TrackMania 2 Canyon: melhor, mais bonito e com uma enorme comunidade (veja novo trailer)

Publicado por em Dec 16, 2011 em Artigos, Vídeos e imagens | 7 comentários

A série de jogos de corrida TrackMania é uma de minhas preferidas, justamente por contar com uma jogabilidade extremamente intuitiva e, ao mesmo tempo, permitir que o jogador coloque a mão na massa, criando pistas mirabolantes, se tiver a paciência e a habilidade necessárias. Loops, rampas, saltos, trechos repletos de vãos e muita adrenalina fazem parte do pacote que a desenvolvedora, NADEO (adquirida pela Ubisoft), nos entrega.

É possível dirigir os veículos apenas com as setas do teclado, aliás, e isto agrada muita gente. O fato de podermos tanto jogar partidas singleplayer e competir contra nossos próprios ghosts, além de participarmos de partidas multiplayer repletas de jogadores em pistas sempre diferentes e interessantes é também um dos maiores atrativos da série. TrackMania é uma série onde, basicamente, compete-se pelo melhor tempo. Pelo melhor resultado. E isto a torna algo bem diferente. Aliás, existe uma versão grátis de TrackMania, a qual é muito bacana.

Em 14 de Setembro de 2011 foi lançado um novo game pertencente à série. Trata-se de TrackMania 2 Canyon, o qual conta com a mesma jogabilidade intuitiva e o mesmo foco na comunidade, além de gráficos muito mais bonitos e pistas muito variadas. Além disso, jogadores extremamente talentosos criam e compartilham suas pistas com outros jogadores do mundo todo, tornando o título, assim como seu antecessor, algo realmente enorme. As partidas multiplayer de TrackMania 2 Canyon podem ser tão interessantes e divertidas que você acaba perdendo a noção do tempo. Até 200 jogadores podem competir ao mesmo tempo, em uma mesma pista, e a comunidade de jogadores já possui mais de 10 milhões de usuários.

Assim como seu antecessor, TrackMania 2 Canyon nos faz muitas vezes repetir o mesmo circuito dezenas de vezes, tentando melhorar nosso tempo. Apesar de sua aparência descompromissada (e ele pode ser um game descompromissado, também, depende muito do perfil do jogador), o título guarda grandes doses de competitividade para os fãs, e muitos desafios, também. Quem jogar Trackmania United Forever, a versão paga to título anterior da série, e logo em seguida jogar seu sucessor, sentirá grande diferença.

Tudo está mais bonito. Paisagens muito bonitas servem como motivação durante cada corrida. Pistas realmente enlouquecedoras podem ser encontradas pelo jogador e, na verdade, tudo isto ocorreu sem que o coração do jogo fosse modificado. TrackMania 2 Canyon é um novo título. Muita coisa foi melhorada. Mas a essência da série está ali presente, e sua comunidade continua muito ativa.

A Ubisoft menciona que em 3 meses a comunidade de jogadores realizou coisas verdadeiramente incríveis. 420 milhões de kilômetros: este é o total percorrido até agora pelos jogadores, online, durante todas as corridas. Um jogador conseguiu atingir 431 metros durante um salto com seu veículo. 300 carros customizados já foram criados e o tempo total de jogo combinado, até agora, é de 221 anos. Ah, jogadores de 92 países já participam da comunidade. Não é pouca coisa, não é? Principalmente se levarmos em consideração o curto período desde o lançamento de Canyon.

Tudo está melhor, neste sucessor. As corridas estão mais realistas, as pistas mais desafiadoras, as curvas mais perigosas e os carros sofrem danos (apenas visíveis, o desempenho dos veículos não é prejudicado). Apesar disto tudo, você não consegue resistir à tentação de, diversas vezes, pressionar backspace ou ENTER, conforme o caso, para realizar uma nova tentativa. É como eu disse: melhorias foram realizadas, e muitas, mas a essência, o coração da série, permanecem inalterados.

Se você joga/jogou os antecessores de TrackMania 2 Canyon e me perguntar se o novo título da série vale a pena, eu te responderei com um sonoro “sim”! A enorme quantidade de servidores e pistas que a Ubisoft coloca nas mãos dos jogadores, aliás, é realmente surpreendente. E, além disso, o jogo continua extremamente leve e não conta com o “always on DRM” da Ubisoft.

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(Vídeo de gameplay) Assassin’s Creed: Revelations – Um passeio por Constantinopla

Publicado por em Dec 11, 2011 em Playing now, Vídeos de gameplay | Comente agora

A Ubisoft realmente conseguiu criar um título fantástico para o encerramento da participação de Ezio na franquia Assassin’s Creed. Ezio deixará a série em grande estilo, é o que tudo indica. Revelations é tão cheio de novidades e elementos interessantes ligados à história da luta entre os Assassinos e os Templários que, mesmo antes da terceira memória o jogador já percebe que o game que tem em mãos é algo extremamente profundo e belíssimo. Um belíssimo trabalho.

Assassin’s Creed: Revelations possui até uma espécie de tower defense embutido. São momentos nos quais Ezio tem o poder de posicionar assassinos responsáveis por determinadas áreas nos topos de telhados, por exemplo, e a partir daí, é capaz até mesmo de posicionar em tais áreas unidades empunhando armas de fogo e arqueiros. O próprio Ezio também participa da ação, sendo capaz de lançar uma carga explosiva em direção aos Templários, além de também ser capaz de posicionar barricadas para dificultar o avanço inimigo. Roubar itens dos inimigos durante um combate, então, é uma experiência bem interessante. Não me lembro se isto era possível nos títulos anteriores da série, mas estou me divertindo em Revelations.

Estou extremamente intrigado pela maneira em que Desmond se encontra, aliás, e fico me perguntando como ele conseguirá sobreviver. Bom, é claro que tudo está em suas mãos, ou melhor, nas mãos de seu ancestral. O encontro de Desmond com o Subject 16 em uma espécie de realidade alternativa criada pelo Animus chega a nos fazer sentir pena do pobre homem, em determinado momento. Ezio, aliás, está cansado. Mas não se trata de um cansaço físico, digamos. Ele está cansado mentalmente. Suas cartas e frases direcionadas à sua irmã Claudia são um tanto quanto melancólicas, e quando o assassino luta, seus inimigos podem morrer através de golpes muitas vezes assustadores e extremamente violentos.

Parece que o sistema de combate de Assassin’s Creed: Revelations nos fornece ainda mais capacidade para desferirmos golpes devastadores, os quais fazem o sangue dos inimigos jorrar como nunca e mostram até mesmo uma grande raiva por parte do protagonista (senti grande desprezo expressado por alguns de seus movimentos, também), talvez em uma demonstração de que se trata da derradeira aventura de Ezio, a aventura que deverá ficar marcada na memória de todos os fãs da franquia e que, entretanto, tenho certeza, não acabará com a turma dos Templários. É como se, no jogo, o próprio Ezio também tivesse consciência disto. É claro que esta é uma hipótese absurda, apenas quis dizer o quão estupendo está o clima do jogo.

A arma/acessório “hookblade” é algo realmente fenomenal. Trata-se de um fantástico novo “brinquedo” doado ao Ezio por Yusuf Tazim, chefe dos Assassinos de Constantinopla. Aliás, a “hookblade” permite “viagens” extremamente rápidas, através de tirolesas. Isto é muito bacana, principalmente devido à possibilidade de matarmos rapidamente algum inimigo, caindo sobre ele com força total.

A “hookblade” facilita as escaladas, as torna mais rápidas e fazem com que quase qualquer prédio seja escalável. Nada daquele treinamento especial fornecido por Rosa e os ladrões de Veneza, em Assassin’s Creed II. Em Revelations é muito mais fácil aprender a lidar com a “hookblade”, e até mesmo sua utilização é extremamente intuitiva. O próprio Yusuf fornece as instruções ao Ezio, e na verdade a “hookblade” se transforma em uma espécie de substituta de uma de suas “hidden blades”. Além disso, caso o jogador faça alguma besteira quando posicionado em um ponto extremamente alto, onde um deslize seria morte certa, devido à queda, existe também a opção de utilizar um mais do que bem vindo pára-quedas. Passear pelas duas metades de Istambul, divididas pelo Haliç, é sempre fantástico, principalmente pelo visual estonteante que podemos observar ao nadar de um extremo ao outro.

A transição entre o dia e a noite transcorre de forma perfeita, e tanto um quanto outro período do dia enchem a cidade de encantos visuais. Meu primeiro contato com os Janízaros, aliás, uma espécie de guarda de elite dos otomanos, foi um pouco traumático. Eu não sabia no momento quem eram aqueles personagens vestidos de maneira estranha, e percebi, durante o combate, que eles eram extremamente habilidosos no manuseio de suas armas. Guerreiros verdadeiramente impiedosos, fortes e cruéis, mas ainda assim representando um desafio verdadeiramente delicioso, onde pequenos deslizes que cometemos muitas vezes no combate contra outros inimigos mais fracos são punidos com grandes doses de sangue. O sangue de Ezio.

Em Assassin’s Creed: Revelations podemos lidar com diversos refúgios dos Assassinos, em Istambul, e aí deixarmos aprendizes. Estes aprendizes podem ser treinados e enviados em missões, e também podem ser utilizados por Ezio em momentos de necessidade, da mesma forma que em Assassin’s Creed: Brotherhood. E, vez ou outra, os Assassinos também têm de defender suas “bases” de ataques inimigos, o que torna o gameplay mais interessante e diversificado ainda, pois além das missões primárias e secundárias ainda temos de viver com o fantasma de ataques inimigos a nossos refúgios.

Ezio começa a prestar grande ajuda a Yusuf, e os belos gráficos do game tornam a experiência verdadeiramente inesquecível. Já passei inclusive por um momento que pode ser considerado como uma variação das ações que realizávamos nas Torres dos Borgia, em Assassin’s Creed: Brotherhood, e em Revelations é possível até mesmo criarmos os mais diversos tipos de bombas, desde que tenhamos os ingredientes necessários. Vendedores não faltam, é claro, e existe até mesmo um mercado negro nas ruas da cidade.

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Assassin’s Creed pode se transformar em uma série infinita

Publicado por em Dec 7, 2011 em Artigos | 16 comentários

Durante uma entrevista concedida ao [a]list, Tony Key, vice-presidente sênior de vendas e marketing da Ubisoft disse diversas coisas bem interessantes e intrigantes a respeito da franquia Assassin’s Creed, franquia esta cujo mais recente título, Assassin’s Creed: Revelations, foi lançado há pouco tempo, para PC, Xbox 360 e Playstation 3. A empresa menciona que sempre existe alguém, em alguns de seus estúdios, pensando na franquia. Segundo podemos depreender das palavras de Tony Key, aliás, a franquia poderia ser estendida de forma infinita.

Uma das dificuldades é lidar com as percepções de que [nós] não empregamos tempo suficiente desenvolvendo o game. Existe esta percepção equivocada a respeito da marca, de que nós continuamos criando [Assassin's Creed] uma vez por ano, e nós só gastamos um ano com isso… nós temos um estúdio em Montreal com 2.000 pessoas trabalhando em material. Nem todos estão no Assassin’s Creed, mas muitos estão, e então são muitos estúdios ao redor do mundo“, disse Key.

Nós não criamos games Assassin’s Creed em um ano. Isto é algo que queremos que as pessoas entendam, e espero confiantemente que a mensagem possa ser compreendida“, continua Key. Com o próximo Assassin’s Creed já previsto para 2012, estas palavras proferidas por um dos vice-presidentes da gigante francesa podem fazer com que nosso medo seja um pouco reduzido (ou não?).

Acredito (ou espero) que a franquia será conduzida de forma coesa. Ela possui enorme potencial para isto. Muitos jogos de qualidade ainda podem ser lançados dentro desta fantástica série cujo primeiro protagonista não caiu nas graças de muita gente. O final da “era Ezio”, apesar de triste, pode representar um recomeço. Um recomeço para uma das melhores séries de games que já joguei em minha vida. Não estou aqui defendendo a ideia de um Assassin’s Creed todos os anos, é claro. Mas as palavras de Tony Key me fizeram pensar bastante, e este artigo saiu como resultado de tais ponderações e também devido ao fato de que até hoje nenhum AC me decepcionou.

O que eu não gostaria de ver nesta série que tanto adoro é a sua transformação em mais uma franquia anual que repete todos anos as mesmas e “batidas” fórmulas, sem nenhuma inovação gráfica, sem nenhuma novidade em relação à narrativa, etc. Se for para Assassin’s Creed ser uma série infinita (aliás, sabemos de pelo menos uma que já o é), que pelo menos ela nos brinde a cada ano com títulos empolgantes, bonitos e que agucem bastante nossa curiosidade.

Creio até que “infinito” seja algo um tanto quanto exagerado. Mas e você, o que pensa disto tudo?

(Via: VG247)

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(Playing now) Assassin’s Creed: Revelations – a franquia continua fantástica

Publicado por em Dec 6, 2011 em Playing now | 10 comentários

Comecei a jogar Assassin’s Creed: Revelations no PC, há cerca de dois dias atrás, e posso dizer que meu amor pela franquia continua intacto. Ou melhor, ele cresceu. Aliás, não pude deixar de notar as melhorias gráficas logo de início, após jogar dois títulos da franquia (Assassin’s Creed II e Assassin’s Creed:  Brotherhood) no Xbox 360. Joguei o primeiro título da série no PC, mas já faz um bom tempo, e de lá para cá muita coisa mudou, inclusive o protagonista.

Temos agora em mãos as últimas aventuras de Ezio Auditore da Firenze, e é notável observarmos o quanto o florentino envelheceu. Sua barba é o primeiro elemento que causa impacto, quando podemos observar seu rosto mais de perto, e seu rosto enrugado não esconde de forma alguma todas as batalhas e dificuldades que o assassino já enfrentou. Assassin’s Creed: Revelations é um verdadeiro “must have” para todos aqueles que acompanham esta maravilhosa franquia da Ubisoft.

O início do jogo já nos coloca em uma situação um tanto quanto estranha. O jogo se inicia com Desmond em apuros, e seus problemas não são nada triviais. Ele se encontra, de certa maneira, preso, mas os grilhões que o prendem não são tangíveis, digamos, e têm a ver com o Animus. Ezio, por sua vez, se dirige a um local chamado Masyaf, e espera encontrar um livro que está em posse de um Templário chamado Leandros. O sistema de combate do game, em minha opinião, agora está bem melhor. Tudo transcorre de maneira mais fluida, e o Ezio desfere golpes ainda mais brutais em seus inimigos.

O velho assassino que, em sua juventude, era sempre muito respeitoso no momento da morte de seus inimigos, chega a proferir um “Descanse em paz… desgraçado”, quando mata a primeira figura importante no jogo. Talvez isto seja um reflexo do cansaço. Das décadas que Ezio passou combatendo os templários. Do sofrimento que estes causaram a ele mesmo e à sua família. Claudia parece estar ainda viva, pois em determinado momento podemos observar Ezio escrevendo para ela.

Mas o jogo impressiona desde o início. Desde o início temos ação intensa e uma grande reviravolta. Os gráficos do jogo continuam bonitos, e a ida de Ezio para Constantinopla nos brinda com paisagens deslumbrantes. Logo ao chegarmos, aliás, mantemos um breve contato com um personagem muito importante, apesar desta informação ser fornecida somente ao jogador.

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Assassin’s Creed: Revelations, jogo que encerra a saga de Ezio, chega às lojas

Publicado por em Nov 15, 2011 em Lançamentos | 6 comentários

A Ubisoft anunciou o lançamento de Assassin’s Creed: Revelations, jogo que encerra a saga de Ezio Auditore da Firenze, para Xbox 360 e Playstation 3. Infelizmente, Revelations chegará ao PC somente em 02 de Dezembro de 2011; já estamos acostumados com este tipo de adiamento, não? Bom, acostumados até podemos estar, mas não se trata de algo aceitável, creio eu.

Assassin’s Creed: Revelations representa o final da “trilogia Ezio” dentro da franquia, a qual contou, como sabemos, com um personagem extremamente carismático. Um mestre assassino que se tornou conhecido e temido entre os Templários. Este quarto capítulo da série foi desenvolvido pela Ubisoft Montreal, a qual contou com o apoio e liderou mais 5 estúdios : Ubisoft Annecy, Massive Entertainment, Ubisoft Quebec, Ubisoft Singapura e Ubisoft Bucareste.

Segundo a desenvolvedora e publisher francesa, esta é “a experiência mais imersiva disponível na série até agora, e o ponto culminante da aventura de Ezio“. Em Revelations Ezio seguirá as pegadas de Altair em uma jornada que trará revelações e, é claro, muitos perigos e aventuras. Ezio chegará até Constantinopla, coração do Império Otomano, local onde os Templários começaram a criar um grande exército. Assassin’s Creed: Revelations também conta com um modo multiplayer, o qual foi introduzido na série a partir de Assassin’s Creed: Brotherhood. Agora, entretanto, trata-se de um modo multijogador aprimorado e com mais mapas e modos de jogo à disposição.

Além disso, também vale mencionar o curta chamado “Assassin’s Creed Embers“, o qual, digamos, expande a história de Ezio. O ”Assassin’s Creed Embers” está incluso na “Assassin’s Creed Revelations Animus Edition”, na edição de colecionador do game e também pode ser comprado na Xbox Live e na PSN, por 3 dólares.

Fico extremamente feliz pelo lançamento de Assassin’s Creed: Revelations, ao mesmo tempo em que sinto tristeza por este ser o último capítulo na franquia tendo o assassino florentino como protagonista. Além disso, a confirmação do lançamento de um novo Assassin’s Creed em 2012 é bem preocupante, e nos faz imaginar muitas coisas. Uma pena que muitas delas não sejam nada positivas.

Mas ainda acredito que Assassin’s Creed: Revelations será um grande jogo, e que Ezio encerrará sua participação na franquia de forma magistral. Talvez sua ida para Constantinopla tenha a ver com o novo rumo que a série tomará a partir daí, rumo este que, por enquanto, é uma incógnita.

Estive consultando os preços do lançamento (versões Xbox 360 e PS3) em algumas lojas, e seu valor oscila entre 58 e 62 dólares, em lojas como eStarland, CD Universe e Play-Asia, por exemplo. Enquanto isto, dê uma olhada no trailer de lançamento do novo título, se você ainda não o assistiu:

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