Vampyr (confira meu review aqui) me pegou de jeito mesmo. O jogo vampiresco da DONTNOD Entertainment  ainda deve render mais um texto por aqui, tamanha a boa impressão que ele deixou em mim. Há tempos não me entretinha tanto com um RPG, com um bom jogo, com um uma ótima história.

Ele tem lá seus probleminhas, obviamente (e que jogo não tem, afinal de contas?), mas trata-se de um excelente trabalho. A criadora de Life Is Strange nos entregou um título onde nossas escolhas realmente importam, com um mundo semiaberto muito bacana, com personagens interessantes e com espaço para diálogos muito legais.

Vampyr

A Londres de Vampyr é triste, soturna, bonita ao mesmo tempo. Ela é repleta de caos, de contrastes, de morte, de dor, de lembretes de que a vida pode sempre acabar num piscar de olhos. Ela consegue nos oprimir, ela consegue nos assustar, ela consegue nos deixar para baixo.

Jonathan Reid é um poderoso vampiro que pode ou não se transformar em um monstro. Ele pode salvar vidas, assim como pode tomá-las num piscar de olhos. Mocinho? Vilão? Depende muito do ponto de vista, aqui, uma vez que existem acontecimentos muito maiores com os quais temos de lidar.

Algo também muito legal em Vampyr são seus gráficos: eles são muito bonitos, e eu resolvi, então, criar uma pequena galeria de imagens com algumas screenshots que capturei durante o gameplay. Pode ser que eu resolva selecionar mais algumas, portanto, é possível que mais uma galeria sangrenta de Vampyr apareça por aqui.

Dê uma olhada (clique nas imagens para ampliar):

Vampyr

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