Se o governo brasileiro não dá importância aos games no Brasil, a eStarland dá

Publicado por em Jul 21, 2010 em Dicas, Notícias, Serviços | 13 comentários

Todos nós sabemos do descaso do governo brasileiro em relação aos games e à indústria de games. Segundo nossos governantes, fisco e congêneres, “games são supérfluos”, e sendo assim, são taxados sempre “nas alturas”. Se importamos nossos games e por acaso algum fiscal da Receita Federal pega nossos pacotes, ele “gentilmente” nos brinda com taxas altíssimas. Mas mesmo assim, muitas vezes, ainda compensa importar.

Bom, o caso é que no Brasil a indústria dos games é tratada como nada, diferentemente do que ocorre em outros países. Aqui, não enxergam o tamanho e os benefícios que os games podem trazer, não só aos jogadores como experiência e diversão, mas para o próprio país em si. Uma indústria que está suplantando a do cinema (se já não suplantou), infelizmente ainda é vista, senão com maus olhos, no mínimo com descaso pelos nossos ilustres governantes.

Bom, a eStarland é uma loja de games norte-americana sensacional. Sempre comprei lá, e recomendo-a para todos. Entregas rápidas (claro, sempre levando-se em consideração que se trata de uma importação), suporte muito bom, preços justos e o mais importante: eles dão valor ao mercado brasileiro.

A eStarland acaba de disponibilizar um serviço de entrega prioritária com rastreamento. Trata-se do “Priority Delivery with Tracking”. Agora, gamers brasileiros que compram na loja podem,  além de receberem seus games mais rapidamente, rastrearem o conteúdo desde sua saída nos Estados Unidos. O serviço a princípio é caro: US$ 22,00 para o primeiro item. Mas, a partir daí, são US$ 4,00 por cada item adicional. O tempo estimado para entrega é de 6 a 14 dias. Acredito que seja muito mais rápido, aliás, pois quando compro lá pelo modo normal, recebo meus games em mais ou menos 14-16 dias.

Além disso, é possível combinar o “Priority Delivery with Tracking” com o Per-Pack service, serviço que permite que o comprador defina como será a embalagem, incluindo endereços escritos à mão. Tudo isto pode sair bem mais barato do que comprar e ser taxado na alfândega. :)

É triste, é claro, termos de depender de importação para comprarmos games originais mais baratos, mas mais triste ainda é o motivador desta situação toda. Quem sabe um dia isto não muda? E, percebe-se a importância que a eStarland enxerga no mercado brasileiro muito facilmente. Páginas em português, com helps, etc, estão presentes no site da loja.

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Agora já estou dentro da guerra moderna

Publicado por em Dec 17, 2009 em Artigos | Comente agora

Call of Duty: Modern Warfare 2

Acabei de receber meu “Call of Duty: Modern Warfare 2″, game este que comprei, pasmem, na pré-venda, e foi embarcado em 11 de novembro passado. O jogo deve ter ficado parado em algum lugar por aí, nos Correios, e somente hoje recebi a notificação me avisando de que deveria comparecer a uma agência dos mesmos para pagar a tal “taxa de importação”. Ou seja: fui taxado. Bom, não reclamo, pois mesmo assim o valor ainda compensa, comparando com o que se paga no game em lojas nacionais.

Estava numa fissura danada por este game, e hoje à noite meu Xbox 360 vai ferver com esta belezinha. Minhas únicas reclamações são:

  • A caixa em que veio meu game, infelizmente, é uma daquelas eco-chatas Eco-Box, que primam pela sustentabilidade. Até entendo esta parte, etc e tal, mas uma coisa não se pode negar: a caixinha é uma porcaria, e qualquer deslize pode ocasionar um desastre à capinha do jogo, principalmente para quem, como eu, não possui mãos muito lá, digamos, “delicadas”.
  • O manual do jogo: o que é aquilo? 9 páginas, das quais duas são ocupadas pela tal “licença de uso”, uma para “notas” (que diabos vou querer anotar no manual de meu jogo?), uma falando a respeito da Xbox Live, uma com o índice e apenas 4 páginas falando do game em si! Sim, isto mesmo: apenas 4 páginas falam sobre o Modern Warfare 2. E tudo isto, pra piorar mais ainda a situação, em preto e branco (a única parte colorida no manual é a capa). Fala sério, o “game da década” com um manual desses? Deixa eu ficar quieto antes que diga alguma bobagem. :(

Bom, deixemos tudo isto pra lá. O que importa é que já estou com o game em mãos e já posso aproveitar esta maravilha que espero há muito tempo. Eita 36 dias mais angustiantes!

Bom, aí vai uma foto do danado, onde vocês podem conferir a tal caixinha eco-irritante “Eco-Box”:

Conteúdo da caixa do game Modern Warfare 2

Ai, ai, agora meu dia melhorou bastante. :)

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Projeto no Senado pretende criminalizar games considerados “ofensivos”

Publicado por em Dec 5, 2009 em Notícias | 2 comentários

Mais uma da série “games são do mal”. E esta notícia saiu até no site Destructoid. Um projeto de um senador chamado Valdir Raupp, já aprovado no Senado, promete classificar como criminoso e punir quem desenvolver, vender ou importar “jogos considerados ofensivos”. Poxa, esse pessoal parece que gosta mesmo de tentar encontrar “pêlo em ovo”, né? :(

O senador Valdir Raupp pretende eliminar o “problema” deste a fonte e seguindo adiante, ou seja, desde o desenvolvimento até a posse dos games que afetem “os costumes, as tradições das pessoas, suas crenças, seus credos, religiões e símbolos“.

Eu sinceramente não consigo entender algo assim. Quem definirá o que é ou não ofensivo, e a quem ou como é ofensivo? E outra, existe aquele velho ditado: “os incomodados que se mudem”. Quem se sentir incomodado por determinado conteúdo, simplesmente passe longe do mesmo. É a aplicação do mais puro e direto bom senso.

Pode-se levar isto a extremos tão, mas tão…extremos, que a coisa toda pode se tornar simplesmente ridícula e prejudicar cidadãos que pagam seus impostos em dia e nada mais fizeram do que comprar/importar um game no qual enxergam apenas diversão da melhor qualidade.

Mas este é o nosso Brasil, como sempre na contra-mão do bom senso. Confesso que tentei encontrar uma imagem para ilustrar este post, mas este assunto me causou tanta raiva que não consegui. Fica aqui a minha indignação, e meu sincero desejo que isto não siga adiante. Para quem se interessar, aqui está o link para a página do Projeto de Lei no site do Senado.

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