nos dar uma luz a respeito da remoção.
Aliás, o Ivan escreveu um artigo interessantíssimo em seu blog, o Gamepad, o qual tem a ver com este meu artigo, também. O fato é que sinto medo. Recentemente, percebemos que até mesmo uma franquia consagrada e profunda como Mass Effect corre riscos. Nem mesmo jogos imersivos e dotados de um intenso e profundo enredo talvez sejam poupados da ganância das distribuidoras. Durante a E3 2011 vimos o Shepard “sofrer” com comandos de voz via Kinect em Mass Effect 3, o que nada acrescenta ao jogo em si. E, pior: a publisher de Mass Effect é justamente a EA. Será também a série Mass Effect exaurida pela “Síndrome de EA” que o Gamepad mencionou? É triste sequer pensar nisto.
Aliás, o que foi a E3 2011? Wii U e seu “controle-iPad”? Microsoft tentando “empurrar” o Kinect a todo mundo, como se ele fosse a última maravilha do mundo e como se o simples fato de comandar o chefão da Normandy com sua voz fosse algo maravilhoso? Em minha opinião, a Microsoft e a Nintendo não mostraram nada demais na feira. Já quanto à Sony, não acompanhei muito a seu respeito durante a E3, então prefiro não comentar. Muita coisa bacana aconteceu, entretanto, fora da área de atuação destas 3 gigantes. Muita coisa que, talvez, tenha passado despercebida por grande parte do público.
O quase triste mundo dos games
Crysis 2, Crytek, Steam, Valve, EA, Origin, etc: todos “protagonistas” de um triste conto que acaba envolvendo pessoas que, na maioria das vezes, nada mais querem do que comprar seus jogos e serem tratadas como clientes valiosos, e não como simples números em uma base de dados, números estes que posteriormente serão processados e utilizados em estatísticas, sendo mais tarde transformados em lucros absurdos.
Até é possível sentir saudades dos tempos em que jogávamos videogame “desconectados”. Singleplayer total. Nada de Xbox Live, PSN, jogos online, etc. O gamer comprava ou alugava seu jogo, ía para casa e “se matava” até finalizar o título em questão. Nada mais. Produtoras, distribuidoras, etc, se esforçavam para oferecer títulos de qualidade, com conteúdo riquíssimo, e a indústria era movida pela criatividade e pela vontade de fazer um bom trabalho para vender mais, é claro, e não pelas monstruosidades que determinadas gigantes hoje em dia promovem.
O tal do Call of Duty Elite é um absurdo. Quer dizer, o jogador paga pelo jogo, paga a assinatura da Xbox Live ou da PSN, dependendo do caso, e ainda tem de pagar mais alguns trocados caso deseje fazer parte da “turminha legal” no multiplayer? O pior de tudo é que 2 milhões de jogadores já se inscreveram para o beta do serviço. A Activision diz que tudo permanecerá igual para quem não “aderir ao clube”, mas sabemos que com o decorrer do tempo os assinantes do Elite terão mais vantagens, além das iniciais, e até mesmo poderão criar um certo sentimento de desprezo por quem não é “da elite”. O próprio nome do novo serviço é infeliz, pois de certa forma cria uma distinção entre jogadores assinantes e não assinantes que poderá, muitas vezes, acabar em brigas e insultos. O próprio nome em si ajuda a reforçar o caráter nefasto do novo serviço criado pela detentora dos direitos autorais da franquia Call of Duty, pois quem não for da elite pertencerá a qual grupo? À ralé?
“Se você quer continuar a jogar Call of Duty como sempre fez, você ainda será capaz de fazer justamente isso, incluindo a possibilidade de comprar pacotes de mapas ‘ala carte’. Com o Call of Duty Elite, estamos adicionando uma nova opção para aqueles que querem obter ainda mais do game. Mesmo os ‘haters’ podem jogar de graça“, diz a Activision. E foi assim mesmo que eles divulgaram o press release relativo ao Call of Duty Elite. “Even haters can play for free“. Em negrito. Haters. Hate. Ódio. Rancor. Aversão. Um serviço que incita à discórdia já em seu anúncio.
Desrespeito total. Logo de cara afirmam nas entrelinhas que aqueles que não optarem pelo serviço receberão uma esmola. Serão capazes de “jogar de graça algo pelo qual pagaram”. Que insanidade. Quer dizer: o jogador compra o jogo e “pode jogar de graça”. Onde a Activision está com a cabeça? Pensando no meu ou no seu bolso é que não estão pensando, é claro. Já não é de hoje que a empresa de Bobby Kotick é conhecida por sua ganância. Mas agora eles foram longe demais.
O Elite poderá ser um sistema pago dentro de outro sistema pago. Um sistema independente que, quem sabe, será até mesmo capaz de provocar problemas com algumas redes e plataformas. Não no tocante à parte tecnológica, mas no tocante às questões financeiras e contratuais, pois todos sabemos que diversão é uma coisa, e negócios são algo totalmente à parte. Não foi isso que supostamente aconteceu entre EA, Crytek, Valve e Steam? O Elite permitirá que os assinantes, por exemplo, acessem informações à partir de dispositivos iOS e Android, acessem “milhares” de estatísticas, criem leaderboards personalizadas, obtenham informações a respeito de qual armamento é melhor em cada situação, etc, além de uma série de recursos sociais.
Leia maisSegundo a EA, Crysis 2 foi removido do Steam pela Valve

Ontem publiquei a respeito da remoção do jogo Crysis 2 do Steam, e até então pensava-se que a empresa responsável pela remoção fosse a Electronic Arts. Agora parece que tudo mudou, e a EA diz que foi a Valve quem removeu Crysis 2 de seu serviço de distribuição digital de games. De qualquer forma, ainda estou meio inseguro no tocante a afirmar qualquer coisa neste sentido, pois “não senti firmeza” em nenhum dos lados, e a Valve ainda não se manifestou sobre o caso.
Mesmo porque Crysis 2 continua disponível em alguns sites de distribuição digital, incluindo o GamersGate UK. Segundo representantes da EA disseram ao site Kotaku, foram os termos de serviço do Steam que ocasionaram a remoção do game do site. “É lamentável que o Steam tenha removido Crysis 2 de seu serviço. Esta não foi uma decisão da EA ou o resultado de qualquer ação tomada pela EA“, diz um comunicado da publisher.
Pelo que tudo indica, a remoção foi ocasionada por um “choque” entre alguns termos de serviço impostos pelo Steam aos desenvolvedores e um acordo que a Crytek, desenvolvedora do título, possui com outro site de distribuição digital. Segundo se pode perceber, a permanência de Crysis 2 no Steam violaria este tal acordo da desenvolvedora alemã, e ela então deve ter optado pela remoção de seu game do Steam.
É interessante notar que os representantes da EA falam em “novas regras” e também mencionam que muitos dos termos de serviço do Steam não são impostos por outros sites de distribuição digital de jogos. Agora, que site será este que fez com que a Crytek removesse Crysis 2 do maior serviço de distribuição digital de games do mundo? Quais vantagens a desenvolvedora terá ao manter seu game neste outro serviço e não mais no Steam? Ou tudo não passa de uma manobra por parte da EA para tentar aliviar um pouco as coisas? Sendo o Steam o maior concorrente do Origin, é até meio que natural pensarmos nisto.
Muito estranho tudo isto, e eu fico aqui pensando em qual seria o “outro site de distribuição digital”, se é que é o caso. Estranho também a EA falar em “expulsão” e/ou em remoção pela Valve, se pelo que foi dito, podemos depreender que a própria Crytek pode ter removido o jogo do Steam. Bom, o tal “choque” entre os dois termos de serviço pode ter também ocasionado alguma ação por parte da Valve, caso a Crytek tenha se negado a algo. Mas tudo isto está muito estranho. Além disso, por que o primeiro Crysis continua no Steam?
(Via: Kotaku)
Leia maisLoucura – trailer de lançamento de Alice: Madness Returns
Alice: Madness Returns será lançado em 14 de Junho de 2011, para Xbox 360, Playstation 3 e PC. Uns dizem que o jogo não fará muito sucesso, outros dizem o contrário. Pode até mesmo ser que o jogo sofra do mesmo mal que Alan Wake (o que não significa que ele será um jogo ruim, da mesma forma que Alan Wake é um game fantástico), mas uma coisa é certa, principalmente após assistirmos ao trailer de lançamento do título, o qual segue abaixo: Alice: Madness Returns será um game muito bom, pelo menos em minha opinião.
Ambientação bem escura, o modo hysteria, que enfatiza todo o vermelho em tela (sangue e olhos da protagonista, por exemplo) além de aplicar um filtro preto e branco que torna tudo mais sombrio ainda, e um estilo de jogo meio hack ‘n slash bem similar a outros já lançados anteriormente. Tudo isto pode fazer de Alice: Madness Returns um jogo interessantíssimo.
























