Kingdoms of Amalur: Reckoning é lançado – Candidato a “Game do Ano?

Publicado por em Feb 7, 2012 em Lançamentos, Vídeos e imagens | Comente agora

Hoje foi lançado o jogo Kingdoms of Amalur: Reckoning, obra de um verdadeiro time de estrelas (contando inclusive com Curt Schilling, ex-jogador de baseball e proprietário da 38 Studios, a desenvolvedora do título). Kingdoms of Amalur: Reckoning já recebeu notas muito boas em diversos reviews, e a IGN chegou a dizer que o game será considerado quando começarem as discussões para a escolha do “Game do Ano”.

Isto pode ser ou não confirmado, é claro, e ainda temos muito chão pela frente até que tais discussões comecem. De qualquer forma, o jogo da 38 Studios tem tudo para emplacar. O mundo de Amalur é complexo e misterioso, e Reckoning é um RPG de ação com um mundo aberto, dotado de gráficos e mecânica de combate muito bons.

R. A. Salvatore foi o responsável pelo enredo do título, enquanto o criador de SpawnTodd McFarlane, cuidou da arte. Ainda falando a respeito do time de estrelas responsáveis pelo RPG, temos o game designer Ken Rolston, o qual possui em seu portfolio jogos do calibre de  The Elder Scrolls III: Morrowind e  The Elder Scrolls IV: Oblivion,

Kingdoms of Amalur: Reckoning é uma nova IP extremamente promissora, a qual une uma profunda experiência em um mundo aberto com combates fantásticos. Segundo a Electronic Arts, o jogo possibilita milhões de combinações de movimentos, armas e armaduras, e é claro que isto resulta em uma experiência diferente para uma infinidade de jogadores.

A Electronic Arts e a 38 Studios, entretanto, revelaram algo que me deixou curioso. Trata-se do “House of Valor“, um pacote de expansão que pode ser baixado gratuitamente por quem comprou o game. O código para download está incluso em cada nova cópia de Kingdoms of Amalur: Reckoning, pode ser utilizado uma única vez e é intransferível.

Ou seja, quem comprar o game usado e desejar obter o ”House of Valor” deverá comprar um “Online Pass”, o qual custa US$ 9,99. Triste, não? Bom, isto também ocorreu com a Cerberus Network em Mass Effect 2, e muita gente não reclamou, inclusive eu. Talvez trate-se apenas de uma grande cisma em relação à EA e a tantas de suas “manobras maléficas”.

O pacote de expansão  ”House of Valor” adiciona sete novas quests ao título, e conta com o campeão Tyr Magnus desafiando os jogadores em uma arena. Diversos desafios serão apresentados ao gamer, e muitos deles contam com certos pré-requisitos, como por exemplo derrotar todos os inimigos sem receber nenhum dano. Não sei se este é um pacote de expansão que vale a pena ser adquirido, até mesmo porque ainda não foram fornecidas maiores informações a respeito das novas quests presentes no mesmo, e se levarmos em consideração o fato de que o jogo é enorme, podemos até mesmo descartar a compra deste pacote no caso da compra de uma cópia usada do jogo.

Esta é uma importante ocasião para toda a equipe da 38 Studios e da Big Huge Games. Eu não poderia estar mais orgulhoso por todo o coração, paixão e talento que a equipe deixou fluir ao criar o primeiro título no mundo de Amalur. Este é o início de uma longa e fantástica jornada. Estamos profundamente comprometidos com a comunidade RPG e planejamos continuar a entregar muito mais conteúdo baseado em história e ação a curto e longo prazo“, disse Curt Schilling, fundador e presidente da 38 Studios.

Espero que todo este novo conteúdo que Schilling menciona tenha não somente o propósito de ganhar dinheiro, mas também sirva para enriquecer ainda mais a experiência proporcionada pelo jogo. A menção a um primeiro título no mundo de Amalur pode significar, então, que estamos vendo o nascimento de uma nova franquia, e isto não é nada mal, desde que respeito e esmero sejam mantidos durante e após os próximos lançamentos. Espero que Kingdoms of Amalur: Reckoning continue proporcionando ótimas experiências aos jogadores, e que sua imagem não seja manchada pelo lançamento de DLCs “caça-níqueis” (termo batido, não?).

O jogo é realmente fantástico, e cada jogador pode personalizar seu personagem de forma tal que este se adeque totalmente a seu estilo de jogo. Novas habilidades e manobras de combate podem ser desbloqueadas durante o gameplay, e as paisagens misteriosas e belíssimas de Amalur representam um convite sensacional para qualquer jogador que aprecie um bom RPG.

O sistema de combate de Reckoning é extremamente dinâmico, e temos aqui um jogo extremamente profundo. Talvez a união destes dois elementos possa agradar a muita gente e conquistar uma enorme legião de fãs. Vamos ver como o jogo se sairá nas próximas semanas. E você, pretende comprar o game?

Enquanto isso, veja um vídeo de gameplay e o trailer de lançamento de Kingdoms of Amalur: Reckoning:

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EA: Origin gera mais de US$ 100 milhões e SWTOR tem mais de 1,7 milhões de assinantes ativos

Publicado por em Feb 2, 2012 em Indústria de games | 2 comentários

Enquanto a THQ vai mal das pernas, a Electronic Arts anuncia aos quatro ventos seus lucros e sucessos. O Origin, seu serviço de distribuição digital de games para PC (que não parece gostar muito do Brasil), foi responsável por uma receita de mais de 100 milhões de dólares em 2011, sendo que mais de 9 milhões de clientes estão registrados junto ao mesmo. Obviamente uma certa parcela destes clientes se registraram devido à obrigatoriedade de possuir uma conta junto ao serviço para jogar games publicados pela EA.

Battlefield 3 e FIFA 12 venderam, cada um, mais de 10 milhões de unidades, e Star Wars: The Old Republic já possui mais de 1,7 milhões de assinantes ativos. O MMORPG da BioWare, aliás, o qual não está disponível no Brasil, vendeu mais de 2 milhões de unidades em pouco mais de um mês. A EA também menciona que as vendas da PopCap, estúdio adquirido em Julho do ano passado, cresceram 30 por cento em 12 meses.

Outras façanhas, grandes, é claro, também foram anunciadas pela empresa, como por exemplo lucros Non-GAAP de mais de 1 bilhão de dólares no ano calendário de 2011. Vale ressaltar que estes números absurdos foram obtidos através de transações digitais. É muito dinheiro. Muita gente está comprando jogos da EA. Muita gente assinou e joga SWTOR, também, e a EA está rindo à toa, mesmo que todos saibamos a respeito de sua voracidade e enorme vontade de ganhar o máximo possível sem oferecer muita coisa em troca. Claro, isto não é uma regra, mas acontece com bastante frequência.

Estamos satisfeitos por reportar um forte trimestre impelido por Battlefield 3, FIFA 12 e uma forte manifestação de nossos games e serviços digitais. Star Wars: The Old Republic está desenvolvendo uma comunidade de jogadores comprometida, com mais de 1,7 milhões de assinantes ativos, e crescendo“, disse John Riccitiello, CEO da EA.

Infelizmente esta “comunidade de jogadores comprometida” mencionada, em relação a SWTOR, deixa de fora os jogadores brasileiros, pelo menos através das vias normais e esperadas. A publisher também espera, até o quarto trimestre do ano fiscal 2012, gerar uma receita líquida Non-GAAP de 925 milhões a 975 milhões de dólares.

Ainda no campo das grandes realizações da EA, a empresa menciona que o MMORPG Star Wars: The Old Republic vai de vento em popa e, segundo ela, é o MMO pago com o maior crescimento de todos os tempos. Ela também menciona que o uptime dos servidores do jogo é de mais ou menos 99.5%. Particularmente, tenho muita curiosidade em testar SWTOR, entretanto, o não lançamento do jogo no Brasil me decepcionou bastante, principalmente devido ao fato de que não existem razões para este tipo de tratamento que exclui determinados países.

Estamos verdadeiramente honrados pelo incrivelmente forte apoio de nossos jogadores que estão apreciando Star Wars: The Old Republic. Nossa equipe inteira trabalhou duramente durante as férias para entregar uma experiência polida no lançamento, e a resposta ao game, de nossos fãs e críticos, tem sido excepcionalmente gratificante“, disse o Dr. Ray Muzyka, co-fundador e gerente geral da BioWare.

Infelizmente, também, toda esta experiência e este trabalho não podem ser apreciados no mundo inteiro, e muitos brasileiros, por exemplo, estão de fora dos números abaixo, relativos a SWTOR:

  • Mais de 239 milhões de horas in-game, ou mais de 332.000 meses, e mais de 27.000 anos in-game;
  • Mais de 20 bilhões de NPCs mortos;
  • Mais de 148 bilhões de créditos gastos;

Outra novidade divulgada pela EA diz respeito ao Origin (novamente). O serviço conta com mais de 27 parcerias, e hoje sete novas publishers firmaram um acordo para a distribuição de seus jogos no serviço, incluindo, pasmem, a Remedy e Alan Wake para PC. Dentre as novas publishers, pode-se citar, por exemplo, Focus Home Interactive, Iceberg Interactive, Strategy First, Macro Games, Selectsoft and Legendo Entertainment.

Claro, isto tudo “não pertence a nós”, brasileiros. Fico me perguntando quando a Electronic Arts irá liberar o Origin para o mundo todo, se é que ela o fará. Se ela conseguiu atingir números tão significativos com um serviço que exclui no mínimo um país, o que não seria possível com um serviço aberto, como o Steam, por exemplo?

Como concorrer neste mercado tão agressivo com tantas restrições a si mesmo? E mais: como continuar agradando ao mesmo tempo em que não se tem o devido respeito por quem ajuda a pagar seu almoço? Talvez “o buraco seja mais embaixo”, não sei, mas o fato é que, sinceramente, não consigo entender a EA, em diversos aspectos. Quem sabe com o tempo.

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1C Company em breve também estará no Origin, da EA

Publicado por em Jan 26, 2012 em Indústria de games | 4 comentários

A 1C Company é a maior desenvolvedora e publisher Russa, creio eu. A empresa também trabalha com localização e distribuição de jogos eletrônicos, com foco na Europa central e no Leste Europeu. Fundada em 1991, a 1C company possui diversos estúdios de desenvolvimentos internos, e dentre as séries que foram desenvolvidas por seus próprios estúdios podemos mencionar, por exemplo, IL-2 Sturmovik e Theatre of War. A empresa também trabalha com mais de 30 estúdios independentes, e já produziu mais de 100 projetos juntamente com os mesmos, tanto para PC quanto para consoles.

Aqui, podemos mencionar, por exemplo, games como Rig’n'Roll, Soldiers: Heroes of World War II, King’s Bounty: The Legend, King’s Bounty: Armored Princess, King’s Bounty: Crossworlds, Off-Road Drive e Real Warfare 2: Northern Crusades. Trata-se de um portfolio muito interessante e variado, e de uma das empresas que mais admiro nesta grande e muitas vezes estranha indústria de jogos eletrônicos. A 1C, aliás, acaba de anunciar que seus títulos estarão disponíveis no Origin, da EA, em breve.

Jogos como Men of War: Assault Squad GOTY Edition, Men of War: Condemned Heroes e King’s Bounty: Warriors of the North em breve farão parte do catálogo do Origin. Resta-nos saber se estes títulos serão adicionados apenas ao Origin internacional, como ocorreu com o MMORPG Rift, recentemente.

Pelo andar da carruagem, não consigo me desvencilhar desta ideia, da mesma maneira que não consigo encontrar razões para que a Electronic Arts não venda todos os jogos do catálogo de seu serviço de distribuição digital para o mundo inteiro. Títulos da 1C Company podem ser encontrados no Steam, no GamersGate e no Green Man Gaming, por exemplo. Estes bloqueios que o Origin nos “enfia goela abaixo”, tenho certeza, não são determinados pelas publishers, e sim pela Electronic Arts. A razão, entretanto, permanece uma incógnita.

Estamos absolutamente encantados por trabalhar com o Origin para levar os títulos da 1C para mais jogadores, daqui em diante. O sucesso de nossas franquias fora do território russo, como Men of War e Kings Bounty, foi construído quase inteiramente através de vendas digitais, e acreditamos que o Origin será o maior colaborador para nosso contínuo sucesso em 2012“, comentou Darryl Still, diretor de publicação internacional da 1C UK Ltd.

É claro que todos as empresas que começam a trabalhar com o Origin fazem lá seus elogios ao serviço. Isto é até natural e funciona até mesmo como uma espécie de marketing para o novo canal através do qual seus jogos serão distribuídos. Entretanto, duvido muito que o Origin, pelo menos por enquanto, consiga superar as vendas de outros canais de distribuição digital em relação aos títulos da 1C. Duvido muito de muitas coisas, aliás.

É triste percebermos que, mais uma vez, a Electronic Arts deixa o Brasil (e sabe-se lá quais mais outros países) de fora. Bom, nem chega a ser tão triste, poque temos outros serviços semelhantes (e melhores) à nossa disposição (inclusive brasileiros). Mas existem os jogos da própria EA, e em relação a estes, a EA acaba meio que nos “empurrando” o Origin, uma vez que seu cliente é necessário para jogarmos seus títulos.

Boa sorte à 1C Company, de qualquer forma, e espero ver um dia seus ótimos jogos em promoção e à venda no Origin do Brasil.

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Origin começa a vender (poucos) jogos de outras publishers, mas não no Brasil

Publicado por em Jan 24, 2012 em Indústria de games | 8 comentários

Parece mesmo que o Brasil, pelo menos por enquanto, está fora dos planos da EA quando o assunto é seu novo “serviço de distribuição digital” Origin. A empresa anunciou hoje que já iniciou um processo para adicionar jogos de 11 publishers ao catálogo do serviço, incluindo a Trion Worlds, desenvolvedora do MMORPG Rift, e a Robot Entertainment, criadora do ótimo Orcs Must Die!

A EA menciona que mais 9 publishers terão seus jogos adicionados ao catálogo do Origin, muito em breve, e Rift, aliás, já se encontra disponível, em duas versões: a Ashes of the History Edition e a Standard Edition, por US$ 29,99 e US$ 19,99, respectivamente. Entretanto, o título não está disponível no Origin Brasil, da mesma maneira que Star Wars: The Old Republic.

Acho isto um tanto quanto estranho, para não dizer outra coisa. Se a Electronic Arts deseja mesmo criar um serviço de distribuição digital competitivo (é o que se espera, com gigantes como o Steam no mercado, por exemplo), porque dificultar as coisas desta maneira? Acesse o Origin.com através de qualquer proxy e você verá tanto Rift quanto SWTOR à venda.

Aliás, duvido muito destes “muito em breve” mencionados pelo pessoal da EA. Em Outubro de 2011 a empresa anunciou a transformação do Origin, digamos, em algo mais amplo. Warner, THQ e Capcom foram mencionadas. No entanto, o que foi incluído até agora no serviço é muito pouco. Poucos jogos destas publishers podem ser encontrados no Origin, mesmo fora do Brasil, e as palavras de David DeMartini, vice-presidente sênior do Origin, naquela ocasião, fazem agora menos sentido:

Desde o lançamento, tivemos um apoio esmagador, tanto das publishers quanto dos desenvolvedores em toda a indústria de jogos eletrônicos, os quais reconheceram o Origin como uma oportunidade para entregar mais de seus grandes conteúdos diretamente para os consumidores em todo o mundo.” Bom, outros serviços também não fazem o mesmo, e o fazem melhor? Onde está a inovação e os recursos que, necessariamente, teriam de ser inclusos em algo que pretende concorrer com o Steam? Cloud saving apenas não basta. A EA está demorando demais.

Confesso que não possuo mais qualquer tipo de restrição em relação ao serviço Origin, mas estas atitudes da EA são extremamente irritantes, e podem fazer com que muita gente realize boicotes, principalmente em casos de jogos que também estão disponíveis em outros lugares, como é o caso do MMORPG da Trion Worlds. Tive boas surpresas, aliás, com o suporte técnico da empresa, nos últimos dias. Fui muito bem atendido, consegui adicionar à minha conta junto ao Origin todos os games da EA que possuía no Steam, e inclusive ganhei diversos cupons de desconto. O que não consigo entender é esta falha em atender a demanda, por exemplo, de muitos brasileiros que certamente gostariam de ter comprado Star Wars: The Old Republic diretamente “da fonte”.

Uma olhada rápida no Origin através de um proxy mostra que até mesmo Saints Row: The Third, da THQ, será adicionado ao serviço, e títulos como Batman: Arkham Asylum, Dead Rising 2: Off The Record e Bastion já se encontram disponíveis para download. Se esta indisponibilidade na loja brasileira é temporária ou não, ninguém sabe. Só o que sei é que não existe nenhum motivo para que isto ocorra, muito pelo contrário.

É justamente devido a isto, a estes bloqueios ridículos, que hoje utilizo o Direct2Drive apenas para baixar os jogos que infelizmente comprei lá. Como a EA quer, por exemplo, competir com o Steam, demonstrando medo, removendo seus títulos da loja da Valve e não lançando novos títulos por lá?

Quando veremos (se é que veremos) o Origin inovador e cheio de conteúdo exclusivo anunciado por John Riccitiello, que disse o seguinte:  ”Ao longo do tempo, o Origin irá crescer com novas funcionalidades e novo e único conteúdo, o qual os consumidores não conseguirão obter em nenhum outro lugar”? Este “ao longo do tempo”, talvez, pode significar uma ou duas encarnações.

A empresa de John Riccitiello também menciona que as seguintes empresas terão seus jogos inclusos no Origin, no decorrer dos próximos meses: CD PROJEKT RED, Freebird Games, Recoil Games, Autumn Games, 1C Company, inXile entertainment, Paradox Interactive, Core Learning Ltd. e N3V Games. Do jeito que as coisas andam, é óbvio que não veremos tudo isto no Origin Brasil. Mas, e daí? Outras lojas os vendem sem qualquer restrição.

O Origin é focado no fornecimento de escolhas para os consumidores e os games que eles jogam. Desde grandes franquias até títulos independentes de alta qualidade, estamos trazendo o melhor conteúdo da indústria para um lugar. Estamos muito animados por receber novos parceiros e uma variada nova linha de títulos para o Origin hoje“, disse Craig Rechenmacher, vice presidente de desenvolvimento de negócios e marketing do Origin.

Estranhas palavras, principalmente quando percebemos que o catálogo do serviço oscila em torno de 100 games, sendo que o Brasil, por exemplo, “está fora da jogada”. Um dos grandes problemas disto tudo, aliás, é o fato de que a EA possui em suas mãos grandes franquias adoradas por muita gente, como por exemplo Mass Effect, Battlefield, Dead Space, Need for Speed, etc. Mass Effect 3 para PC, aliás, não será lançado no Steam, o que forçará os fãs da série a utilizarem o Origin, de uma forma ou outra.

Não consigo entender também o entusiasmo de Jim Butler, diretor de marketing global da Trion Worlds, quando ele diz o seguinte:

O Origin se estabeleceu como um destino para os melhores títulos disponíveis atualmente no mercado digital em evolução, então, ele definitivamente é um lugar que a Trion quer estar“. Estas palavras denotam, para mim, uma grande “puxação de saco”, e nada mais, infelizmente.

Aliás, que “escolhas” são essas que Craig Rechenmacher menciona? “Algo pré-formatado”?

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BioWare confirma demo de Mass Effect 3 em 14 de Fevereiro de 2012

Publicado por em Jan 18, 2012 em Anúncios, Demos | 6 comentários

A BioWare acaba de confirmar que haverá uma demo de Mass Effect 3, e que ela será lançada em 14 de Fevereiro de 2012, para PC, Xbox 360 e PS3. É fantástico saber que um dos jogos mais aguardados de 2012 contará com uma demo. É claro que os fãs da franquia, aqueles que jogaram Mass Effect e Mass Effect 2, por exemplo, nem precisarão de uma demo: grande parte deles comprarão o jogo de “olhos fechados”.

De qualquer forma, demos jamais são indispensáveis, e se a BioWare confirmou o lançamento da demo de ME3, é porque talvez, quem sabe, a Electronic Arts realmente ainda não contaminou o estúdio com suas ações e estilo que fazem com que muitos jogadores cheguem a odiar a publisher. Aliás, espero que isto jamais aconteça, pois gosto bastante da BioWare.

Mass Effect é uma franquia profunda, imersiva e maravilhosa. O universo do jogo é complexo e conta com inúmeras raças alienígenas que convivem, de forma amigável ou não, com os seres humanos. Mass Effect 3 será o capítulo final da franquia. O jogo que todos esperávamos em 2011 mas que felizmente foi adiado para 2012. Este adiamento certamente permitiu que muitos fãs conseguissem finalizar o que devia ser finalizado na franquia, já se preparando para o final da história.

Cheguei a duvidar que uma demo de ME3 fosse lançada, mesmo com o anúncio da demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning e os respectivos itens in-game que poderão ser desbloqueados por quem jogar ambas as demos. Aliás, a demo de Kingdoms of Amalur: Reckoning já se encontra disponível no Steam, na Xbox Live USA e na BR (apenas para assinantes Gold). Acredito que o mesmo deva ocorrer na Playstation Network.

Voltando a Mass Effect 3, a BioWare também mencionou que a demo do jogo contará com suporte a reconhecimento de voz através do Kinect (algo totalmente desnecessário em um game como este). Mas, em contrapartida, já sabemos a respeito da invasão dos Reapers, por exemplo, e tenho plena confiança de que este título não me decepcionará. Acredito plenamente que a BioWare entregará um capítulo final extremamente profundo e emocionante. Teremos, em ME3, um Shepard disposto a tudo para eliminar seus inimigos.

Mass Effect 3 apresentará ao jogador uma guerra galática em grande escala, e o Comandante Shepard, mais uma vez, poderá decidir o que fazer, quando fazer e como fazer. Esta possibilidade de influenciar o desenrolar da história através das escolhas do personagem é fantástica, e foi um dos elementos que mais me fascinaram quando joguei Mass Effect pela primeira vez. Qual caminho você prefere, aliás? Paragon ou Renegade?

Mass Effect 3 também terá um modo de jogo cooperativo, o qual poderá ser experimentado a partir de 17 de Fevereiro. Também será possível experimentar este novo modo de jogo antes do dia 17. Quem ativou o “Battlefield 3 online pass” já conta com acesso antecipado a este novo modo de jogo assim que a demo for lançada. Outras maneiras de acesso antecipado também serão divulgadas, através do site do jogo. Vale lembrar que este acesso antecipado ao co-op de ME3, entretanto, pode variar conforme a região e a plataforma.

Mal posso esperar por esta demo. Mal posso esperar por Mass Effect 3. Sei, aliás, que o final de Mass Effect 3 representará para mim o início de uma nova “passagem” pela série inteira, pois quero jogar novamente com mais calma e cuidado ainda do que a joguei pela primeira vez, observando detalhes que, talvez, tenham passado “em branco”.

Este título já foi nomeado por mais de 100 canais de distribuição em todo o mundo como um dos mais aguardados de 2012. Durante o Spike TV VGA, Mass Effect 3 foi nomeado pela votação dos fãs como o “Game mais Aguardado de 2012″. É, muita gente espera por este título, e a sua demo, a qual será lançada cerca de 20 dias antes do lançamento oficial do jogo, servirá também para aumentar ainda mais a nossa ansiedade.

Estamos muito animados por sermos capazes de dar aos jogadores uma demo extensa que irá colocá-los na linha de frente desta enorme guerra galática. A escala inteira do game é maior que qualquer coisa que já fizemos. Com sua ação intensa, profunda customização e  brutal poder emocional, Mass Effect 3 entregará uma experiência de RPG de ação tanto para os fãs da série quanto para os novatos“, disse Casey Hudson produtor executivo da série Mass Effect.

Eu não sei quanto a vocês, mas mal posso esperar pelo dia 14 de Fevereiro de 2012. Reapers, Shepard, resultados de escolhas erradas e certas que fiz em Mass Effect 2, o grande apelo emocional da série, a enorme profundidade de seu universo, a fantástica ligação emocional entre seus personagens, o poder de ir e vir e decidir meu próprio caminho: é, Mass Effect 3 me chama com força. E segundo a BioWare, sua demo não será pequena, o que causa mais vontade ainda de jogá-la.

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