
Gostaria de avisar que, devido à natureza deste artigo, ele pode conter alguns “possíveis” spoilers. Portanto, se você ainda não jogou, tem intenção de jogar, ou ainda está no comecinho de Mass Effect 2, se desejar, pode parar de ler por aqui. Mas, como eu sempre digo, a casa é sua: pode continuar lendo, se desejar. Sua presença é sempre muito bem vinda.
Mass Effect 2 – Um game extremamente imersivo
Como pode um game causar tanto espanto? Como pode um “simples” jogo fazer com que esqueçamos do tempo, e “percamos” horas e horas em frente à TV, sempre querendo saber mais, explorar mais, melhorar mais enquanto no game? É isto tudo, e muito mais, o que está acontecendo comigo atualmente, quando coloco o disco 1 do maravilhoso “Mass Effect 2″ na bandeja de meu Xbox 360.

Não é algo relacionado somente com os gráficos, os quais, diga-se de passagem, são belíssimos, esteja a opção “Film Grain” ativa ou não. É muito mais do que isto. É a experiência que o jogo proporciona, que faz o gamer não largar esta obra prima da BioWare. É a sensação de liberdade, de poder tomar decisões que afetarão seu desempenho no game negativa ou positivamente, dependendo de quais forem elas. É o enredo do jogo que é muito bem estruturado. E, aliás, Mass Effect 2 é muito mais, digamos, complexo do que seu antecessor.
Um game com uma enorme carga dramática
Desde quando joguei Mass Effect 1 isto foi algo que me impressionou. Existe uma enorme dose de drama no game. Os personagens não são se comportam simplesmente como meros “bonecos” sem vida modelados no computador. A interatividade equipe-comandante (você), equipe-inimigos e você/equipe-inimigos é muito grande. Existem momentos em que suas ordens chegam a ser questionadas, e você realmente pára pra pensar se está realmente tomando a decisão correta.