Novo vídeo do “Inside Xbox” exibe gameplay de Trials Evolution, da RedLynx
Um novo vídeo foi disponibilizado na seção ”Inside Xbox“, na dashboard do Xbox 360. Ele pode ser encontrado dentro da opção “video”. O vídeo conta com cerca de 2 minutos de gameplay do novo jogo da RedLynx, Trials Evolution, sucessor de Trials HD. Trials Evolution, aliás, era aguardado ainda em 2011, e seu lançamento não ocorreu. A desenvolvedora também não divulgou ainda a data exata de lançamento do game, infelizmente.
O vídeo de gameplay do “Inside Xbox” mostra cenas fantásticas. O novo jogo parece ser muito mais bonito e realista que Trials HD, e parece até mesmo ser muito mais difícil, o que certamente agradará a quem já “perdeu” horas e horas neste último, o qual até Junho de 2011 já havia vendido mais de 2 milhões de cópias.

Trials HD continua sempre presente na listagem dos mais jogados da semana publicada pelo Major Nelson e, pelo que tudo indica, representará uma enorme evolução em relação a Trials HD, possivelmente oferecendo aos jogadores doses ainda mais fortes de desafios, emoção e beleza.
Espero que a RedLynx continue realizando com Trials Evolution o mesmo belíssimo trabalho que realizou com Trials HD. Que ela também lance fantásticos DLCs e que continue ouvindo seus fãs. Isto, aliás, esta atenção para com a comunidade de jogadores, parece ser algo muito importante para a empresa finlandesa, pelo que podemos perceber. Isto é claramente demonstrado tanto através dos lançamentos quanto através das palavras de Antti Ilvessuo, diretor de criação da RedLynx, em 2011:
“Trials Evolution é mais que apenas uma sequência para Trials HD. Ouvimos com atenção todo o feedback que recebemos a respeito do jogo anterior e acrescentamos isto à nossa própria visão do que poderia ser o definitivo game Trials, trazendo também uma ‘wishlist’ com recursos importantes para os jogadores”
Vamos aguardar e torcer para que o jogo chegue à Xbox Live o quanto antes, e para que seja um título ainda mais fantástico que Trials HD. O vídeo de gameplay do ”Inside Xbox” foi gentilmente cedido pela Microsoft à RedLynx, e ele também segue abaixo:
Leia maisAMY e porque suas escolhas não devem ser realizadas apenas com base em reviews
Estou jogando AMY. Dizendo melhor, estava sofrendo um pouco e agora decidi parar. Um dos jogos que pareciam mais promissores em 2012, criado por ninguém menos que Paul Cuisset, criador de Flashback, pode ser agora candidato à lista dos piores jogos de 2012. Não escondo de ninguém que eu estava muito empolgado com o game da VectorCell. Desenvolvedora e publisher exibiam, antes do lançamento, trailers, screenshots e informações que realmente nos faziam acreditar que o jogo seria algo fantástico.
Percebi que o que tinha em mãos era algo no mínimo “um pouco” ruim quando um funcionário do trem chega à cabine da protagonista, Lana, para solicitar seu ticket de embarque. AMY possui gráficos que simplesmente não condizem com o nível dos jogos atuais. A animação facial dos personagens beira o ridículo, e a pobre garotinha, então, muitas vezes assusta mais do que os zumbis do jogo.
Muita coisa não se encaixa logo de início, também. E não se trata de algo que irá melhorar. Lana já conta com seringas anti-infecção no início do jogo, sem que nada nos diga que ela está infectada (sabemos disso, mas não através do jogo, até aquele momento). O impacto do cometa pode ser visto através da janela da cabine de Lana, e esta já topa com um zumbi logo após o trem chegar com tudo em uma estação.
Concordo com muito do que Dan Whitehead, do site Eurogamer, disse em seu review de AMY. É realmente lamentável como a indústria de jogos eletrônicos pode causar grandes decepções, e nestes momentos perguntamos a nós mesmos: para que convidar jogadores a ajudarem a decidir o preço do game? Por que tentar induzir os jogadores ao erro, dizendo que AMY é um projeto muito ambicioso, como fez José Sanchis, CEO da publisher Lexis Numérique?
Bom, talvez AMY tenha sido realmente um projeto muito ambicioso. Mas algo de errado aconteceu, e qualquer coisa boa que talvez pudéssemos dizer sobre o título foi perdida em meio a um emaranhado de idéias estranhas, gráficos tenebrosos (nos dois sentidos), mecânica de jogo pobre e uma narrativa nada empolgante.
É claro que a indústria de jogos eletrônicos é enorme e conta não somente com desenvolvedoras e publishers. Sites de games também dela fazem parte, e muitas vezes, de forma intencional ou não, acabam induzindo o jogador ao erro, também. O site IGN, durante a E3 2011, disse o seguinte: “Amy é Ico com zumbis, e é totalmente brilhante“. No mesmo artigo, Michael Thomsen disse que os modelos em AMY eram “maravilhosamente detalhados“.
Não se sabe o que o pessoal do IGN viu durante a E3 2011, mas o pessoal do site certamente teve oportunidade de jogar um pouco do game. E, no entanto, a IGN deu nota 2.0 para AMY, em seu review. A lógica nos diz que o produto final deveria ser melhor do que uma versão beta, por exemplo. Qual o problema, então? Sabemos agora que o último trabalho de Paul Cuisset é um jogo sofrível. Teria sido a IGN, por exemplo, vítima do mesmo processo que levou grande parte de nós a imaginarmos que teríamos um ótimo game saindo das mãos de Paul Cuisset: a exibição somente daquilo que interessa, de cenas selecionadas com extremo cuidado?
Isto não é algo de todo ruim, é claro, desde que o produto final acompanhe o que foi anteriormente mostrado. Mas com AMY tivemos uma certa sucessão de lançamentos de trailers e screenshots que infelizmente nos levaram a errar. Bom, pelo menos eu errei ao acreditar que estava esperando por um bom jogo. E se você der uma olhada nas imagens do jogo que constam na Xbox Live (6), poderá até mesmo pensar, como eu, que elas sofreram algum tipo de tratamento. Lana, por exemplo, não é bonita daquele jeito, no jogo.

Ao invés de diversão, sentimos raiva, ao jogá-lo. A maneira como os zumbis morrem é totalmente esquisita. Eles se transformam em um líquido vermelho que desaparece rapidamente, algo que não condiz com aquilo que eu, pelo menos, esperava deste jogo. Rostos sem expressão alguma que mais se parecem com borrões transformam a protagonista e os NPCs em motivo de piada.
Isto tudo, aliás, me leva a pensar em algo em que sempre falo: que importância devemos dar a reviews? Jamais me baseei totalmente em reviews para me decidir pela compra ou não de um game, e justamente por este motivo creio que demos deveriam ser algo obrigatório. Recomendo você a pensar e a agir da mesma forma, aliás. Creio que não existe ninguém melhor que o próprio jogador para avaliar se irá gostar de um jogo ou não.
Para mim, reviews representam a opinião de um jogador e/ou de um jornalista. Nada mais. A opinião destas pessoas tanto pode se afinar com a minha quanto pode ser totalmente divergente. Trato meus próprios reviews desta mesma forma, e somente resolvi adicionar notas a eles a pedido de uma das publishers que apoiam o trabalho do XboxPlus. Gostar ou não de um jogo eletrônico é algo muito variável. Gostos são variáveis. Eu posso adorar determinado título enquanto diversos reviews o “malham”. O inverso também pode ocorrer, e isto é totalmente natural.
Unanimidade é algo bem difícil, principalmente quando se trata de jogos eletrônicos, e podemos consultar diversos reviews, de diversos games, publicados nos mais diversos sites, com notas e opiniões diferentes. É por isso que nunca me baseei apenas em reviews no momento de comprar um jogo ou não. A opinião de um amigo, aliás, conta muito mais, para mim.
Quando escrevo meus reviews, procuro passar detalhes, situações e elementos que me chamaram a atenção no jogo, mas jamais sugiro a alguém que os utilize para se decidir ou não pela compra do título em questão. Leia mais reviews. Baixe a demo, se disponível. Veja vídeos de gameplay. Assista a trailers. O caso de AMY não é o único e nem será o último. É triste devido ao hype que o jogo trazia consigo, e também devido ao nome do criador de Flashback estar envolvido. Mas opinião é algo extremamente variável. E jogos eletrônicos não fogem desta regra.
Infelizmente, AMY não merece ocupar o HD de um console. Pelo menos, não o do meu Xbox 360. Felizmente, neste caso, a grande maioria dos reviews condiz com a verdade. Bem, com aquilo que penso a respeito deste jogo.
Leia maisShoot Many Robots: os inimigos são robôs, e o jogo está chegando à PSN e à Xbox Live

Shoot Many Robots é o primeiro game da Demiurge Studios, e será publicado pela Ubisoft. O título será lançado em breve, na Playstation Network e na Xbox Live, e foi desenvolvido com a Seoul Engine, uma engine proprietária. Trata-se de um título cooperativo para até 4 jogadores, que também conta com alguns elementos de RPG.
Shoot Many Robots apresentará ao jogador uma espécie de “apocalipse robô”. Grupos de quatro jogadores poderão enfrentar hordas imensas de robôs dos mais variados tipos e força. O trabalho em equipe é essencial, mas cada jogador também deverá se esforçar para obter o melhor desempenho, pois recompensas serão fornecidas a cada um conforme sua atuação, ao final de cada missão. Quanto mais robôs forem destruídos por cada jogador, individualmente, melhor. Para o grupo e para ele.
Os jogadores vão ganhando XP conforme matam robôs, e os resultados disto são claros. Além disso, vale sempre lembrar que existe uma certa variedade de robôs, e cada um deles conta com habilidades diferentes e perigosas. A Demiurge Studios criou um vídeo muito interessante, o qual se chama “Render This”.
Através deste vídeo é possível observarmos os vários modos de renderização utilizados durante o desenvolvimento do game, para as devidas detecções de bugs. Esta é uma das funcionalidades da Seoul Engine, aliás. O vídeo também exibe, é claro, os “gráficos normais” de Shoot Many Robots, os quais são muito bacanas. Está aí. Mais um jogo cooperativo, possivelmente barato, dotado de belos gráficos e desenvolvido por um estúdio independente que chamou a atenção de uma grande publisher. Cada vez mais a linha tênue que separa os ditos “AAA” dos “não AAA” vai se enfraquecendo, e jogos criativos e bonitos vão chegando ao mercado.
Assista abaixo ao interessantíssimo vídeo:
Leia maisPreço menor venceu: survival horror AMY já disponível na Xbox Live USA
É, o preço menor venceu. O survival horror AMY, da VectorCell, já está disponível na Xbox Live USA, por 800 Microsoft Points (10 dólares), e seu lançamento na PSN dos Estados Unidos ocorrerá em 17 de Janeiro. Lá o game também custará US$ 9,99. Vale lembrar que o jogo já está disponível na PSN Europa, na PSN UK, na PSN Austrália e na PSN da Nova Zelândia, por € 9,99, £ 7,99, AUD 15,95 e NZD 18,90, respectivamente. É, os norte americanos donos de um PS3 foram mão de vaca, mesmo. Brincadeiras à parte, o game já se encontra no mercado, e inclusive nós, brasileiros que possuímos um console da Microsoft e uma conta na Xbox Live USA já podemos conferir este fantástico trabalho de Paul Cuisset.
A história de AMY acontece em Dezembro de 2034, na pequena cidade de Silver City. Um cometa atingiu o planeta e causou grandes estragos, além de ter liberado um vírus mortal que infectou quase toda a humanidade. Lana, a protagonista, acorda no meio disto tudo e se depara com um mundo totalmente desconhecido. Algo totalmente diferente do que ela conhecia. Muita gente que a pobre mulher conhecia já se transformou em monstros selvagens. Monstros, diga-se de passagem, que se parecem bastante com zumbis.

A própria Lana, aliás, se encontra infectada e sente os efeitos do vírus, o qual, apesar de tudo, poderá ser a sua salvação, em diversos momentos do jogo. Lana também conta com a companhia de uma garotinha autista, a qual inclusive possui alguns misteriosos poderes. Fugir ou lutar? Ficar escondido ou sair correndo? Estas são perguntas possivelmente constantes o tempo todo na mente de Lana.
Desenvolvido pelo estúdio VectorCell sob a supervisão de Paul Cuisset, criador do lendário Flashback, AMY tem como publisher a européia Lexis Numérique. Trata-se de um game muito bonito, e cogita-se inclusive que ele será lançado para PC (nenhuma informação adici0nal a este respeito foi mencionada por enquanto, entretanto). O jogo chega ao mercado em um momento em que realmente carecemos de jogos estilo survival horror que façam jus ao estilo. Jogos que sejam criativos, além de bonitos, e que proporcionem uma experiência interessante, assustadora, imersiva e marcante ao jogador. Será a mais nova criação de Cuisset capaz disto tudo?
“AMY é uma tentativa de trazer inovação ao gênero de horror, e uma maneira de atingir um público maior que apenas os fãs de survival horror“, disse Paul Cuisset. José Sanchis, CEO da Lexis Numérique, se mostra muito empolgado a respeito do novo título:
“AMY pode ser um dos mais ambiciosos jogos para consoles digitais até agora, e estamos realmente felizes com nossa parceria com Paul Cuisset e a VectorCell“.
Realmente, AMY se mostra um projeto muito ambicioso e bonito. Isto sem falar em seu conceito diferente, que mistura survival horror, ação stealth e a presença de um personagem que, ele próprio, é um mistério. Sem falar também no fato da própria protagonista estar infectada e poder utilizar este fato a seu favor. Uma demo de AMY também está disponível na Xbox Live USA. Dê uma olhada.
Apesar de tudo, da votação que com certeza não atingiu os resultados que os desenvolvedores almejavam, creio que 10 dólares (cerca de R$ 18,10 – mal paga uma pizza) é um preço muito mais do que justo para um jogo como este. Creio, aliás, que este valor seja até mesmo bem barato, e espero que AMY venda bastante. Um game distribuído única e exclusivamente via download, com toda esta qualidade e com um conceito tão original não é algo que se vê todos os dias.
Assista abaixo ao último trailer de AMY divulgado pela Lexis Numérique. Ele é sensacional:
Leia maisDesenvolvedores do survival horror AMY convidam jogadores para ajudar a decidir preço do jogo
AMY é um survival horror muito promissor, em minha opinião. O jogo está em desenvolvimento pelo estúdio VectorCell, estúdio este de propriedade de Paul Cuisset, responsável por jogos como Flashback e Fade to Black, por exemplo. O título será lançado em breve, para Xbox 360 e Playstation 3 (via Xbox Live e PSN, respectivamente). Também foi cogitado o lançamento do game para PC, mas ainda não foram fornecidas maiores informações a respeito.
AMY terá como protagonista uma mulher chamada Lana, a qual contará com a companhia de uma pequena garota autista de 8 anos. A união entre as duas deverá ser um tanto quanto forte, e a garotinha, segundo os desenvolvedores, chegará a influenciar algumas decisões de Lana, a qual, aliás, se encontra infectada pelo mesmo vírus que transformou muitos seres humanos em verdadeiros monstros. Lana também poderá tirar vantagem da tal infecção, desde que tudo seja feito com parcimônia.
O jogo também permitirá abordagens diferentes às mais diversas situações. A protagonista e a garotinha poderão fugir e se esconder, e Lana poderá também andar em meio aos infectados, dependendo do quão “transformada” ela se encontre. Como inicialmente o título será lançado na Xbox Live e na PSN, os desenvolvedores resolveram lançar uma enquete para que a própria comunidade de jogadores (ou não) decida o preço do jogo.

Isto se deve ao fato de que, na rede do Xbox 360, cobra-se em Microsoft Points e, sendo assim, os pontos podem assumir valores diferentes em diferentes locais do mundo, o que já não ocorre na PSN. Esta é a primeira vez que vejo este tipo de preocupação e ação por parte de um estúdio, e em minha opinião ela é muito mais do que justa. 800 Microsoft Points, por exemplo, não representam 10 dólares em todos os lugares do mundo e, assim, os criadores de um jogo podem até mesmo se verem em maus lençóis, caso muita gente comece a reclamar.
AMY não será um jogo caro, e oferecerá cerca de 10 horas de gameplay. Inicialmente, os desenvolvedores optaram por cobrar 800 Microsoft Points na Xbox Live USA (10 dólares) e US$ 12,99 na PSN; temos aqui US$ 2,99 de diferença: cerca de R$ 5,47, na versão para PS3 do jogo.
José Sanchis, CEO da publisher Lexis Numérique disse o seguinte: “Durante todo o desenvolvimento do jogo tentamos ser transparentes ao máximo em nossas tomadas de decisão, e acreditamos que esta situação é uma boa oportunidade para explicar o que está em jogo. É também uma oportunidade muito boa para envolver a comunidade na decisão do preço final do game nos Estados Unidos“.
José Sanchis também mencionou a alta qualidade do jogo, e o fato de que AMY é um projeto muito ambicioso. Ele também menciona o fator “preço” como algo muito importante, principalmente em tempos de crise econômica, o que devemos também levar em conta, é claro. O grande problema, pelo que podemos perceber pelas palavras do CEO da Lexis Numérique, é o fato da Xbox Live trabalhar com Microsoft Points, o que pode acabar gerando desigualdades para muita gente.
“Entretanto, o problema com o qual temos de lidar é que um preço em MS Points não tem o mesmo valor em todos os países. Na verdade, devido às flutuações entre o dólar e o euro, 800 MS Points valem atualmente 10 dólares nos Estados Unidos, mas €10 na Europa, e isto equivale a cerca de US$ 12,80“, complementou Sanchis.
Sanchis ainda acrescentou o seguinte:
“Decidimos ir mais longe. Agora que a comunidade possui os elementos para entender porque foi proposto este esquema de preço, queremos envolver o máximo de jogadores possível para nos dizer o que fazer com o preço nos Estados Unidos: devemos manter a situação atual (800 MS Points para a versão XBLA e US$ 12,99 para a versão PSN) ou devemos cortar o preço e a margem para a versão PSN (800 MS Points para a versão XBLA e US$ 9,99 para a versão PSN)“.
Uma enquete foi lançada no Facebook, para que os jogadores ajudem nesta decisão, aliás. Não vejo esta atitude da publisher européia com maus olhos: muito pelo contrário. Nunca gostei do esquema de Microsoft Points praticado pela Microsoft na Xbox Live. Acabamos pagando mais pelos jogos que desejamos, e isto acontece até mesmo se desconsiderarmos as diferenças entre regiões. Quando compramos cartões de pontos em lojas, por exemplo, também temos de pagar valores mais altos, devido ao fato de que as lojas (nacionais ou internacionais) também querem lucrar.
Pagar simplesmente em dólares (ou em reais) seria muito mais justo, e quem sabe esta atitude tomada pela publicadora de AMY não represente o começo de algo bem bacana? Quem sabe os jogadores não comecem a reclamar mais disto tudo e a MS não reveja esta questão? Acho difícil, mas não custa tentar. Bom, eu já votei. E você, vai votar também? Qual sua opinião?
A votação vai até amanhã, 09 de Janeiro de 2011, e caso a comunidade decida que o preço deva ser reduzido, o jogo sofrerá um atraso na PSN de cerca de uma semana, devido a “restrições logísticas com a PlayStation Store“.
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