Sanctum: adicione esta bela mistura de tower defense e FPS à sua biblioteca por US$ 3,39
Sanctum, da Coffee Stain Studios (leia review) é um ótimo jogo que mistura tower defense e FPS. O jogador é capaz de posicionar as torres de defesa e combater os inimigos em pleno campo de batalha, com perspectiva em primeira pessoa. Tudo, aliás, acontece em primeira pessoa, o que torna Sanctum um jogo extremamente diferente e interessante. O jogo foi desenvolvido com a Unreal Engine 3, e é um must have para os apreciadores do estilo.
Mais de 75 missões fazem parte de Sanctum, e seus belos gráficos e ambientes impressionantes tornam o gameplay algo inesquecível. O jogador pode construir torres de defesa em mapas que contam com seções elevadas, inclusive, e é também possível dificultar bastante a vida dos alienígenas, criando um emaranhado de torres que, dependendo do caso, pode acabar com muitos deles sem que seja necessário disparar muitos tiros.

Dentre um dos elementos interessantíssimos de Sanctum, podemos mencionar os Televators, estruturas que podem ser construídas pelo gamer e que permitem que ele seja teletransportado de um ponto a outro do mapa. Um rifle sniper também pode ser utilizado durante o jogo, e utilizá-lo é fantástico. Você pode observar suas torres de defesa “trabalhando” e ao mesmo tempo matar alienígenas em grande estilo. Sanctum é simplesmente ótimo. Diversos novos idiomas foram adicionados ao título, e esta promoção no Steam também é uma espécie de comemoração. Pena o português não ter sido incluso. Mas quem sabe na próxima atualização, não?
“Estamos muito emocionados por anunciar que Sanctum pode alcançar uma audiência maior com o suporte a idiomas adicionais. Esperamos que esta atualização, a qual obviamente é gratuita, permita que as pessoas joguem com seus amigos no mundo todo com mais facilidade“, disse Anton Westbergh, CEO e produtor de Sanctum.
Sanctum já vendeu mais de 300.000 cópias. Sua comunidade é muito ativa, e diversos updates já foram lançados para o mesmo. Trata-se de um jogo que, por US$ 3,39, é realmente imperdível. E você, já jogou ou vai comprar este “First Person Shooter Tower Defense”?
Leia maisThe Darkness II – Demo – Impressões e vídeo de gameplay
O jogo The Darkness II será lançado em 07 de Fevereiro, para PC, Xbox 360 e Playstation 3. Trata-se do sucessor de The Darkness, lançado em 2007 e desenvolvido pela Starbreeze Studios, empresa que é responsável também pelo excelente “The Chronicles of Riddick Assault on Dark Athena”. The Darkness é baseado em uma série de quadrinhos criada pelo norte-americano Marc Silvestri, e conta com um protagonista chamado Jackie Estacado, o qual é um chefão do crime que possui ligação com uma força demoníaca chamada justamente “The Darkness”.
The Darkness II foi desenvolvido pela canadense Digital Extremes, e é um FPS extremamente empolgante, principalmente devido ao fato de Estacado contar com grande ajuda da escuridão, incluindo braços monstruosos que podem destroçar inimigos com extrema facilidade. Ele também pode utilizar armas de fogo, mas o espetáculo e a ajuda proporcionados pelos tais braços que se parecem com duas cobras gigantes é algo fora de série.

Jackie agora conta também com a presença constante (pelo menos na demo) de seu companheiro Darkling, um pequeno demônio muito engraçado, até, e que inclusive chega a atacar os inimigos (além de realizar algumas ações bem engraçadas). Em The Darkness era preciso chamarmos a criatura, mas no novo título da franquia ele estará sempre ao lado do protagonista. Há a questão da luz, também, que afeta tanto Jackie quanto o Darkling. Atirar em luminárias e outras fontes de luz é sempre necessário.
A combinação da utilização dos braços demoníacos de Estacado juntamente com armas de fogo é muito bacana, e você pode utilizar os braços inclusive para utilizar objetos como proteção, como portas de carros, por exemplo. The Darkness II também permite que você evolua o personagem, sendo possível adquirir upgrades que serão muito úteis e também aumentarão o espetáculo mortal proporcionado por Jackie Estacado.
O início da demo é muito bonito, aliás. Em um restaurante, machucado, Estacado reluta em utilizar seus poderes novamente, enquanto a escuridão o tenta. Entretanto, a única maneira de sair com vida dali é justamente liberando a escuridão, o que acaba ocorrendo de maneira espetacular. A demo de The Darkness II é extremamente empolgante. Cheia de ação, mesmo, e ainda nos mostra que os gráficos do jogo estão muito bonitos.
A mistura de FPS com elementos sobrenaturais é algo que aprecio bastante, e me parece que The Darkness II será um ótimo jogo. Sua demo é curta, porém fantástica. Os tentáculos podem ser utilizados para as mais diversas interações com o ambiente, até mesmo para comer o coração de inimigos mortos, o que ajuda a restaurar a energia vital do personagem principal.
Este é um jogo muito promissor. É sempre bom contarmos com lançamentos que fogem do tradicional e nos oferecem uma experiência diferente e marcante. Pelo menos, essa foi a impressão que a demo de The Darkness II deixou em mim. Aliás, o jogo está em pré-venda na Nuuvem por um preço muito bacana, e vale lembrar que se trata de um título Steamworks.
Gravei um vídeo de gameplay, aliás, o qual segue abaixo (versão PC):
Leia maisHard Reset: Extended Edition: belo universo cyberpunk chegará às lojas com conteúdo extra

Acredito que vocês devem se lembrar do jogo Hard Reset (leia review), desenvolvido pelo estúdio polonês Flying Wild Hog e lançado para PC em 13 de Setembro de 2011. Hard Reset é um título que conta com gráficos muito bonitos e ação que ultrapassa o significado da palavra “frenética”. Dotado de um clima cyberpunk fantástico, o game é desafiador ao extremo, pois hordas de robôs insanos e extremamente violentos se lançam contra você quase que o tempo todo, muitas vezes parecendo verdadeiros “kamikazes cibernéticos”.
Ambientado em uma belíssima cidade chamada Bezoar, o primeiro game da Flying Wild Hog tem como protagonista o Major Fletcher. Um cara que sempre estará sozinho em meio a grande quantidade de robôs e à desolação que toma conta dos lugares por onde passa. Hard Reset foi muito elogiado justamente por sua dificuldade, seus belíssimos gráficos e pelo fato da experiência que ele proporciona ser muito old-school. Hard Reset é um FPS old-school revestido de uma “capa” extremamente moderna, digamos.
O jogador não conta, no game, com sistema de cobertura, com regeneração automática da energia vital e com outras coisas que estão presentes nos shooters atuais. Nem mesmo se agachar é possível, no título, o que torna cada simples encontro com uma horda de robôs um desafio e tanto. Além disso, somente duas armas estão à disposição do jogador: a CLN e a N.R.G. A CLN dispara projéteis normais, e a N.R.G. dispara cargas energéticas, sendo que ambas podem sofrer diversos upgrades, além de contarem com modos secundários de tiro.
É como se a irrealidade de se carregar um arsenal enorme nas costas tivesse sido substituída pela possibilidade de se carregar apenas duas armas. Uma delas é extremamente futurista e poderosa, é claro. Mas, ainda assim, temos apenas duas armas em mãos, em Hard Reset. Algo muito mais condizente com as capacidades de um humano normal. O jogo é fenomenal, e conta com gráficos fantásticos, vale sempre lembrar.

Além disso, o trabalho da Flying Wild Hog no jogo foi realmente fantástico. A empresa lançou seu primeiro título sem o apoio de nenhuma grande publisher, simplesmente com a “cara e a coragem”. É claro que ela conta, em sua equipe, com profissionais que já trabalharam em diversas empresas da área, como por exemplo na CD Projekt RED, na People Can Fly e na City Interactive. Mas ninguém pode negar que lançar um game deste porte de forma independente é uma façanha e tanto, principalmente sendo Hard Reset um jogo tão desafiador.
O mercado de jogos eletrônicos está abarrotado de jogos que facilitam as coisas para o jogador, e a Flying Wild Hog provou que ainda existe espaço para a criatividade, para se aproveitar e dar um upgrade no que os velhos games tinham de bom, para para tratar os jogadores com respeito, lançando updates gratuitos, e também para ouvir e agir em resposta a solicitações da comunidade.
Isto sem falar no fato de que o título mostra (mais uma vez) que indie game não é um gênero, e que a criação de um bom jogo independe da presença de uma grande publisher, de uma enorme equipe, etc. Aliás, dentre outras coisas, percebemos que a distribuição digital ainda não ganhou totalmente o coração dos jogadores e das desenvolvedores e publishers.
Mais uma prova do valor de Hard Reset é a Hard Reset: Extended Edition, versão que será lançada em caixa na América do Norte pela Kalypso Media, a qual firmou um acordo com a Flying Wild Hog. A Hard Reset: Extended Edition será lançada também para PC, em Março de 2012, e conterá diversos extras muito bacanas.
Trata-se de uma versão expandida e exclusiva, do game, a qual contará com cinco novos níveis, os quais representarão cerca de 2 horas extras de gameplay. Além disso, quatro novos inimigos e um novo chefe fazem parte da Hard Reset: Extended Edition, além de diversos novos itens que foram introduzidos no gameplay. A engine do jogo também foi atualizada, assim como diversos elementos da trama do jogo, e dois novos níveis foram inseridos no Survival Mode.
“Estamos muito satisfeitos por trabalhar com a Flying Wild Hog para trazer um título tão emocionante e inovador aos nossos clientes. A equipe da Flying Wild Hog é conhecida por criar experiências excelentes, e estamos satisfeitos por expandir nosso catálogo de games com a Hard Reset: Extended Edtion“, disse Simon Hellwig, da Kalypso Media.
Bem que esta versão poderia ser lançada também em algum canal de distribuição digital, não? De qualquer forma, a Kalypso Media divulgou mais algumas novas screenshots da versão estendida de Hard Reset, as quais seguem abaixo e exibem alguns dos novos inimigos e ambientes presentes no game. As imagens são muito bonitas, e realmente dá vontade de comprar esta Extended Edition.
Leia maisTrailer do mod “Rising Storm”, para “Red Orchestra 2″, exibe um pouco do mapa “Iwo Jima”

A Tripwire Interactive e a equipe Rising Storm divulgaram hoje um novo teaser trailer para o mod Rising Storm, para Red Orchestra 2: Heroes of Stalingrad, o qual exibe cenas do mapa ”Iwo Jima“. Este mapa contará com diversas praias e túneis que ajudaram a fazer desta ilha japonesa o palco de uma das mais ferozes batalhas da Segunda Guerra Mundial, e a lista de coisas bacanas presentes no mod inclui até mesmo o monte Suribachi, um dos primeiros objetivos dos Marines na ilha.
A Tripwire Interactive, que lançou recentemente o SDK para Red Orchestra 2, menciona que está contratando pessoal, e os interessados podem entrar em contato através do website da empresa. A desenvolvedora, aliás, sempre possuiu uma ligação bem forte com a comunidade de modders, desde Red Orchestra: Ostfront 1941-45 e Killing Floor. Acho tudo isto muito bacana, e os resultados estão ficando cada vez mais fantásticos.
O beta de Rising Storm será iniciado em Março, e as inscrições já estão abertas. Admiro bastante o trabalho desta desenvolvedora, cujo primeiro jogo, Red Orchestra: Ostfront 41-45, foi lançado no início de 2006. A empresa foi fundada em 2005, aliás, e é fantástico saber que eles começaram suas carreiras da mesma maneira que o pessoal que hoje desenvolve mods para seus títulos. Seus fundadores fazem parte da equipe de modders que, em 2004, ganhou o concurso “$1,000,000 Make Something Unreal”.
Red Orchestra: Ostfront 41-45, vale ressaltar, ganhou diversos prêmios no ano de seu lançamento, incluindo “FPS do ano” e “Game Multiplayer do Ano”. Red Orchestra 2: Heroes of Stalingrad representa uma evolução e tanto em relação a seu antecessor, e esta interação da empresa com os modders pode torná-lo com certeza um jogo ainda melhor.
Dê uma olhada no novo trailer de Rising Storm:
Leia maisLevel Up! lança “Modo Vampiro” para FPS free-to-play “Sudden Attack”
O jogo free-to-play Sudden Attack, publicado no Brasil pela Level Up!, recebeu uma atualização bem interessante, através da qual ele ganhou um novo modo de jogo, o ”Modo Vampiro“. Vale lembrar que Sudden Attack é um FPS multiplayer gratuito, que conta com a possibilidade de realização de microtransações, como ocorre geralmente com os diversos games F2P existentes no mercado.
Através do modo vampiro, uma série de bônus serão desbloqueados no jogo, incluindo cenários e armas. Este novo modo de jogo funciona de maneira bem semelhante ao modo quarentena de Combat Arms. Os jogadores deverão combater os vampiros, os quais serão controlados pela IA do jogo, e a atualização será completada em três etapas.
A primeira, Sudden Vampire Attack, já está disponível, e lança dois novos mapas: Vampire London e Vampire G-Cube. Além disso, obtendo o kit “Hunter Big 5 Pass”, o gamer ganha acesso às versões anti-vampiro das armas AK-47, Desert Eagle, TRG-21, Pile e V403. A segunda etapa, chamada Rise of Heroes, será lançada no dia 17 de Janeiro, e trará mais dois novos mapas: Vampire Gateway e Vampire Submarine. Além disso, duas personagens passarão a ser jogáveis: a Freira e a vampira Josephine.
A terceira e última etapa da atualização, a qual concluirá o modo vampiro, será lançada no dia 31 de Janeiro, e se chamará Hunters Strike Back. Através da Hunters Strike Back, os jogadores poderão adquirir as armas anti-vampiro sem a necessidade do kit “Hunter Big 5 Pass”. Vale lembrar que a novidade também vale para todos os outros modos de jogo de Sudden Attack: jogadores poderão utilizar os novos personagens vampiros contra seus adversários.

Vampiros em um FPS, quem diria. Eu achei muito interessante. Se Red Dead Redemption, por exemplo, pode contar com zumbis, porque um FPS como Sudden Attack não pode contar com a presença de vampiros? Este FPS free-to-play, aliás, já permaneceu durante 100 semanas consecutivas no topo da lista dos mais jogados na Coréia do Sul, façanha que não foi superada por nenhum outro jogo do gênero.
Sudden Attack é um jogo muito bacana, totalmente gratuito, e que já está totalmente traduzido para o português. Para quem ainda não conhece o game, segue abaixo seu trailer:
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