É disso que eu gosto quando falamos a respeito de DLCs. Conteúdo. Expansão. Diversão. Aprimoramentos. Novidades. Novas experiências. DLCs focados em história. A EA, a 38 Studios e a Big Huge Games revelaram hoje o primeiro DLC para Kingdoms of Amalur: Reckoning. Trata-se de “The Legend of Dead Kel“, o qual será lançado em 20 de Março de 2012, na Xbox Live, na PlayStation Network, no Origin e no Steam.

Segundo as empresas responsáveis, “The Legend of Dead Kel” expandirá o já enorme mundo do jogo em 15%, e também incluirá um conto repleto de mistérios e magia negra. Tudo isto através do acesso a um novo local, um continente gigantesco chamado Gallows End, o qual também poderá ser explorado pelos jogadores neste fenomenal RPG de ação de mundo aberto. Novos inimigos e desafios, além de diversas side quests, também farão parte do DLC.

Vale lembrar que este primeiro DLC é apenas uma parte da história de Gallows End. Ele será interligado a inúmeras side quests, dungeons e personagens. Um novo tipo de dungeon também fará parte de “The Legend of Dead Kel” (Dverga Fastings), além de 3 novos Twists of Fate, oito novos conjuntos de armaduras, e 18 novas armas.

Um sistema de player housing também fará parte do DLC. (ou pacote de expansão?!? – caramba, quando conteúdo sendo lançado para um jogo cuja publisher é a Electronic Arts, não?) Trata-se de Gravehal Keep,  que contará com características fantásticas. Teremos aqui uma grandiosa propriedade, repleta de construções e personagens, sendo que cada um deles terá sua própria história e side quests.

Curt Schilling, R.A. Salvatore, Todd McFarlane e Ken Rolston criaram um jogo fantástico. Um RPG de ação que, em muitos momentos, nos transmite a sensação de que estamos dentro de um MMO. O sistema de combate de Kingdoms of Amalur: Reckoning, aliás, é sensacional. Não se trata de pancadaria a esmo: o jogador precisa dominar cada arma (e elas são muitas) e atacar e se defender com precisão. Cada uma das armas conta com golpes diferentes que podem ser desbloqueados conforme a evolução do personagem. A árvore de evolução do jogo também é muito bacana, diga-se de passagem.

Existem criaturas no jogo, aliás, que são mais ou menos sensíveis a determinado tipo de armamento, e aprender a escolher a arma mais adequada para lidar com os vários tipos de inimigos é extremamente útil para facilitar o gameplay. A mistura de exploração, ação e combates grandiosos que Kingdoms of Amalur: Reckoning oferece é muito boa. Trata-se de um game difícil de se largar.

É muito bom saber também que o primeiro DLC para o título será verdadeiramente um pacote de expansão, e não um mero pacote de armas e/ou roupas. O mundo de Amalur é enorme, e o jogador começa a se dar conta disto aos poucos, conforme por ele perambula. Uma expansão de 15% em um mundo tão grande não é algo irrelevante. Muito pelo contrário. E fico muito feliz em saber que tal DLC será lançado para um jogo publicado pela Electronic Arts. Será que a empresa está revendo seus conceitos?

Ainda é muito cedo para afirmar tal coisa, é claro. Também temos de levar em consideração que a 38 Studios detém todos os direitos sobre a IP, portanto, aí pode estar a razão deste futuro lançamento aparentemente muito bacana passar pelos apertados portões da EA. Estou gostando muito de Reckoning. Acredito sinceramente que o game “será considerado quando começarem as discussões para a escolha do “Game do Ano“.

O preço de “The Legend of Dead Kel” ainda não foi divulgado. Espero que seja um preço razoável, pois este DLC parece ser extremamente tentador. E espero também que os próximos DLCs para o game também cheguem ao mercado repletos de conteúdo.

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