Conheça os cinco ganhadores do jogo Eufloria

Bom, amigos, acabei de realizar o sorteio do game Eufloria, da Omni-Labs. Sorteei 05 (cinco) Steam keys, e os ganhadores foram o Gustavo, o Fernando Junior, o Blazetig3r, o Ricardo e o Gustavo Késsimos. Parabéns, meus caros.
Já estou enviando um e-mail a vocês, e fico no aguardo das respostas, para então enviar as respectivas Steam keys. Muito obrigado a todos pela participação, e abaixo segue o vídeo do sorteio:
Leia maisUpdate gratuito adiciona modo “sandbox” ao ótimo puzzle SpaceChem
Adoro puzzles, e por incrível que possa parecer, aqueles mais difíceis são motivo de muita felicidade para mim, tão logo eu consiga entendê-los. Não que eu goste de sofrer, é claro. Ocorre que uma parte de mim adora descobrir como as coisas funcionam, e esta mesma parte adora lidar com este novo conhecimento, posteriormente. SpaceChem, desenvolvido pela Zachtronics Industries, é um jogo muito interessante, lançado em Março deste ano.
Trata-se de um título que tem a ver com química, com engenharia e com diversos elementos relacionados. É claro que não se pode esperar de SpaceChem a maioria das complexidades e elementos pertinentes a estas disciplinas/profissões/cursos, entretanto, o game surpreende bastante ao colocar o jogador no papel de um engenheiro que tem de lidar com átomos e moléculas. O jogador encarnará um funcionário “in-game” da empresa SpaceChem, e lidará com transformações de substâncias químicas. Em cada desafio o jogador será apresentado (e deverá utilizá-los) a uma série de instruções e elementos químicos que deverão ser, então, processados.

O desafio é bem grande, vale lembrar. O título da Zachtronics Industries conta com um breve tutorial, o qual ensina o básico ao jogador, entretanto. Mas é algo bem básico. O jogador deverá quebrar bastante a cabeça. De qualquer forma, trata-se de um puzzle fantástico e bem inovador, o qual conta inclusive com leaderboards e com a possibilidade de gravar suas soluções e enviá-las para o Youtube. Um update (também gratuito) em 02 de Maio adicionou a SpaceChem um editor de níveis muito bacana, além de 12 níveis extras. Níveis criados pelos jogadores também podem ser compartilhados, o que aumenta bastante o fator replay do jogo.
SpaceChem é um ótimo puzzle, o qual também pode ser jogado em português, espanhol, francês, alemão e russo, além do inglês “default”. Ele também já conta com mais de 120 puzzles, e sua belíssima trilha sonora foi composta pelo artista Evan Le Ny. Se você quiser conferir SpaceChem antes de comprá-lo, por exemplo, também existe uma demo disponível no Steam.
Este novo update gratuito lançado para o game introduziu no mesmo um modo “sandbox”, através do qual é possível criar qualquer tipo de nova combinação, da forma que o jogador desejar. A gama de novas possibilidades aqui aberta é enorme, e para celebrar o lançamento deste novo modo de jogo, a desenvolvedora resolveu também lançar um concurso, onde os jogadores que construírem “pipelines” realmente fantásticas através do modo sandbox ganharão versões físicas de SpaceChem.
“O que você deve construir? Não tenho ideia. Suspeito que algumas pessoas irão construir computadores moleculares, mas não é somente isto que estamos procurando. Seja o que for, deve aumentar os limites da ‘falsa ciência’ da engenharia de reação e deve realizar algo que a maior parte dos jogadores de SpaceChem seja capaz de entender“. Estas palavras contidas no press release são muito interessantes, e me fazem ficar imaginando o quão bacanas poderão ser as criações enviadas à Zachtronics Industries.
Para participar, os jogadores devem enviar suas criações até o dia 01 de Janeiro de 2012, para o e-mail zach [arroba] zachtronicsindustries.com. Os trabalhos devem ser acompanhados de um texto explicativo em inglês, e tal texto deve conter no máximo 500 palavras.
Como não existe ainda nenhuma maneira de exportar uma solução específica, os “save files” de SpaceChem deverão ser enviados anexados ao e-mail. Eles podem ser encontrados nos seguintes locais:
- Windows XP: C:\Documents and Settings\USERNAME\Local Settings\Application Data\Zachtronics Industries\SpaceChem
- Windows Vista / 7: C:\Users\USERNAME\AppData\Local\Zachtronics Industries\SpaceChem
- Linux / Mac: ~/.local/share/Zachtronics Industries/SpaceChem
Independentemente de qualquer coisa, até mesmo do prêmio, tenho certeza de que concursos como estes devem motivar bastante quem aprecia um bom puzzle. Isto sem falar no fato de que SpaceChem é um daqueles puzzles a respeito dos quais podemos dizer que realmente levam o gênero ao qual pertencem muito a sério. SpaceChem agora se tornou um game melhor ainda, com a introdução do “sandbox mode”. Se puder, dê uma conferida na demo do game, lembrando que ele também sofreu um “price drop” e agora custa US$ 9,99.
Leia maisMax and the Magic Marker será lançado para o Nintendo DS
O sensacional jogo Max and the Magic Marker, lançado em 2010 para PC e Nintendo Wii, o qual também foi lançado para Windows Phone 7 e dispositivos iOS, será lançado para o Nintendo DS até o final de 2011. Criado pela desenvolvedora independente dinamarquesa Press Play, Max and the Magic Marker lembra um pouco outro grande indie game: Crayon Physics Deluxe. A diferença é que o título da Press Play vai um pouco além e coloca o elemento “desenho” como aliado importantíssimo em uma divertida e instigante aventura.
Max and the Magic Marker mistura plataforma e puzzle, e conta com diversos physics-based puzzles. Trata-se de um indie game muito interessante e bonito, e que agora será lançado não para o último console portátil lançado pela Big N, o 3DS, mas sim para o Nintendo DS. Certamente será um lançamento e tanto. No título, você controla o pequeno Max, o protagonista, o qual munido de seu “pincel atômico” tem de utilizar muita engenhosidade a fim de resolver os diversos puzzles que lhe são apresentados.
Todos os problemas são causado por um vilão chamado Mustacho, o qual, aliás, rouba toda a tinta da caneta a cada checkpoint alcançado. A física do game é muito legal, e seus desenhos podem literalmente “ruírem” caso não sejam bem planejados. Uma escada “meia boca”, por exemplo, pode levar o pobre Max ao chão bem rapidamente.
O jogo também permite que o protagonista alterne entre os mundos “normal” e “imaginário”, sendo que neste último tudo assume o ar de um desenho, realmente, e somente a caneta mágica pode permanecer em ação e realizar ações impossíveis no modo normal. Max and the Magic Marker chegará ao Nintendo 3DS pelas mãos da publisher Easy Interactive, e deverá ser bem interessante realizar com a Stylus do DS aquilo que no PC, por exemplo, realizávamos com o mouse.
“Max and the Magic Marker é um game imaginado de maneira muito bela, e estamos muito contentes por trazê-lo para os norte americanos no Nintendo DS. Seu estilo de arte e gameplay encantadores, os quais são ao mesmo tempo divertidos e recompensadores, fazem deste título algo que jogadores de todas as idades podem apreciar. Ele já provou seu incrível sucesso em diversas plataformas, e acreditamos que a utilização instintiva da Stylus do DS como o marcador mágico irá estimular a criatividade de muitos gamers“, disse Michel van Elmpt, diretor da Easy Interactive.
Algo que salta aos olhos nisto tudo, entretanto, é o fato de Max and the Magic Marker estar sendo lançado para o Nintendo DS e não para o Nintendo 3DS. Parece mesmo que muita coisa que ouço faz sentido, e o 3DS não deve ter “caído nas graças” de muita gente. O novo portátil da Nintendo, aliás, até já teve seu preço reduzido.
O que não entendo, também, é o porquê de lançarem este título em caixa ao invés de o lançarem na DSiWare. Quando de seu lançamento para o Nintendo Wii, tal ocorreu através da WiiWare. Então, porque não seguir o mesmo caminho, o da distribuição digital? Isto facilitaria bastante as coisas, reduziria os custos e seria benéfico tanto para os jogadores quanto para todos os envolvidos no lançamento. De qualquer forma, fica aí a dica de um ótimo jogo que está chegando ao Nintendo DS. Dê uma olhada no trailer oficial de Max and the Magic Marker, e veja que bacana:
Leia mais(Review) EDGE, novo indie game da Two Tribes

EDGE é um jogo estilo plataforma muito peculiar, lançado hoje, 11 de agosto de 2011, no Steam. Trata-se, na verdade, de uma espécie de remake do EDGE para dispositivos iOS, disponível na App Store e desenvolvido pela Mobigame. O EDGE que foi lançado hoje no Steam foi muito aperfeiçoado pelas mãos da Two Tribes, empresa responsável também por RUSH e Toki Tori. À princípio, EDGE pode parecer similar a RUSH, mas esta impressão é logo desfeita tão logo começamos a jogar o game.
Trata-se, acima de tudo, de um divertidíssimo “platformer” com um clima bem retrô. É claro que durante o gameplay o jogador se deparará com puzzles. Mas estes não fazem parte da experiência principal, digamos. Estes representam papel coadjuvante e são apresentados na forma de obstáculos, ativação de switches, situações que requerem atenção, rapidez e destreza, etc. Edge é um jogo estilo plataforma onde você controla um cubo colorido. Um cubo que vive, literalmente, “no limite”.

Tal cubo colorido se movimenta em pistas suspensas em um ambiente muito similar ao espaço. Tudo é em 3D, mas não é possível movimentar a câmera, o que acaba dificultando um pouco as coisas. Para ajudar o gamer, existe um mapa muito bacana sempre posicionado no canto superior esquerdo, o qual exibe a posição de seu cubo mesmo quando este se encontra atrás de algum outro bloco. O mundo de EDGE, aliás, é formado por blocos, coloridos ou não. Tais blocos também podem sofrer diversos efeitos especiais e até mesmo piscarem durante o gameplay.
Tudo no novo jogo da Two Tribes remete aos velhos tempos, menos os mapas/pistas em 3D. Até mesmo sua trilha sonora conta com elementos retrô. O objetivo do game é finalizar cada pista/nível no menor tempo possível, coletando pequenos “prismas quadrados”. Quanto menos tempo você levar para finalizar um nível, e quanto mais prismas coletar, melhor. Aliás, assim que você finaliza uma fase, você recebe sua nota. É muito bacana, e existe também um tempo limite, o “Edge Time”, para cada percurso. Mas o jogo não termina se você ultrapassar este tempo: você “apenas” receberá penalidades e notas inferiores.

Trata-se de um jogo que, sob uma aparência simples e realmente old-school, esconde muita diversão e desafio. Isto sem falar nas melhorias, como por exemplo suporte a joystiq e Steam cloud. Em uma das fases, por exemplo, você deve atravessar um grande vazio se apoiando em um cubo que se movimenta para a frente e para trás. A dificuldade, porém, é se “ligar” a este bloco, o que acontece apenas se você conseguir se manter em uma posição perpendicular ao mesmo. Haja treino e domínio dos controles.
A jogabilidade de EDGE é extremamente simples e trata-se, realmente, de um game muito gostoso de se jogar. O novo título da Two Tribes conta com blocos que caem, blocos que te empurram para baixo, blocos que se movimentam no vazio e também com verdadeiras formações de blocos que saem de buracos nas paredes e te empurram, pela “pista”, em altíssima velocidade. Tais elementos podem representar tanto ajuda quando empecilho pois, lembre-se, as pistas por onde você caminha são repletas de buracos e pontos onde você, literalmente, pode cair no espaço.
Você também pode utilizar cubos em movimento que atravessam os abismos (espaços vagos), subindo em cima dos mesmos, e fazer uso de blocos que vão surgindo conforme você anda. Cada fase no jogo sempre tem algo novo a mostrar ao jogador. Cada nível possui algum tipo de mecânica e/ou dificuldade diferente, e muitos deles contam com símbolos de interrogação pintados no chão, os quais, quando pressionados, fornecem dicas.

Em EDGE o jogador também tem de lidar com switches. Existem switches que servem às mais diversas funcionalidades. Alguns colocam determinados elementos em movimento, outros ativam plataformas através das quais você pode atravessar espaços vazios e existem também, em diversos momentos, mais de um switch. Nestes casos, você deve descobrir qual é a sequência correta e pressioná-los de acordo (basta passar por cima dos mesmos).
Leia mais(Review) Insanely Twisted Shadow Planet

Eu aguardava Insanely Twisted Shadow Planet com enorme ansiedade, desde 2010. Agora que finalmente pude colocar minhas mãos neste belíssimo game desenvolvido pela Fuel Cell Games, o qual conta com a também belíssima arte do canadense Michel Gagné, tive a grata oportunidade de comprovar tudo aquilo que esperava: o jogo é um verdadeiro “must have”. Trata-se de um game que foi lançado também como parte do Xbox Live Summer of Arcade 2011, o qual é, por enquanto, exclusivo do Xbox 360.
Insanely Twisted Shadow Planet é um jogo em 2D. Um fantástico side-scroller que possui diversos elementos inovadores. É um game elegante, e tal elegância está presente até mesmo em seu menu inicial circular. O jogo possui uma estrutura um pouco similar a Super Metroid, além de lembrar Limbo em diversos momentos. Ocorre que o mundo de Insanely Twisted Shadow Planet possui uma espécie de escuridão intrínseca. Grande parte dos elementos, inimigos e cenários, por exemplo, são escuros. Tal escuridão é quebrada por elementos dotados de cores fortes e inseridas nos mesmos de forma, digamos, estratégica. Laranja, vermelho, azul, etc. Trata-se de algo bem impactante e bonito de se ver.

O jogo já impressiona desde sua belíssima animação de abertura, na qual uma espécie de astrônomo alienígena visualiza alguns eventos no espaço, em seu observatório. Algo não vai bem, e ele então entra em seu disco voador. A partir daí, então, o jogo se inicia. Aliás, vale ressaltar a belíssima trilha sonora deste momento, totalmente orquestral e realmente imponente. Esta mesma orquestra acompanha as cutscenes durante o jogo, fazendo com que tais momentos sejam sensacionais.
Algo que realmente é fascinante em Insanely Twisted Shadow Planet é o fato do mesmo ser um jogo sem enredo, digamos. Não existem diálogos. Não existem legendas. Não existe uma história (pelo menos, não existe uma narrativa guiando o gameplay, por exemplo). Não existem instruções em texto. Tudo é “liberado” ao gamer em forma de imagens, imagens que representam conceitos, idéias, dicas, informações, etc, e por incrível que pareça, consegue-se entender tudo, tão bem feita foi a implementação desta novidade no jogo. Nenhum tipo de informação é exibido em tela, aliás. A tela é só para o jogo, durante o gameplay.

O pequeno disco voador inicia o jogo apenas com uma espécie de scanner. Tal equipamento, aliás, é um dos mais importantes do UFO, pois ele permite que você realize varreduras em qualquer elemento do jogo. Tais varreduras podem revelar os diversos elementos interativos presentes no mundo de Insanely Twisted Shadow Planet, e podem também revelar se algo é nocivo ou não. O scanner também fornece dicas a respeito de como destruir obstáculos, qual arma deve ser utilizada, etc. Trata-se, enfim, de uma ferramenta imprescindível no jogo.
O jogador pode “chamar” o mapa do jogo a qualquer momento, e este, então, revelará os pontos de interesse, os objetivos, as barreiras, etc. O mapa é ativado através do botão “back” do controle do Xbox 360, e é sempre bom consultá-lo, pois muito frequentemente você voará por um verdadeiro labirinto de cavernas, cavernas estas que podem conter os mais estranhos e bizarros elementos e criaturas.
O mundo de Insanely Twisted Shadow Planet é um verdadeiro show áudio-visual. Além da beleza dos gráficos em primeiro plano, é possível observar-se, ao longe, diversos elementos estranhos se movimentando, realizando coisas as mais diversas. Coisas que você, na verdade, não conseguirá entender. Além disso, sua nave se deparará com estruturas e criaturas muito estranhas. Trata-se, realmente, de um mundo alienígena com “A” maiúsculo. Sons estranhos são ouvidos constantemente, e o som do disco voador é verdadeiramente um show, com seus “bips” e ruídos característicos.
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