Analisei Assassin’s Creed Origins na semana passada (confira aqui), e fiquei bastante impressionado como que vi. Na verdade, o jogo me cativou de tal maneira, que até ando sonhando com ele. Com a narrativa, com os locais que visitei, com as lutas que travei, com as intrigas, etc. O jogo, além do mais, é enorme, com uma história rica e profunda, além de personagens verdadeiramente memoráveis (incluindo, e principalmente, o protagonista, Bayek de Siuá).

Pois bem, gravei um vídeo de gameplay com cerca de 27 minutos de duração, no qual invado um dos inúmeros esconderijos espalhados pelo mapa. Em tais locais, para ganharmos algo em torno de 400-600 XP (além da diversão), além de muito loot, precisamos cumprir alguns objetivos, dependendo da situação.

No local que é demonstrado no vídeo abaixo, precisei eliminar o capitão e o comandante, além de descobrir a localização e saquear dois tesouros (sem falar na eliminação de diversos outros inimigos – em dois ou três destes, aliás, você pode conferir o uso daquela habilidade que mencionei no review de ACO, a qual me permite controlar a flecha disparada em primeira pessoa, até acertar o inimigo).

Assassin's Creed Origins

Existiram algumas dificuldades neste esconderijo, e elas estavam ligadas principalmente ao saque dos tesouros. Acontece que tais elementos geralmente encontram-se em locais de difícil acesso e/ou bem protegidos. Por vezes, eles são realmente difíceis de serem encontrados, e dependendo do tamanho do acampamento ou esconderijo, você poderá “perder” um bom tempo atrás deles (e foi o que aconteceu comigo – você poderá ver no vídeo). Além disso, se não encontrarmos todos os tesouros, se não cumprirmos todos os objetivos, o esconderijo não é finalizado, e não ganhamos a recompensa em XP.

Assassinei o capitão e o comandante bem rapidamente, e me mantive furtivo a maior parte do tempo (salvo um ou outro deslize bobo). Também utilizei bastante a Senu, a águia de estimação de Bayek, para obter uma visão aérea do esconderijo, marcar posições de inimigos e também para analisar o local em busca de possíveis pontos onde eu pudesse buscar pelos tesouros (o segundo foi realmente um tanto quanto difícil de achar – encontrei-o em uma caverna, logo após descobrir sua entrada com a águia).

Assassin's Creed Origins

O mapa de Assassin’s Creed Origins está repleto destes acampamentos, e invadi-los sempre proporciona boas doses de diversão, principalmente se conseguirmos nos manter o tempo todo nas sombras. O vídeo também mostra um rápido combate enquanto eu estava montado em meu cavalo (dois bandidos que resolveram me atacar na saída do esconderijo), além do percurso entre Mênfis e o local que eu desejava atacar, próximo às grandes pirâmides, em Gizé.

Assassin’s Creed Origins me surpreendeu bastante, e me deixou realmente estupefato com sua grandiosidade, com seu enredo bem construído, com seus gráficos. É aquela coisa: para mim, boas histórias são realmente importantes em um jogo eletrônico, e eu precisava de algo assim depois de ter me deliciado com Vampyr, da DONTNOD (é, estou vendo que terei de fazer uma verdadeira varredura em minha biblioteca no Steam em busca de boas histórias para jogar – sem falar nos lançamentos). Recomendações, aliás, são sempre bem vindas!

Assassin's Creed Origins

Fique com o vídeo, valendo também a pena ressaltar que o software que utilizei para captura (uma versão antiga do PlayClaw – ainda preciso testar a nova), resultou em alguns problemas relacionados a quedas na taxa de quadros por segundo, mas não foi nada que me impedisse de jogar e gravar. O Steam, aliás, com o PlayClaw ligado, ficou o tempo todo marcando algo em torno de 40-45 FPS, o que não me preocupou muito.

Bem, fique com o vídeo:

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