Lançamentos de games para várias plataformas (06 a 18 de Fevereiro de 2012)
Este mês teremos diversos lançamentos bacanas, para diversas plataformas, como por exemplo PC, Xbox 360, Playstation 3, Nintendo 3DS, etc. Após um 2011 fantástico, repleto de títulos sensacionais, é muito bom sabermos que novos e bons jogos estão chegando.
Obviamente o lançamento de tantos jogos não significa que todos nós iremos jogá-los imediatamente. Mas jogos como The Darkness II, Gotham City Impostors, Shank 2 e tantos outros provocam realmente coceira nos dedos. Kingdoms of Amalur: Reckoning, aliás, é um dos games que promete balançar bastante o mercado, de forma muito positiva.
Para os fãs de estratégia, também teremos em fevereiro o lançamento de Crusader Kings II, da Paradox Interactive, sequência muito aguardada pela comunidade de jogadores. Alan Wake para PC também está chegando, e permitirá que mais pessoas conheçam este título fenomenal e mergulhem nos mistérios de Bright Falls.
De todos os jogos lançados este mês, creio que a versão para PC de Alan Wake causará grande “barulho”, e The Darkness II e Kingdoms of Amalur: Reckoning representarão novidades muito interessantes em relação aos gêneros FPS e RPG, respectivamente. Abaixo segue uma listagem com lançamentos compreendidos entre o período de 06 a 18 de Fevereiro de 2012. Estranhamente, a lista não conta com Kingdoms of Amalur: Reckoning, mas o título será lançado em 07 de fevereiro de 2012.
| Título | Plataforma | Publisher | Lançamento |
| Dungeon King : Dreadstorm Keep | Web (online) | BulletProof Arcade | 06/02/2012 |
| Flight of the Fireflies | iP (online) | Woolly Robot | 06/02/2012 |
| Paradox Exit | WP7 | Elbert Perez | 06/02/2012 |
| Rizing | WP7 (online) | Pansoft | 06/02/2012 |
| The Simpsons Arcade Game | X360 (online) | Konami | 06/02/2012 |
| Virus Wars | iP (online) | Dash & Dot | 06/02/2012 |
| Gotham City Impostors | PC | Warner Bros. | 07/02/2012 |
| Resident Evil: Revelations | 3DS | Capcom | 07/02/2012 |
| Crusader Kings II | PC | Paradox Interactive | 07/02/2012 |
| The Darkness II | PC | 2K Games | 07/02/2012 |
| The House of the Dead 3 | PS3 (online) | Sega | 07/02/2012 |
| The Simpsons Arcade Game | PS3 (online) | Konami | 07/02/2012 |
| Gotham City Impostors | PS3 | Warner Bros. | 08/02/2012 |
| Gotham City Impostors | X360 | Warner Bros. | 08/02/2012 |
| SHANK 2 | PC | EA | 08/02/2012 |
| SHANK 2 | PS3 | EA | 08/02/2012 |
| SHANK 2 | X360 | EA | 08/02/2012 |
| GRAND CHELEM TENNIS 2 | PS3 | EA | 09/02/2012 |
| GRAND CHELEM TENNIS 2 | X360 | EA | 09/02/2012 |
| Grand Slam Tennis 2 | PS3 | EA | 10/02/2012 |
| Grand Slam Tennis 2 | X360 | EA | 10/02/2012 |
| Fallout: New Vegas Ultimate Edition | PC | Bethesda | 10/02/2012 |
| Fallout: New Vegas Ultimate Edition | PS3 | Bethesda | 10/02/2012 |
| Fallout: New Vegas Ultimate Edition | X360 | Bethesda | 10/02/2012 |
| Gemini Rue | PC | Merge Games | 10/02/2012 |
| Inversion | PS3 | Namco Bandai | 10/02/2012 |
| Inversion | X360 | Namco Bandai | 10/02/2012 |
| One Piece: Unlimited Cruise SP | 3DS | Namco Bandai | 10/02/2012 |
| Pac-Man Party 3D | 3DS | Namco Bandai | 10/02/2012 |
| The Darkness II | PS3 | 2K Games | 10/02/2012 |
| The Darkness II | X360 | 2K Games | 10/02/2012 |
| Victorious: Hollywood Arts Debut | DS | Namco Bandai | 10/02/2012 |
| Victorious: Time to Shine | X360 | D3Publisher | 10/02/2012 |
| Secret Mysteries in London | 3DS | Licensed4U | 12/02/2012 |
| Rhythm Heaven Fever | Wii | Nintendo | 13/02/2012 |
| Hakuoki: Demon of the Fleeting Blossom | PSP | Aksys | 14/02/2012 |
| Jagged Alliance: Back in Action | PC | Kalypso Media | 14/02/2012 |
| Mario & Sonic at the London 2012 Olympic Games | 3DS | Sega | 14/02/2012 |
| Tales of the Abyss | 3DS | Namco Bandai | 14/02/2012 |
| Tekken 3D Prime Edition | 3DS | Namco Bandai | 14/02/2012 |
| ThinkSMART Chess for Kids | DS | Mentor Interactive | 14/02/2012 |
| Twisted Metal | PS3 | Sony | 14/02/2012 |
| Worms Ultimate Mayhem | PS3 (online) | Team17 | 14/02/2012 |
| Alan Wake | PC | Microsoft | 16/02/2012 |
| LEGO Harry Potter: Years 5-7 | Mac | Feral Interactive | 16/02/2012 |
| Airport Firefighter Simulator | PC | Excalibur | 17/02/2012 |
| Construction Simulator | PC | Excalibur | 17/02/2012 |
| X-Plane 10 | Mac | Flight1 | 17/02/2012 |
| X-Plane 10 | PC | Flight1 | 17/02/2012 |
Os DLCs e as práticas e sistemas que podem alterar negativamente o futuro dos jogos eletrônicos

A inspiração para este texto veio de um excelente artigo escrito pelo C. Aquino, no Retina Desgastada (leitura recomendadíssima). Hoje em dia vivemos em um mundo onde jogos eletrônicos não são mais nossos, quando os compramos. Ok, compramos o direito de utilização, e não o direito de realizar engenharia reversa, modificar o software, etc (mas muitas vezes nem mesmo o direito de utilização nos é dado, após a compra).
Isto é algo que todos sabemos, e que faz parte de nossa “vida de jogador” desde quando jogávamos em velhos consoles como NES, Master System, Mega Drive, etc. Isto é algo, aliás, comum a qualquer software que seja vendido no mercado. A não ser que obtenhamos junto ao desenvolvedor o código fonte e o direito de modificá-lo, temos apenas a licença de uso do mesmo. O mesmo se aplica aos games que jogamos em nossos computadores e consoles.
Melancólica estrada
A indústria de games está caminhando em uma direção muito triste. Sofremos “nas mãos” de DRMs que funcionam apenas para quem pagou pelo jogo. Podemos ficar sem jogar determinado título que adquirimos enquanto jogadores que possuem “versões alternativas” não passam pelo mesmo problema. Podemos sofrer, também, com DLCs que nada mais fazem que desbloquear conteúdo já presente no jogo que compramos, como bem disse o Aquino. E a indústria de games também descobriu que lançar um jogo e entupir as prateleiras (virtuais ou não) de DLCs é uma ótima ideia para encher cofres já bem abarrotados de dinheiro.
Além disso, temos também empresas da área que trabalham com afinco para extraírem tudo o que podem de suas franquias, lançando uma sequência atrás da outra e, muitas vezes, sequências e/ou jogos pertencentes à mesma série que não possuem nenhuma inovação. Nada que faça com que valha a pena comprá-los. Obviamente muitos de nós acabamos sendo pegos nesta armadilha. Seja por gostarmos muito da franquia, seja por termos de analisar o jogo em questão, seja por ingenuidade, seja por [você decide aqui sua motivação, neste caso].
Não existe mais hoje em dia, salvo algumas exceções, aquela preocupação com o jogador que existia antigamente. Podia nem se tratar de preocupação, mas no caso de jogos vendidos em cartuchos, por exemplo, não era possível o lançamento de patchs para corrigir bugs e falhas grotescas que observamos atualmente mesmo em grandes títulos. Desenvolvedoras e publishers, antigamente, tinham de realizar um trabalho bem feito, e nada mais. Tinham de nos entregar nada mais nada menos do que aquilo que esperamos quando compramos um jogo.
É claro que os jogos antigos também não estavam livres de bugs, mas não existia a enorme quantidade de problemas que observamos atualmente (sem falar no desrespeito), como por exemplo a incompatibilidade de Batman: Arkham City com o DirectX 11. Aliás, este problema continua sem solução: o último update foi lançado em 07 de Dezembro de 2011, e nem a Warner nem a Rocksteady se mexeram.
Parece que nos tornamos algo supérfluo para uma indústria gigante que desenvolve apenas para ganhar prêmios, reviews positivos e notas altas no Metacritic. Isto é absurdo, é claro, pois prêmios e boas notas estão relacionados à vendagem, de certa forma. Disse isto apenas para demonstrar a maneira como enxergo o trabalho de muitas desenvolvedoras e publicadoras, que tratam jogadores como um mero número em suas bases de dados.
Hoje vivemos em um mundo conectado, e a internet é parte importantíssima do mercado de jogos eletrônicos. Esta mesma internet é que nos entrega, por exemplo, DLCs muitas vezes desnecessários. Quero deixar bem claro que não possuo nada contra DLCs, desde que possuam conteúdo de verdade. Lair of the Shadow Broker, para Mass Effect 2, é um belíssimo exemplo de um fantástico DLC. Aliás, digo o mesmo do DLC Overlord, mesmo este último não sendo tão grandioso quanto Lair of the Shadow Broker. Até mesmo Arrival foi muito bom.
Mas a verdadeira questão é: seremos para sempre “massacrados” desta forma? Podemos optar entre comprar ou não um DLC, por exemplo, mesmo sabendo que muitas vezes não comprar significa ficar de fora de uma certa parte da brincadeira. Mas DRMs nos são impostos. Franquias consagradas são muitas vezes estragadas pela grande ganância de empresas que não querem qualidade, e sim dinheiro no bolso através de lançamentos constantes.
Não estou dizendo que bons jogos não são lançados. Eles são, é claro. Mas uma grande parte das desenvolvedoras e publishers parece pensar nos jogadores como beta testers. Beta testers, aliás, que pagam para passar raiva. Pré-vendas são realizadas sem que, muitas vezes, nenhum benefício seja oferecido aos compradores. Grandes jogos muitas vezes passam despercebidos pelo grande público, enquanto os “grandes com mais do mesmo” vivem iluminados por holofotes fortíssimos.
Analistas e grandes sites especializados muitas vezes podem até mesmo receber para falar bem de determinados títulos, e se alguém fala mal de um jogo, como aconteceu recentemente com o (infelizmente) sofrível AMY, ainda temos de aguentar as empresas responsáveis dizendo que as notas baixas se devem ao fato do jogo ser difícil, como se este fator tivesse alguma relação com a qualidade ou não de um jogo eletrônico.
O fato é que caminhamos para um futuro que, pelo menos por enquanto, não parece nada promissor. Temos jogos promissores sendo anunciados. Temos bons títulos no mercado. Temos empresas sérias e que respeitam o jogador. Mas tudo isto está inserido em um mercado um tanto quanto podre, e todos sabemos que uma maçã podre pode estragar as outras em seu redor. Mas estamos aqui, e gostamos de games. De uma forma ou de outra, sempre somos afetados por tudo isto, e muitas vezes, até, por livre e espontânea vontade.
Leia maisPara CEO da Paradox Interactive, a próxima geração de consoles será provavelmente a última

Muito já se falou a respeito do futuro do PC enquanto plataforma de jogos eletrônicos. Muita gente, aliás, chegou a decretar o fim dos games para PC. É claro que hoje em dia quase não se fala mais nisso e, mais do que nunca, sabemos que o PC como plataforma de games está mais vivo do que nunca. Grandes lançamentos quase sempre saem de forma simultânea para PC e consoles, e existem diversos títulos e gêneros que existem, sobrevivem e são lançados apenas para computadores pessoais.
Para o CEO da Paradox Interactive, Fredrik Wester, a próxima geração de consoles será provavelmente a última. “A próxima geração de consoles será provavelmente a última“, diz Wester. “Eu ficaria surpreso se vermos outra geração após essa [a próxima]“, continua o CEO da Paradox.
Para Fredrik Wester, o futuro está nos produtos e plataformas abertas, como por exemplo PC, dispositivos móveis e redes sociais. Ele também acredita em uma queda nas vendas de produtos em caixa. Por “produtos” e “produtos em caixa”, aqui, creio que devemos entender “jogos eletrônicos” e “jogos eletrônicos vendidos em caixa”.
É claro que temos também de levar em consideração o fato de que a empresa de Wester trabalha quase que exclusivamente com games para PC. Games de altíssima qualidade, na maioria das vezes, sendo que seu foco são games de estratégia e similares, games muitas vezes profundos e com uma curva de aprendizagem um tanto quanto grande.
De qualquer forma, a Paradox Interactive continua crescendo, representando talvez um dos maiores exemplos de que o PC é e continuará sendo uma fortíssima e importante plataforma para games. Ela continua crescendo e desenvolvendo também diversos games que são direcionados a um nicho muito específico de jogadores. Quem joga e aprecia os “Grand Strategy Games” da empresa sabe disto. De 2006 até 2011 a taxa de crescimento da empresa deixa bem claro o que estou dizendo, e ela também conta com um portfolio sensacional, sendo que sua agenda de lançamentos para 2012 é extremamente interessante.
Franquias e games como Magicka, Majesty, Mount & Blade, Europa Universalis, Sword of the Stars, Sengoku, Pride of Nations, Hearts of Iron, Cities in Motion, Ship Simulator Extremes, King Arthur, Lead and Gold: Gangs of the Wild West e tantos outros mostram a grande diversidade do portfolio da empresa, a qual, além disso, trabalha com estúdios extremamente talentosos.
Além disso, a empresa entrará também no nicho extremamente concorrido dos MMOs, com Salem. Bom, ela já possui um MMO em seu porftolio (ver mais abaixo), e já conta com uma plataforma chamada “Paradox Connect“, a qual ao longo do tempo contará com integração com redes sociais, conteúdo para download, etc. A “Paradox Connect” já abriga alguns títulos da empresa, também, como por exemplo o MMORTS Dreamlords: Resurrection e o card game Hearts of Iron The Card Game.
Leia maisG5 Entertainment: uma grande empresa que desenvolve games para diversas plataformas
Talvez você não conheça a G5 Entertainment, mas ela é uma grande publisher e desenvolvedora, que trabalha com inúmeras plataformas, como por exemplo iPhone, iPad, Mac, Android, Kindle Fire, PC, e portáteis. Já escrevi a respeito da G5 por aqui, algumas vezes, e ela conta com diversos jogos interessantes em seu portfolio. Aliás, vale também mencionar alguns novos títulos que serão lançados pela empresa em breve: Royal trouble, Treasure Seekers 4, Virtual City 2 e Island Castaway. A empresa é realmente forte na área de jogos casuais, mesmo que alguns de seus títulos sejam bem complexos.
A empresa participou da CES 2012, e sua apresentação foi bem interessante. Ela divulgou alguns dados bem bacanas, que mostram seu crescimento e também podem ser transpostos para uma “planilha virtual” que nos diz, por exemplo, que plataformas como o iOS, o Android, o PC e o Mac estão indo muito bem. Dentre as principais franquias da G5 Entertainment, podemos citar, por exemplo, Supermarket Mania, Virtual City, Stand O’Food e Mahjongg Artifacts. Além disso, a G5 consegue lançar de 4 a 5 jogos por mês, e lança updates para seus outros títulos de forma regular. Esta é uma maneira de fazer com que os jogadores sintam que seu dinheiro foi bem empregado. Que valeu a pena comprar um game da G5.
Tais updates não só corrigem bugs, mas também introduzem novas funcionalidades nos jogos, vale lembrar, o que é muito bacana. Até o momento, títulos da empresa já foram instalados em mais de 23 milhões de dispositivos iOS e Android. Jogos da empresa são baixados cerca de 4 milhões de vezes por mês. 1 ano foi necessário para que a empresa atingisse a marca de 1 milhão de downloads por mês, vale ressaltar.
A G5 menciona também que sua receita em 2011 ficou entre 7 – 9 milhões de dólares, enquanto que os lucros ficaram entre 2,6 – 3,3 milhões de dólares. Nada mal, principalmente considerando-se que grande parte desta receita vem de jogos para dispositivos iOS e Android. Em 2011, mais de 120 games foram lançados pela empresa, e a previsão para 2012 está muito promissora. Até o presente momento, mais de 50 games já estão “na fila”.
Trata-se de um caso bem interessante, este da G5 Entertainment. Trabalhando com grande quantidade de games casuais, puzzles, “hidden object games” e similares, a empresa consegue atingir um grande público, e muita gente se torna fã de seu trabalho tão logo jogue um de seus jogos. Até mesmo o ótimo Kaptain Brawe: A Brawe New World já está presente no portfolio da empresa, o qual é realmente bem variado.
Alguns dos principais jogos da empresa também estão disponíveis para PC, como por exemplo Stand O’Food, Virtual City, Supermarket Mania, etc. Trata-se de uma empresa que possui grande versatilidade, e certamente conta com uma rede de parceiros enorme e muito bem estruturada.
Temos aqui também mais uma amostra da força do iOS, do Android e de outras plataformas similares. Plataformas que estão lidando muito bem com jogos casuais e em muitos casos até mesmo com jogos não casuais. A G5 também lançará muitas outras novidades interessantes no decorrer de 2012. E quando se trata de iOS e Android, todos sabemos que os preços dos jogos são muito bacanas.
Leia maisRevista Arkade – Edição Especial – Bioshock Infinite, Mass Effect 3, Max Payne 3 e muito mais
Já está disponível para download gratuito a Revista Arkade – Edição Especial. Trata-se da edição número 31, a qual contém uma lista com alguns dos jogos mais aguardados de 2012. Esta edição especial da Revista Arkade conta com 68 páginas, e muitas matérias sensacionais. Dentre os games constantes na revista, podemos mencionar, por exemplo, Bioshock Infinite, título que leva a franquia das profundezas de Rapture para as alturas, Mass Effect 3, o capítulo final desta fantástica saga, e Max Payne 3.

A Arkade 31 também conta com matérias a respeito de Diablo 3, Tomb Raider, Counter-Strike: GO, Dota 2, etc. Trata-se, como sempre, de uma edição imperdível. Além de representar um trabalho de altíssima qualidade, a Arkade é totalmente gratuita. Vale a pena baixar, ler, divulgar, recomendar aos amigos, etc. E não podemos negar que muitos dos games que são mencionados nesta edição da revista também fazem parte de nossas wishlists, não é?
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