BioWare adia Mass Effect 3 para 2012 – Será que os Reapers vão aguardar?

Publicado por em May 5, 2011 em Notícias, PC, xbox | 4 comentários

Infelizmente, a BioWare adiou o lançamento de Mass Effect 3 para 2012. Mais precisamente, para o primeiro trimestre do próximo ano, ou seja, em alguma data entre os meses de Janeiro a Março de 2012. Mais uma vez, temos de “engolir” um adiamento de um jogo aguardado com enorme ansiedade. Mas, talvez, tudo isto não seja tão ruim assim.

A equipe de desenvolvimento está focada em se certificar de que Mass Effect 3 é o maior, mais forte e melhor game na série, assegurando-se de que ele exceda as expectativas de todos“, disse Casey Hudson. É, vendo tudo por este lado, e levando-se em consideração o “peso” da série, até que esperar mais alguns meses não será ruim, desde que tenhamos em mãos, no lançamento, outra obra prima.

A série é profunda e imersiva. Conta com uma história riquíssima. Possui personagens que chegam a parecerem humanos, independentemente da raça à qual eles pertencem dentro do game. O Codex de Mass Effect é sempre motivo para alguns bons momentos de leitura de altíssima qualidade.

Um jogo fantástico como certamente Mass Effect 3 será merece todo o respeito, é claro. E se a BioWare achou que precisa de mais tempo para nos entregar outra maravilha, que seja. Mas: será que os Reapers vão aguardar tanto assim? :)

(Via: Joystiq)

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Comics de Mass Effect disponíveis digitalmente

Publicado por em Apr 30, 2011 em distribuição digital, Lançamentos, Notícias | Comente agora

A Dark Horse Comics agora também “embarcou” na distribuição digital. Quem é fã da série deve conhecer os comics Mass Effect: Redemption e Mass Effect Evolution. Ambos os trabalhos são baseados no universo da série. O enredo de Mass Effect: Redemption ocorre 2 anos antes de Mass Effect 2, e Mass Effect Evolution é meio que focado no misterioso Illusive Man.

Cada capítulo pode ser comprado por US$ 1,99, e o pacote com Mass Effect Evolution 1 a 4 sai por US$ 5,99, enquanto o pacote com Mass Effect: Redemption 1 a 4 sai por US$ 4,99. Os pacotes são muito mais vantajosos, é claro. Excelente iniciativa, esta da Dark Horse. Sempre é bom, pelo menos para os fãs, conhecerem o máximo possível desta fenomenal série.

Dê uma olhada, e vamos aguardar por mais lançamentos! :)

(Via: Mass Effect 2 website)

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Você quer jogar um “Mass Effect MMO”?

Publicado por em Apr 19, 2011 em Artigos, MMOs | 3 comentários

Eu não quero. Aliás, demorei um certo tempo até escrever este artigo pois tive de “tentar repensar” algumas coisas dentro de mim, e no final deste processo, saí exatamente igual. Não quero ver no mercado um “Mass Effect MMO”, ou um “MMO Mass Effect”, ou seja lá o que quer que possam vir a fazer com a série Mass Effect de forma tal a criar um “Massively Multiplayer Online” game em cima deste universo tão fantástico.

Não vou negar que gosto de alguns MMO’s e similares no mercado, nem tampouco que Rift meio que me fascina. Mas acho que existem casos e casos, e talvez aqui esteja falando o “gamer solitário” que existe dentro de mim, e nada mais. Há alguns dias atrás, Casey Hudson, da BioWare, comentou a respeito da possibilidade de multiplayer e/ou MMO em Mass Effect. A mim, a hipótese de entrar na pele do Shepard, por exemplo, e combater outros jogadores reais “envergando outras espécies”, por exemplo, soa no mínimo estranha.

Espero que Hudson não encontre nenhuma maneira de introduzir este tipo de coisa em Mass Effect de uma maneira tal que faça sentido aos fãs da série. Espero, aliás, que os fãs da série se manifestem contra esta idéia (mas isto já é exigir demais, creio eu – muita gente adoraria tal coisa, eu sei). Não acho que a existência da franquia como ela é seja uma boa premissa para a criação de um MMO em cima da mesma. Mass Effect é uma experiência solitária. Deve ser.

Já imaginou viver em um universo virtual onde Shepard, Garrus, Saren, Liara, e tantos outros personagens memoráveis de Mass Effect sejam apenas vilões ou heróis do passado, enquanto você nada mais faz do que vaguear pela Citadel ou por Omega em busca de quests e mais quests, se esquecendo, talvez, de que o que originou tudo aquilo foi uma saga fantástica e profunda, que proporcionou horas e horas de dificuldades, imersão, prazer, alegrias e tristezas a muita gente?

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Mass Effect 2 finalizado: belíssimas impressões e sentimentos, além de muita ansiedade

Publicado por em Feb 4, 2011 em Artigos | 9 comentários

Ontem escrevi um pouco a respeito de Mass Effect 2. Comentei a respeito dos DLC’s “Kasumi – Stolen Memory”, “Overlord” e do magnífico “Lair of the Shadow Broker”, também. Ontem à noite mesmo, aliás, finalizei este maravilhoso jogo. A impressão que tal finalização me causou foi tão grande que sonhei com o game. Um sonho meio que “em meio a brumas”: tudo o que eu distinguia era a Normandy, um Mass Relay e um planeta ao longe. Era como se eu estivesse flutuando no espaço e observando a tudo isto.

A noite de ontem foi magnífica e ao mesmo tempo terrível. Magnífica pois finalizei um game pertencente a uma das séries pela qual sou mais apaixonado, e terrível pois agora estou na espera de Mass Effect 3. Vale ressaltar que joguei Mass Effect 2 aos poucos. Bem cuidadosamente e apreciando cada detalhe. Concluí todas as missões: principais e paralelas. Explorei muito. Fucei. Andei. Conversei com os mais variados personagens. Discuti. Lutei. Amei. Corri. E apesar de ter apreciado bastante o antigo veículo Mako, presente no primeiro Mass Effect, não escondo de ninguém minha predileção pelo novíssimo Hammerhead, introduzido na saga através do DLC Firewalker, vale ressaltar.

Concluí, também, todas as 5 missões que faziam uso do Hammerhead, e curti bastante dirigir a nova “máquina flutuante”. Enfim, fiz de Mass Effect 2 uma saga particular de quase um ano. E de forma proposital, pois eu queria experimentar o jogo em doses suaves porém marcantes. “Digerir” cada nova sensação. Experimentar cada nova descoberta. Fiz de Mass Effect 2 “o meu game de 2010″, enquanto jogava outros títulos, tanto no PC quanto no Xbox 360. E querem saber? Acredito que fiz a escolha correta. Pelo menos para o meu padrão de jogador, é claro.

Acredito que a série Mass Effect contenha elementos mais do que suficientes para render um fantástico filme, assim que a trilogia for finalizada. É claro que este encargo deverá ser entregue a mãos muitíssimo competentes, e o resultado, se de acordo, poderá até mesmo rivalizar com Star Wars. Basta darmos uma olhada no game, em seu enredo, em seu Codex, em todo o material adicional que já foi lançado para o mesmo, para percebermos que a série é um verdadeiro “prato cheio” para Hollywood. É claro que digo isto com um certo medo, mas adoraria assistir a um (bom) filme de Mass Effect nos cinemas. Ou melhor, a uma trilogia, como foi feito com “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R. Tolkien.

Hoje é um daqueles dias em que não consigo parar de pensar na experiência de ontem à noite. Encarar a passagem pelo Omega 4 Relay, com todos os possíveis riscos que isto poderia trazer à Normandy e à tripulação, foi algo bem tenso. Após a passagem, o que se vê é de deixar qualquer um de queixo caído. Os conflitos que acontecem daí em diante, tanto entre a equipe quanto contra os Collectors, são de arrepiar.

E as escolhas? Cá estou eu novamente mencionando a enorme gama de escolhas que se pode fazer em Mass Effect 2. E no primeiro também, é claro. Confesso que uma de minhas escolhas na última missão me deixou um pouco preocupado. Não que eu tenha feito algo errado, não se trata disso. Quer dizer, pelo menos a princípio. Ocorre que, em determinado, momento optei por deixar “alguém” me influenciar em uma determinada escolha, e isto, logo após apertar o botão, me causou enorme preocupação. Todos sabemos que Mass Effect é uma série que que permite o transporte de seu personagem de uma sequência para a outra.

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Mass Effect e a imersão nos games

Publicado por em Nov 25, 2010 em Artigos | 8 comentários

Neste artigo, gostaria de utilizar a série Mass Effect, considerando tanto o Mass Effect 1 quanto o Mass Effect 2, para comentar um pouco sobre como eu enxergo a imersão que os games proporcionam ao jogador. Imergir em um game, para mim, significa ficar preso a ele de uma tal forma que seus personagens e seu enredo meio que “saem do jogo” e começam a nos fazer pensar em diversos outros assuntos.

Imersão é primordial em diversos gêneros de jogo, e o gênero RPG é um destes. É preciso que tenhamos sinergia com tudo aquilo com o qual estamos lidando para que possamos progredir no game, e se isto não ocorrer, ou a experiência será negativa ou, no mínimo, não extrairemos tudo o que o título em questão tem para nos oferecer.

É claro que nem sempre a culpa é do game, e muitas vezes pode ocorrer de um determinado jogo não ser do agrado do gamer. Este pode insistir em continuar jogando achando que gosta ou pode vir a gostar do game. Muito provavelmente o resultado será desastroso, e pouco a pessoa aproveitará da experiência. Aliás, experiência é algo a ser levado em conta quando estamos lidando com jogos eletrônicos. Ela deve ser prazerosa e acrescentar algo à vida da pessoa, nem que seja somente à sua vida de gamer.

Esta experiência deve, pelo menos, fornecer subsídios para que o jogador busque por novos objetivos em novos games, semelhantes ou não àquele que acabou de finalizar/jogar. A progressão pode ocorrer não somente no jogo em questão, mas também pode ser extendida a outros títulos e gêneros. O aprendizado e o prazer que se extrai de um game que se aprecia pode ser a força motriz para que novos horizontes sejam almejados e alcançados. Conheço gente que só jogava FPS’s (nada contra o estilo, que fique bem claro – aliás adoro FPS’s) e hoje joga RPG’s e puzzles, por exemplo, com muita frequência. Games também representam aprendizado, estejamos ou não falando da “vida real”.

A imersão deve ser total em games que possuam um enredo bem desenvolvido. Games que nos convidem a conhecer sua história devem receber nossa atenção, desde que gostemos do que estamos observando. Imersão não significa alienação. Não significa que somente teremos olhos para o jogo. Significa que, enquanto jogando, estamos “dentro do game”, sentindo o que seus personagens sentem, o que deve ser ou não feito, as consequências, etc. RPG’s, por exemplo, que falham em proporcionar tal grau de “abertura” são, em minha opinião, totalmente desnecessários. Aliás, não só RPG’s. Diversos outros games possuem enredos intrincados, os quais podem ou não ser bem desenvolvidos.

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